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Operação Hurricane

STJ rebate informações do jornal Correio Braziliense

No gabinete do ministro Luiz Fux, não existe e jamais existiu um assessor de nome Júlio. Essa é uma das afirmações de nota divulgada nesta quarta-feira (18/4) pelo Superior Tribunal de Justiça para desmentir reportagem do Correio Brasiliense.

O STJ rebateu as informações publicadas pelo jornal, segundo as quais os ministros Luiz Fux e Carlos Alberto Menezes Direito poderiam estar envolvidos no esquema investigado pela Operação Hurricane.

Segundo o Correio, gravações da Polícia Federal em escritórios de advocacia apontariam para o envolvimento dos ministros. Em um das gravações, uma pessoa chamada Júlio se apresenta como assessor do “Fucs”, que o jornal apontou como o ministro Fux. Mas, segundo a Corte, o ministro nunca teve qualquer assessor com esse nome.

O jornal também levanta suspeita sobre uma decisão do ministro Carlos Alberto Menezes Direito em favor do advogado Roberto Algranti. Mas o ministro não concedeu a liminar: “O ministro Carlos Alberto Menezes Direito indeferiu liminarmente medida cautelar impetrada pelo advogado Roberto Algranti no dia 24 de outubro de 2006”.

Veja a nota do STJ

O Superior Tribunal de Justiça, a propósito da matéria veiculada hoje no Correio Braziliense sob o título “Gravações comprometedoras – Ação de serviço secreto da PF”, esclarece:

- As afirmações acerca dos ministros não correspondem à realidade;

- No gabinete do ministro Luiz Fux, não existe e jamais existiu um assessor de nome Júlio. O ministro, tampouco, interferiu em favor do processo patrocinado pelo citado advogado Roberto Algranti;

- O ministro Carlos Alberto Menezes Direito indeferiu liminarmente medida cautelar impetrada pelo advogado Roberto Algranti no dia 24 de outubro de 2006;

- Os ministros Humberto Gomes de Barros e Castro Filho não tiveram qualquer participação no feito.

Revista Consultor Jurídico, 18 de abril de 2007, 21h56

Comentários de leitores

5 comentários

Pergunta para o Herman Como a matéria aqui d...

Ticão - Operador dos Fatos ()

Pergunta para o Herman Como a matéria aqui do site não transcreveu a reportagem gostaria que você me esclarecesse. Qual foi a "interpretações inverídicas e criminosas" feitas nesse caso ? Não houve telefonema? O interlocutor não disse se chamar Julio ? Não disse representar o "Fucs" ? Enfim, onde está a falsidade ?

NÃO FAÇA DE SEU CARGO UMA ARMA! Para o Valte...

Ticão - Operador dos Fatos ()

NÃO FAÇA DE SEU CARGO UMA ARMA! Para o Valter. Descartando as platitudes e os auto elogios, vamos a substancia. Disse o Valter: "Mas os seus alicerces estão sendo postos à prova e isto coloca em risco o sistema democrático de direito." Digo eu: Ora, a única forma de saber é testando, pondo a prova. Se os alicerces do judiciário não estão sólidos devemos ser informados disso para que possamos jogar fora a parte podre e injetar um pouco de cimento novo. Alias, o que coloca em risco o sistema democrático é o possível alicerce podre, e não o teste do alicerce. Parece que o Valter acha mais perigoso o povo saber que tem sugeira em baixo do tapete, e não o fato de ter sujeira. Ou seja, melhor parecer limpo do que ser limpo. A forma mais importante que o conteudo. O cargo mais importante que a conduta. Disse o Valter: "Sempre fui adepto da absolvição – embora muitos eu haja considerado culpados e, por isso, adotado a postura prevista na lei. Mas a condenação sempre me pareceu ser a última das últimas opções. Por que, a meu sentir, melhor conviver com o fato de haver deixado cem culpados soltos do que me sentir responsável pela prisão de apenas um e somente um inocente." Digo eu: "Cada um com seus pobremas." É o título da obra. Auto explicativo. Espero que o Valter não tenha absolvido muitos politicos, magistrados, emfim "gente importante" e condenado um monte de favelados e pobres. O juiz não deveria ser conduzido por conveniências pessoais. Deve sim ter claro na cabeça a realidade social e tratar de fazer a sua parte neste latifundio. Punir os culpados e absolver os inocentes. Se isso é difícil, trabalhoso, complicado, desgastante, inconveniente, bom, "cada um com seus pobremas". Disse o Valter: E aprendi, desde criança, que quanto mais alto for o posto ocupado por alguém na pirâmide social – e sem qualquer demérito a quem quer que seja – mais haverá de ser merecedor de respeito e de credibilidade, pois não se constrói uma sadia reputação do dia para a noite. Digo eu: Essa é de lascar. É a oligarquia na sua mais pura expressão. Já eu aprendi quando criança que devemos respeitar os outros não pelo CARGO que ocupam mas sim pela CONDUTA QUE PRATICAM. É certo que o conceito jurídico de reputação ilibada já foi jogado no lixo. O congressista pode falsificar documento e mesmo assim continua, juridicamente falando, tendo reputação ilibada. A ponto de se candidatar a cargo no TCU. Mas do ponto de vista social não tem. A reputação já foi pro lixo. O ponto mais pernicioso dessa afirmação do Valter é que ela é o primeiro tijolo da parede que protege, que garante a impunidade da chamada elite. Elite economica, cultural, politica, social. Os que detem poder. A parede que defende a teoria do "cidadão acima de qualquer suspeita". Veja o filme. Tolice achar que cargo é sinonimo de honestidade. Até porque existem juizes desonestos, senadores corruptos, deputados assassinos. Disso todos sabemos. Alias, e aquela conversa da "justiça cega" ou "todos iguais perante a lei" ? Não vale mais ? Disse o Valter: A única arma de que dispõe o magistrado é a confiança que a sociedade nele deposita. Digo eu: Sem dúvida. E quando ficamos sabendo pra quem o juiz anda telefonando, com quem anda conversando, ele perde a nossa confiança. Parece que é o caso. Por isso é didático revelar essas informações. Não manter esse segredo. Precisamos saber com quem ele anda. Se é amigo de bicheiro pode ser que juridicamente a reputação continue ilibada. Mas socialmente a reputação já foi pro lixo. E com razão. Disse o Valter: "Se é preciso afastar alguém da atividade judicante ou mandar um juiz para a cadeia, que isto aconteça quando e se absolutamente indispensável e necessário," Digo eu: Dado ao imenso poder de um juiz, deve ser afastado sempre que suspeito. Fica cuidando da burocracia. E se condenado, cadeia. Ou pena alternativa. Perda de função e não aposentadoria. Demissão por justa causa. Multa. Trabalhos comunitários. Sejamos criativos. Mas não a ponto de criar uma sinecura para o condenado. Um "Obter Dictum" (acertei a grafia?) = Imagine eu ser condenado a aposentadoria. Com salário integral. É tudo que a maioria dos brasileiros deseja. Disse o Valter: E, quem corta muito fundo “na própria carne”, com a mais respeitosa licença, parece-me agir tal qual um suicida. Digo eu: Suicida não. É alguem que quer se curar. Que quer extirpar o cancer. As vezes a necrose vai fundo. O pé necrosou, tem que amputar a perna. Disse o Valter: "Vejo, desde algum tempo, “parlamentar” sendo traduzido como sinônimo de “bandido”. E isto passou a ser considerado “normal”," Digo eu: Normal porque todos se livram usando aquele muro construido com o tijolo do "quanto mais alto o cargo, mais respeito merece" e o tijolo do "Sempre fui adepto da absolvição". Disse o Valter: "E, agora, já se começa a incluir “magistrado” no mesmo conceito," Digo eu: Sim, só agora, com MP e internet, é que essas informações estão sendo reveladas. Magistrado "bandido" sempre deve ter existido. O problema é que nunca era condenado. Só era aposentado a forceps. Disse o Valter: "... mídia ávida de sangue e de carniça que silencia sobre Guantánamo " Digo eu: Imagine o inverso. A midia só tratando de guantanamo e silenciando sobre os problemas do judiciário brasileiro. Ou silenciada por ordem judicial. Disse o Valter: E lhes peço licença para parodiar antiga orientação dos departamentos de trânsito: Não faça da sua caneta uma arma. A vítima pode ser você! Digo eu: Caso os leitores tenham dado licença para a paródia acima, me sinto no direito de parodiar também: "Não faça de seu cargo uma arma, a vítima pode ser você." Quem mandou liberar 900 maquinas caça-niquel. E aínda ficou bravo por não ser IMEDIATAMENTE atendido. Agora aguenta. Antonio Santos Mero e Reles Cidadão Brasileiro. 15/04/2006

Quem sabe agora o STJ tera mais cuidado em acei...

HERMAN (Outros)

Quem sabe agora o STJ tera mais cuidado em aceitar como verdade absoluta as interpretações inverídicas e criminosas arquitetadas pelos pseudos analistas do auto intitulado serviço de inteligência da Polícia Federal.

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