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Comentários de leitores

3 comentários

Muito esclarecedor o comentario do Nehemias Gue...

Roberto Lopes Ferigato (Outros)

Muito esclarecedor o comentario do Nehemias Gueiros JR,não podemos confundir execução publica com o simples ato de audição, há uma grande diferença em estar curtindo um som ao vivo com musicos executantes, do que baixar uma musica na internet,o Ecad vem fazendo essa confusão de propósito o negócio deles é o (boleto bancário)estratégia de arrecadação $$$$.

Não acredito que o mercado de CDs de música cor...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Não acredito que o mercado de CDs de música corra risco. É muito arriscado baixar música da rede: eu mesmo já não faço isso há bom tempo. Quando entramos em contato com outros sites para baixar música, nosso PC fica vulnerável e nem o programa antivírus pode garantir que não corremos risco. Baixar músicas da Net é tão arriscado quanto guardar dinheiro debaixo do colchão. Por essa razão, todos preferem manter conta em banco, o que, apesar de caro, é compensador. Muito mais seguro é adquirir CDS piratas. Nesse particular, sim, os produtores de CD encontram uma séria concorrência. Até os DVDs piratas, de filmes, estão com uma qualidade ótima. Costumo comprar DVDs de filmes clássicos em shoppings, a preços que variam de R$ 13 a R$ 20. Defronte ao shopping, porém, há bancas que vendem DVDs de lançamentos a R$ 5. Detalhe: a qualidade de som e imagem é até melhor.

Com o perdão da palavra o autor do texto confun...

Lister de Freitas Albernaz (Professor Universitário)

Com o perdão da palavra o autor do texto confunde a abrangência do direito autoral. Ora baixar uma música da internet é uma forma de aquisição da mesma. Somente podemos ouvir uma música via rádio, onde a mesma adquiriu os direitos de exibição quando entrou em contato com o autor/gravadora. Ou quando compramos/ganhamos um CD, ou seja aquisição. Não vejo pertinência na questão da execução pública. Esta envolve outros aspectos que é a averiguação via ECAD dos direitos autorais quando a música é ouvia em estabelecimentos públicos ou em festas. Se ouve-se em festas músicas, não interessa a forma de aquisição da mesma, pois já da azo a cobrança de taxas pelo ECAD. Na minha humilde opinião não há qualquer problema ou discussão. Lister Albernaz

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