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Furação no polícia

Para PF, agentes da corporação estão envolvidos com caça-níqueis

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Comentários de leitores

6 comentários

14/04/2007 11:05h FICA, DR. PAULO, FICA! ...

Armando do Prado (Professor)

14/04/2007 11:05h FICA, DR. PAULO, FICA! Paulo Henrique Amorim Máximas e Mínimas 304 . A fantástica “Operação Hurricane” da Polícia Federal, que prendeu dois desembargadores do Tribunal Regional Federal, um juiz do Trabalho, um procurador da República, além de três delegados da PF, empresários, advogados (um deles vendia decisões do Superior Tribunal de Justiça), e notórios bicheiros do Rio essa é a primeira grande operação da PF contra o Judiciário – contra a “caixa preta” escondida na Justiça brasileira. . A corrupção no Executivo e no Legislativo está na cara de todo mundo. Faltava a PF começar a abrir a porta do Judiciário com a competência com que desfechou a “Hurricane”. . Agora, espera-se que a própria Justiça não passe a mão na cabeça dos presos, mande de volta pra casa, e todos façam como o desembargador Carreira Alvim, que já esteve afastado e voltou a exercer plenamente suas “funções” de magistrado. . É muito salutar que a PF tenha entrado na ante-sala de um tribunal superior, como STJ. Quantas decisões do STJ deixaram a sociedade perplexa, à busca de explicações? . A PF pode dar algumas dessas explicações... . Tomara que a “Hurricane” seja o argumento decisivo para manter o Dr. Paulo Lacerda no comando da PF. . Nunca a PF foi tão republicana e profissional. . Bem que o Ministro Tarso Genro poderia conseguir da “área econômica” os recursos que o Dr. Paulo pede para continuar a modernização da PF e a atualização dos salários de seus profissionais. . Fica, Dr. Paulo, fica! . O Farol de Alexandria, aquele que lançava luzes sobre a Antiguidade, foi à Associação Comercial (sua base política) do Rio e disse que não vê novidade nenhuma no Governo Lula. . Tem pelo menos uma, Presidente Fernando Henrique: no Governo Lula a Polícia Federal passou a prender rico e poderoso. . No Governo do Farol de Alexandria, a PF se notabilizou por uma operação, a Lunus, para beneficiar a campanha presidencial de José Serra, contra Roseana Sarney. . Foi uma operação tão “bem feita”, que se chegou a mandar um fax para o Palácio do Alvorada com o texto “missão cumprida”... . A Polícia Federal mudou. Mudou com Paulo Lacerda, no Governo Lula, e o Dr. Paulo deveria ficar no cargo.

- CUIDADO COM AS BALAS PERDIDAS DA CORRUPÇÃO, Q...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

- CUIDADO COM AS BALAS PERDIDAS DA CORRUPÇÃO, QUANDO ACERTAM CONTAMINAM O ALVEJADO DE MANEIRA IRREVERSIVEL ! Frase com todos os direitos reservados. Luiz pereira Carlos.

Não faça de sua caneta um pé-de-cabra.

Luismar (Bacharel)

Não faça de sua caneta um pé-de-cabra.

NÃO FAÇA DA SUA CANETA UMA ARMA! Abro o jorn...

Valter (Advogado Autônomo)

NÃO FAÇA DA SUA CANETA UMA ARMA! Abro o jornal e leio a manchete: “Desembargador Federal é preso em operação por possível envolvimento com o crime organizado”. Não sou nem pretendo ser advogado do ilustre magistrado em questão, que aprendi a respeitar mais pelo sobrenome que pela pessoa, porquanto na minha estante de trabalho e de estudos existem vários livros que veiculam essa verdadeira “marca” do ensino jurídico em cujo nível bem poucos conseguem chegar, e, com certeza, não por obra e graça do acaso. Mas não me poderia furtar de tecer alguns comentários a respeito, valendo-me do fato de encontrar-me aposentado e não mais sujeito à mordaça da Lei da Magistratura Nacional, que impede a emissão de juízos de valor sobre decisões proferidas por colegas no exercício de sua atividade jurisdicional. Aliás, fiz questão mesmo de nem saber o autor da referida decisão judicial, porquanto assim me considero mais livre para tratar do tema, destacando que o uso da palavra “possível”, para mim, faz toda a diferença. Na minha modesta opinião, o Poder Judiciário está vivendo uma fase de autofagia, não sei se orquestrada ou não; se conduzida por interesses menos ortodoxos ou não. Mas os seus alicerces estão sendo postos à prova e isto coloca em risco o sistema democrático de direito. Não defendo a impunidade e, quem me conhece mais de perto, sabe que jamais transigi com certos conceitos e valores, havendo perdido amigos e ganho inimigos em virtude dessa minha conduta, pois sempre procurei optar pela presunção de inocência e pela irrestrita observância do princípio do contraditório antes de decidir sobre situações em que o erro é irremediável, é fatal, ou, como dizem os letrados “causa prejuízo irrecuperável”. Sempre fui adepto da absolvição – embora muitos eu haja considerado culpados e, por isso, adotado a postura prevista na lei. Mas a condenação sempre me pareceu ser a última das últimas opções. Por que, a meu sentir, melhor conviver com o fato de haver deixado cem culpados soltos do que me sentir responsável pela prisão de apenas um e somente um inocente. Por que este um, segundo penso, não pode nem deve ser considerado apenas um simples número em fria estatística; mas um ser humano, credor do que de melhor a sociedade possa oferecer em termos de civilização e de exemplo. E aprendi, desde criança, que quanto mais alto for o posto ocupado por alguém na pirâmide social – e sem qualquer demérito a quem quer que seja – mais haverá de ser merecedor de respeito e de credibilidade, pois não se constrói uma sadia reputação do dia para a noite. Mas se a pode perder, ainda que injustamente, em um átimo de segundo. E que a culpa, quando o erro restar caracterizado, não seria jamais de quem pediu ou acusou de modo apressado e irresponsável; mas, a rigor e efetivamente, de quem decidiu. E quem decide sobre a vida e a honra alheias – é o que penso, com todo o respeito – não tem licença para errar. Pois tanto quanto para a morte não há retorno, também para a moral quebrada não há conserto. Tal qual papel picado jogado de cima de um prédio: não existe a menor possibilidade de serem juntados todos os pedacinhos e restabelecer-se a integridade original. Por isso ouso pedir, suplicar e rogar, encarecidamente, a quem ainda pensa que tem poder de decisão e acha que os ventos hão de soprar sempre na mesma direção: juízo, meu juiz. A única arma de que dispõe o magistrado é a confiança que a sociedade nele deposita. Se é preciso afastar alguém da atividade judicante ou mandar um juiz para a cadeia, que isto aconteça quando e se absolutamente indispensável e necessário, pois sabemos todos que uma maçã podre tem condições de estragar uma produção inteira de maçãs boas, sendo praticamente impossível ocorrer o contrário. Mas que ninguém esqueça do “devido processo legal” ou se entusiasme com a odiosa referência de que “estaria cortando na própria carne”; ou com o apelo da mídia que se nutre de “sangue” e de “carniça”, qual vampiros e abutres. Mais não seja, por que certos órgãos são considerados “vitais” não é à toa, mas por que sem eles o organismo não continua vivo. E jamais representou uma boa solução curar-se a doença matando o doente. E o Judiciário, tanto quanto o Legislativo, são órgãos vitais para a sobrevivência de um Estado de Direito, que pretenda ser Democrático. E, quem corta muito fundo “na própria carne”, com a mais respeitosa licença, parece-me agir tal qual um suicida. Vejo, desde algum tempo, “parlamentar” sendo traduzido como sinônimo de “bandido”. E isto passou a ser considerado “normal”, embora saibamos todos que a imensa maioria dos membros do legislativo é constituída de pessoas idealistas, honestas e responsáveis, não podendo qualificar-se de certo ou errado quem pensa diferente. E, agora, já se começa a incluir “magistrado” no mesmo conceito, quando sabemos que o Mal ainda está em minoria sobre a Terra e sob a Toga, embora muito bem assessorado em termos de marketing e de propaganda. Juízes de hoje e de sempre,com ou sem toga, não se iludam com as manchetes; não se deixem seduzir ou impressionar pelos poderosos de ocasião e de todos os quilates; e, menos ainda com a mídia ávida de sangue e de carniça que silencia sobre Guantánamo e chama de terroristas os mais fracos e oprimidos, que perderam o rumo e o prumo. E lhes peço licença para parodiar antiga orientação dos departamentos de trânsito: Não faça da sua caneta uma arma. A vítima pode ser você! Desembargador Valter Xavier, Presidente do Instituto dos Magistrados do Distrito Federal. 13/04/2007.

A PF corta na carne sem dó nem piedade. Dever...

Luismar (Bacharel)

A PF corta na carne sem dó nem piedade. Deveria servir de exemplo para as outras instituições que continuam acoitando suas maçãs podres.

A corrupção está geral!!!!!Tenho a sensação de ...

Flávio Brasil Marzano (Procurador Autárquico)

A corrupção está geral!!!!!Tenho a sensação de ser otário por ser honesto e não me corromper!!!!

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