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Operação Têmis

Operação Têmis: Ajufesp pede respeito a prerrogativas

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26 comentários

E o pior é que vai se aposentar que nem o outro...

Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)

E o pior é que vai se aposentar que nem o outro malandro Lalau e viver no bem bão pro resto da vida!

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares,...

ANTONINO (Funcionário público)

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares, tenho um trexto apropriado para mandar ao medina: Porque será que todo MARGINAL DE COLARINHO BRANCO tem saúde para o que der e vier só enquanto está lesando a pátria ou roubando quem trabalha e paga seus impostos? VAI TOMAR VERGONHA NA CARA, MEDINA. SEUS FILHOS E NETOS, SE É QUE TEM, MERECEM MELHOR EXEMPLO. COVARDE!

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares,...

ANTONINO (Funcionário público)

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares, tenho um trexto apropriado para mandar ao medina: Porque será que todo MARGINAL DE COLARINHO BRANCO tem saúde para o que der e vier só enquanto está lesando a pátria ou roubando quem trabalha e paga seus impostos? VAI TOMAR VERGONHA NA CARA, MEDINA. SEUS FILHOS E NETOS, SE É QUE TEM, MERECEM MELHOR EXEMPLO. COVARDE!

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares,...

ANTONINO (Funcionário público)

A AJUFESP que se preocupa tanto com seus pares, tenho um trexto apropriado para mandar ao medina: Porque será que todo MARGINAL DE COLARINHO BRANCO tem saúde para o que der e vier só enquanto está lesando a pátria ou roubando quem trabalha e paga seus impostos? VAI TOMAR VERGONHA NA CARA, MEDINA. SEUS FILHOS E NETOS, SE É QUE TEM, MERECEM MELHOR EXEMPLO. COVARDE!

A sra. "marina" parece fazer parte de um cordão...

ANTONINO (Funcionário público)

A sra. "marina" parece fazer parte de um cordão de bajuladores de colarinhos brancos. Cuidado. Defender sistematicamente bandidos desta estirpe é muito perigoso. Você poderá virar cúmplice. Eu que trabalho na justiça não me atreveria a por a mão no fogo por nenhum desses magnatas.

Marx no Manifesto já anunciava: "Tudo que é só...

Armando do Prado (Professor)

Marx no Manifesto já anunciava: "Tudo que é sólido desmancha no ar, tudo que é sagrado será profanado..." Antes que me esqueça: que viva a PF e o MPF!

Esse espaço no CONJUR, é reservado a comentário...

Alessandra (Jornalista)

Esse espaço no CONJUR, é reservado a comentários sobre o assunto do texto. E é claro, que em um espaço DEMOCRÁTICO há opiniões das mais diversas. Mas, por favor, como leitora peço que não utilizem a área de comentários, para ataques pessoais e assuntos irrelevantes. Os realmente interessados no debate acabam perdendo tempo, lendo várias bobagens e argumentações sem cabimento. Qdo que um juiz federal com altos salários, corrupto, recebendo mensalão, vai perder tempo dando aulas em universidades e cursinhos? E mais: O que essa acusação sem fundamento, acrescenta no tema abordado. Se alguém tem algum outro assunto a discutir com o autor que não seja o do texto em pauta, que o faça por carta ou pessoalmente. Como jornalista, acho isso lamentável. Deixo aqui um apelo ao CONJUR: que selecione as mensagens e coloque no site apenas comentários relevantes ao tema.

É compreensível a preocupação do presidente da ...

themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

É compreensível a preocupação do presidente da AJUFESP, mas é cada vez mais comum juízes serem processados por decisões judiciais que tomam, por acharem que julgou a favor de alguma das partes por algum outro motivo, senão convicção judicial. Quem lhe diz isso, prezado Presidente da AJUFESP, é um juiz, com quase 2 décadas de carreira na Justiça do Trabalho, que recentemente foi colocado em disponibilidade porque antecipou 6 audiências e isso foi considerado "favorecimento", por mera suspeita. Também fui processado por "uso excessivo" de corretor líquido ("branquinho"). Isso foi divulgado aqui no CONJUR, com o título "FOGO CRUZADO". Ou seja, como diz o ditado popular: "raio não cai só na cabeça do vizinho". Eu fui punido administrativamente pelo TRT da 15a. Região, inclusive por voto do MM. Juiz ERNESTO DORIA, um dos que foi preso pela "Operação Hurricane" por causa de minhas convicções judiciais; não me surpreenderá se juízes passarem a ser processados, inclusive criminalmente, como parece ser o objetido da "Operação THEMIS" por convicções judiciais, juntamente com eventuais que dão decisões movidos por outros motivos que não a convicção judicial. Realmente, sua preocupação procede, mas não é novidade, faz tempo que isso vem acontecendo na Justiça. Meus cumprimentos. Maurizio Marchetti

Ah, só para completar. O Presidente da AJUFESP ...

João Bosco Ferrara (Outros)

Ah, só para completar. O Presidente da AJUFESP vive dando aulas e palestras, chegou a colocar a mulher dele à frente da coordenação de um curso que, na verdade, é coordenado por ele. Isso não é crime, mas definitivamente ele não é um exemplo de magistrado a ser seguido. Pergunto: será que aceitaria abrir seu sigilo bancário?

Gozado esse mundo. Meu avô sempre teve razão. C...

João Bosco Ferrara (Outros)

Gozado esse mundo. Meu avô sempre teve razão. Como era sábio. Dizia que o mundo é redondo, por isso não há nada como um dia atrás do outro. Também Confúcio disseminava um provérbio parecido, segundo o qual na subida cruzamos com as mesmas pessoas que na descida. Vejam agora, principalmente os advogados, como as coisas são engraçadas. Justamente juízes federais do TRF da 3ª Região, que sempre menosprezaram os advogados e as prerrogativas inerentes à nossa profissão, que zombam dos advogados nas salas de professores das faculdades de São Paulo, agora vêm pedir (ou será que estão exigindo?) respeito! Primeiro, essa manifestação da AJUFESP é patética, e apenas corrobora o que sempre soube: a maioria dos juízes são covardes, retaliadores, vingativos e usam mal o poder. Agem como cordeirinhos. Um juiz federal que se preze, independentemente de a ordem de busca e apreensão originar-se do STF ou de qualquer outro órgão judiciário, continua sendo uma autoridade judiciária. E nesta condição, se depara com abusos, não só pode, mas antes tem o dever de interferir e ordenar que cesse a arbitrariedade, podendo ordenar a prisão de quem lhe desobedecer. Mas, talvez por recearem ser acusados de cumplicidade com os investigados, limitam-se a expedir notas em que pedem respeito. É simplesmente PATÉTICO! Onde está toda a arrogância e a empáfia? Onde está? Percebe-se com esse episódio que os juízes são reféns de si mesmos, de sua covardia, e que não sabem o que significa possuir poder de estado. Só há uma explicação: nunca foram vocacionados para o exercício da profissão. São uns medrosos! (não todos, é claro).

Será que OAB irá ser célere como foi recentemen...

Serweslei (Advogado Autônomo)

Será que OAB irá ser célere como foi recentemente e SUSPENDER PREVENTIVAMENTE os 5 advogados indiciados pela PF?? O caso não está causando clamor nacional e expondo a OAB???? Duvido!!! são figurões com grande trânsito no meio jurídico. Todos tem direito a ampla defesa e contraditório. todos são inocêntes até o trânsito em julgado de sentença. Só que deveria valer para todos os cidadãos, mas só vale para alguns...

Antonio, estou com você : CRIMINALIZAÇÃO...

Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Antonio, estou com você : CRIMINALIZAÇÃO JÁ !!!!

Talvez agora a AJUFESP apoie a edição da parte ...

Antonio (Procurador do Município)

Talvez agora a AJUFESP apoie a edição da parte criminal do Estatuto da OAB, quando toda conduta impeditiva ou tendente a impedir o exercício da advocacia seja criminalizada, tornando a figura criminal inafiançável, cominando crime de reclusão, colocando no polo passivo qualquer cidadão que ocupe cargo público em qualquer dos Poderes, instituições, fundaçãoes, autarquias, empresas públicas e de economia mista e conferindo a OAB a titulariedade da ação (esta medida por EC). Essa medida é necessária, afinal de contas quando o advogado é impedido de trabalhar quem sofre é o seu cliente, e qualquer um neste Brasil de superposição de competências é um cliente em potencial do advogado, inclusive os desinformados que se posicionam contra a OAB. Antonio

Eu quero que a AJUFESP respeite também o meu di...

Wilson (Funcionário público)

Eu quero que a AJUFESP respeite também o meu direito de cidadão de ver atrás das grades quem desvia dinheiro público, quem vende sentença ou está envolvido com o crime organizado! Acho engraçado as pessoas virem aqui e se gabarem que conhecem artigos, leis e ao mesmo tempo ficarem defendendo juízes e desembargadores envolvidos em falcatruas. Criminosos não devem ter tratamentos diferentes, pois todos os bandidos são iguais perante a lei. Para terminar, a única prerrogativa de bandido é a cadeia.

Digo, havia . Digo, não passaria .

Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Digo, havia . Digo, não passaria .

Os erros são de digitação. Por favor, peço q...

Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Os erros são de digitação. Por favor, peço que os relevem. E você Batóchio, não tenho visto artigos seus aqui no Conjur, nem entrevistas. Estamos todos com saudades! Dijalma.

Caro Leônidas, deveras pertinentes as suas po...

Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Caro Leônidas, deveras pertinentes as suas ponderações, aliás, sempre inteligentes. Quando fui presidente da OAB/Campinas (2001 a 2006), tive a infelicidade de deparar-me com situações horríveis no pertinente a invasão de escritórios de Advogados. Numa das vezes recebi um ofício em que a PF solicitava a indicação de alguém que representasse a OAB numa operação que seria iniciada na manhã do dia seguinte. O Ofício não dizia no escritório de quem, nem porque. Respondi à altura, enviando ofício informando que a OAB/Campinas não iria acompanhar operação alguma, até porque, da maneira que as coisas tinham sido postas, não a reconhecia como legítima. Ora, como poderia a OAB, por exemplo, acompanhar operação da PF em local que ofício não indicava e contra alguém que a entidade nem tinha condições prévias de saber sequer se era ou não inscrito regularmente em seus quadros, já que o nome não avia sido declinado? Oficiei à Seccional Paulista com cópia de meu ofício. Logo em seguida tivemos outras invasões, e a postura da OAB/SP seguiu-se idêntica àquela minha anteriormente tomada. Lutamos muito, bradamos, protestamos, escrevemos, peticionamos, batemos em muitas portas na defesa de nossas prerrogativas, no correto entendimento de que na verdade elas não são nossas, e sim de todos os cidadãos, necessárias à própria segurança do Estado Democrático de Direito. Foram pródigas as vozes discordantes da nossa naquela oportunidade, inclusive, infelizmente, de alguns Magistrados. É meu caro Lêonidas, como nós, seres humanos, somos fisiológicos (perdoe-me o pleonasmo), circunstanciais, oportunistas ! Caráter? Bem, sobre isso nada vou falar, já que cada um tem o seu. Aqui, da minha parte, modestamente continuo Advogado, cujo ofício, o da Advocacia, me impõe o respeito à Lei, ao Direito, à Ordem, e sobretudo às prerrogativas que, repito, não são minhas, e sim de todos do povo, do próprio Estado Democrático de Direito. Vamos em frente, vencer barreiras é o nosso ofício. Já enfrentamos tempos piores. Muitos dos nossos morriam nos porões da ditadura, quando outros das letras jurídicas, alguns juízes, alguns promotores, calavam a boca com medo dos militares. Evandro Lins e Silva negou-se a curvar-se à espada dos ditadores. Ele era Ministro do Supremo Tribunal Federal. Macho, intrépido, destemido, inquebrantável espírito de luta. Disse: "daqui eu não saio, se quiserem venham me tirar", reportando-se ao STF. Todos sabemos suas origens: ele sempre foi Advogado, desde que nasceu até morrer há pouco tempo. Numa ocasião encontramo-nos na casa do Salvador Scarpelli em Campinas. Ele mansamente ensinava: não tenho o direito de abdicar de minhas prerrogativas de advogado, elas não me pertencem. Eu já tinha ouvido coisa semelhante de Raimundo Paschoal Barbosa e Sobral Pinto. Com Raimundo estive várias vezes. Figura linda, maravilhosa ! Sobral, numa das vezes em que falou para os acadêmicos de Direito, e isto em Campinas, na PUCC, fugindo do assédio dos militares foi aportar em nossa república de estudantes, na Rua Professor Luis Rosa. Figura ímpar, exemplo de vida, homem honestíssimo e comprometido com Deus, e, igualmente, com as prerrogativas dos Advogados. Defendendo Luiz Carlos Prestes invocou a Lei de Proteção aos Animais. Certa feita numa batida militar, mandaram que ele abrisse a pasta. Negou-se dizendo que ela era a extensão de seus arquivos, e que portanto era inviolável. Disseram que se não a abrisse passaria. Não abriu, e passou !

Pelo que eu li no texto da AJUFESP, os juízes d...

Alessandra (Jornalista)

Pelo que eu li no texto da AJUFESP, os juízes defendem SIM, a apuração dos fatos mas sem a antecipação das condenações. Qualquer pessoa com o mínimo de cultura sabe que a Constituição determina que todos são inocentes até que se prove o contrário. Parabéns ao Conjur que abre esse espaço para a expressão da cidadania. Só lamento comentários que confundem liberdade de expressão com liberdade para caluniar. E uma pequena observação: uma associação não têm clientes e assim como em qualquer profissão existem os honestos e os desonestos e os inteligentes e os ignorantes. Antes de comentar se informe.

“AJUFESP pede respeito a prerrogativas de advog...

Leônidas Scholz - Advogado Criminal (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

“AJUFESP pede respeito a prerrogativas de advogados”. Pois, bem. Impressionante a eficácia pedagógica do fluir dos tempos! Quase dois anos atrás, ao comentar matéria de Rodrigo Haidar, editor da revista eletrônica CONJUR, sobre episódio revelador de gritante conflito entre a postura de determinada autoridade policial federal e as prerrogativas da advocacia, averbei, textualmente: “É! ‘Casa de ferreiro, espeto de pau’. Quando o insulto à lei promana daqueles − servidores públicos − cuja função primordial reside precipuamente em cumpri-la e/ou aplicá-la, bem, ai, ‘alia jacta est’!” “Só não se esqueçam os que ignoram, ofendem ou menosprezam as franquias legalmente conferidas à advocacia de que também os agentes públicos, notadamente nestes tempos de invulgar e indiscriminada voracidade estatal persecutória, poderão precisar, assim como muitos já precisaram e têm precisado (que o digam as sucessivas e nominalmente sugestivas operações deflagradas pela polícia federal país afora), da assistência de advogado. E, pois, de suas prerrogativas profissionais, às quais - porque, então, inexorável a concreta percepção de que indispensáveis à efetiva defesa de seus próprios direitos e interesses - seguramente passarão a devotar e cobrar respeito.” “Afinal, nada como sentir na própria pele, provar do próprio veneno!” “Dèjá-vu” ???

Como leitor assíduo do Conjur, parabenizo o sit...

Jornalista Pereira (Jornalista)

Como leitor assíduo do Conjur, parabenizo o site pela cobertura de mais essa operação da PF e quanto a alguns comentários, lamento que algumas pessoas fiquem fazendo acusações sem provas e desejando ardentemente que seus chefes sejam encarcerados, ainda que nada seja provado contra eles. Se alguém é responsável por um fato, deve ser punido, mas leio cada absurdo nestes comentários que são lamentáveis do ponto de vista jurídico e até do razoável. Uma associação não tem clientes, tem associados, os juízes e funcionários públicos não são todos um bando de ladrões. Gente que posta um comentário como esse, apontando o dedo a cada fato, imagino eu, deve ser tão correta e dentro da lei, que nunca atravessou a rua fora da faixa. Fala sério!!! Parabéns à nota da Ajufesp, pede que sejam apuradas as responsabilidades e ainda apoia a operação da PF.

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