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Comentários de leitores

11 comentários

O livro da Sabedoria, cap 6 faz exortação para ...

clesius (Contabilista)

O livro da Sabedoria, cap 6 faz exortação para desejar a Sabedoria.!Ouvi, pois, ó reis, e entendei;Prestai ouvidos, vós que reinais sobre as nações e vos gloriais do numero de vossos povos! Porque é do Senhor* que recebestes o poder, e é do Altíssimo que tendes o poderio; é ele que examinará vossas obras e sondará vossos pensamentos. * Do Senhor; é Deus que dá o poder e a autoridade, mesmo quando os soberanos são escolhidos pelo povo. Se, ministros do reino, vós não julgastes equitativamente, nem observastes a lei, nem andastes segundo a vontade de Deus, ele se apresentará a v´s, terrivel, inesperado, porque aqueles que dominam serão regorosamente julgados. Ao menor, com efeito, a compaixão atrai o perdão, mas os poderosos serão examinados sem piedade. Para os poderosos o julglamento será severo". Pergunta: Temos três poderes constituidos: os executivos e legislativo escolhemos.Por que o judiciário está fora de processo? por que? Por que nos não podemos escolher entre dois, tres, cinco candidatos a escolhe-lo por maioria?

Caros Wagner, José Henrique, Dr. Valter e todos...

fatmancofat (Outros)

Caros Wagner, José Henrique, Dr. Valter e todos: Neste mês de março/07 eu participei de 2(duas) audiências pleiteando meus direitos. Sou um deficiente fisico, muletante e cadeirante e obeso com 47anos de idade e muitas dificuldades em geral. Dificilmente saio de casa pois preciso de favores de carona de meu sogro e alguns amigos qdo podem. Bem, perdí meus direitos nas duas sentenças sendo os JUIZES de Varas Diferentes da Cidade Judiciária de Campinas-SP. Fiquei muito nervoso de que maneira absurda e negligente que aqueles JUIZES me prejudicaram nessa minha vida e ignoraram meus direitos pleiteados como cidadão brasileiro de bem que sou pois nunca roubei, matei, ou prejudiquei alguem na minha vida. Tenho meus principios dentro de um padrão moral e sigo-os sempre. Más é isso, os JUIZES se acham DEUS, fazem conosco o que querem, como querem e nós não temos o direito de protestar alí na hora e jamais podemos fazer nada? Porque essa mesma Policia Federal não envia seus homens aqui no Forum de Campinas pra fazer perguntas as partes prejudicadas se elas estão contentes ou aliviadas pelas suas sentenças? E também verificarem de perto as condutas dos Magistrados Campineiros? Será que não está na hora ou já passou da hora de esses JUIZES terem seus poderes um pouco mais abrandados sob uma fiscalização de uma comissão dos direitos humanos na prática? E então Doutor Ministro da Justiça Brasileira, o senhor não vai fazer nada para a Justiça realmente tomar parte das sentenças aqui promulgadas? Olha eu fui trouxa em acreditar e sonhar com essa Justiça dentro do Fórum, más Burro eu não sou Não, Certo? Somos Todos Seres Humanos e Temos a Mesma Sede e Fome e Necessidades Não è Mesmo Sr. Ministro da Justiça?? Ou será que estou errado por ser deficiente fisico e gordo incoveniente à todos? Pensem Nisso!!!!

Caro José Henrique, Falta só você pedir a vo...

Valter (Advogado Autônomo)

Caro José Henrique, Falta só você pedir a volta dos militares e do AI-5. Em que mundo você vive? Devolvo a pergunta! Valter.

"...embora saibamos todos que a imensa maioria ...

J. Henrique (Funcionário público)

"...embora saibamos todos que a imensa maioria dos membros do legislativo é constituída de pessoas idealistas, honestas e responsáveis..." "...quando sabemos que o Mal ainda está em minoria sobre a Terra..." Sob a toga ainda não sei mas em que mundo o senhor vive? estou cansado desse lero-lero de minoria, banda podre etc. Jesus disse que pelos frutos julgareis a árvore. Que frutos os o congresso nacional (assim mesmo) produziu nos últimos anos? Quantos criminosos do colarinho branco ou dos altos estamentos foram condenados mesmo com provas gritantes. Na verdade, muitos foram livrados dos processos pela morosidade do judiciário (assim mesmo) que não duvido seja calculada. Porque a polícia do RJ só chega a autoria de 4% do homicídio e desses, muitos escapam pela inépcia da denúncia e são liberados pelo judiciários?

Indago com toda a sinceridade...!!! HAVERÁ P...

Dr. Tarcisio (Advogado Autônomo)

Indago com toda a sinceridade...!!! HAVERÁ PUNIÇÃO PARA OS DIGNISSIMOS...??? Nem preciso dizer qual será a "sentença" dos mesmos....esse filme é velha repetição de outros casos.

A ação da PF só pode ser realizada com a autori...

vicente (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

A ação da PF só pode ser realizada com a autorização e Determinação de um Magistrado,e isto é importante, pois o Judiciário não esta com vendas nos olhos em relação aos seus pares. É triste ver o nome de um culto jurista nacional envolvido em fato de natureza distante do justo.

Suas excelências devem aproveitar o SPA público...

Armando do Prado (Professor)

Suas excelências devem aproveitar o SPA público para entender como funciona nossas prisões e recolhimentos, e também para refletir melhor antes de decidir a prisão de outrem.

Tenho opiniões bem modestas e objetivas, mais...

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Tenho opiniões bem modestas e objetivas, mais questões. Por que no Brasil, diferente dos países da Common Law, o magistrado é tão intocável? E agora a magistratura que avilta a advocacia, olhando para os advogados sempre de cima para baixo, com desdém de quem é de estamento de nobreza olhando a plebe do jurídico, será que agora irão regatear aos advogados que contratarão para defendê-los os ínfimos honorários que o Judiciário adora rebaixar cada vez mais aos advogados? E haverão por certos casos de enganos. A questão é: Será que agora a Magistratura irá rever a inadimissibilidade do dano moral punitivo? Quando é a imagem pessoal da plebe, dois mil reais é uma indenização razoável por um linchamento moral. E agora que é a magistratura linchada pela mesma imprensa que afirmo, a mesma magistratura que se sente linchada é que anima a esta carnificina contra imagem alheia, vide caso de programas como do Ratinho onde o STJ rebaixa as indenizações, a valores ínfimos perto do que lucram as emissoras fazendo este circo de horrores... Será que a Magistratura perderá esta oportunidade de auto-crítica? Ou continuará a idéia de passados idos que desemprego era coisa só de vagabundo, depois que assalto só acontecia com quem não se prevenia, e outros aforismos com mesmo fundamento, "nunca acontecerá comigo", e vemos os resultados...

Hoje vou dormir um pouco melhor, sabendo que a ...

Fftr (Funcionário público)

Hoje vou dormir um pouco melhor, sabendo que a cadeia não é só para os pobres. Ainda resta esperança de um país melhor e mais justo! Parabéns ao Departamento de Polícia Federal!

Caro Valter, Não concordo com a sua opinião de...

Émerson Fernandes (Advogado Autônomo - Civil)

Caro Valter, Não concordo com a sua opinião de que há pressa na determinação da prisão dos magistrados envolvidos na investigação. Pelo artigo percebemos que a investigação durou mais de seis meses, tempo suficiente para conclusões seguras quanto os indícios de autoria e materialidade. Além do mais, a investigação foi conduzida por ministros da mais alta corte do país, situação que não coaduna com qualquer "teoria da conspiração" ventilada no comentário (refiro-me a seguinte parte: "o Poder Judiciário está vivendo uma fase de autofagia, não sei se orquestrada ou não; se conduzida por interesses menos ortodoxos ou não"). Igualmente acho estranho a opinião de que apenas os suicidas "cortam tão fundo a própria carne", pois, acho que o presente fato, como outros relacionados, ainda são uma tímida reação do Poder Judiciário, que, no meu entender, padece de muitos problemas a serem enfrentados. Concordo, porem, com o comentário quando critica a atitude da imprensa, que, irresponsavelmente, julga sem dó nem piedade aqueles que não foram condenados. E essa opinião já manifestei aqui por diversas vezes. Porem, os magistrados não podem deixar de determinar os atos necessários ao melhor aproveitamento do processo, pensando na repercussão midiática que pode ocorrer, principalmente quando está envolvido um magistrado, sob pena de prevaricação.

NÃO FAÇA DA SUA CANETA UMA ARMA! Abro o jo...

Valter (Advogado Autônomo)

NÃO FAÇA DA SUA CANETA UMA ARMA! Abro o jornal e leio a manchete: “Desembargador Federal é preso em operação por possível envolvimento com o crime organizado”. Não sou nem pretendo ser advogado do ilustre magistrado em questão, que aprendi a respeitar mais pelo sobrenome que pela pessoa, porquanto na minha estante de trabalho e de estudos existem vários livros que veiculam essa verdadeira “marca” do ensino jurídico em cujo nível bem poucos conseguem chegar, e, com certeza, não por obra e graça do acaso. Mas não me poderia furtar de tecer alguns comentários a respeito, valendo-me do fato de encontrar-me aposentado e não mais sujeito à mordaça da Lei da Magistratura Nacional, que impede a emissão de juízos de valor sobre decisões proferidas por colegas no exercício de sua atividade jurisdicional. Aliás, fiz questão mesmo de nem saber o autor da referida decisão judicial, porquanto assim me considero mais livre para tratar do tema, destacando que o uso da palavra “possível”, para mim, faz toda a diferença. Na minha modesta opinião, o Poder Judiciário está vivendo uma fase de autofagia, não sei se orquestrada ou não; se conduzida por interesses menos ortodoxos ou não. Mas os seus alicerces estão sendo postos à prova e isto coloca em risco o sistema democrático de direito. Não defendo a impunidade e, quem me conhece mais de perto, sabe que jamais transigi com certos conceitos e valores, havendo perdido amigos e ganho inimigos em virtude dessa minha conduta, pois sempre procurei optar pela presunção de inocência e pela irrestrita observância do princípio do contraditório antes de decidir sobre situações em que o erro é irremediável, é fatal, ou, como dizem os letrados “causa prejuízo irrecuperável”. Sempre fui adepto da absolvição – embora muitos eu haja considerado culpados e, por isso, adotado a postura prevista na lei. Mas a condenação sempre me pareceu ser a última das últimas opções. Por que, a meu sentir, melhor conviver com o fato de haver deixado cem culpados soltos do que me sentir responsável pela prisão de apenas um e somente um inocente. Por que este um, segundo penso, não pode nem deve ser considerado apenas um simples número em fria estatística; mas um ser humano, credor do que de melhor a sociedade possa oferecer em termos de civilização e de exemplo. E aprendi, desde criança, que quanto mais alto for o posto ocupado por alguém na pirâmide social – e sem qualquer demérito a quem quer que seja – mais haverá de ser merecedor de respeito e de credibilidade, pois não se constrói uma sadia reputação do dia para a noite. Mas se a pode perder, ainda que injustamente, em um átimo de segundo. E que a culpa, quando o erro restar caracterizado, não seria jamais de quem pediu ou acusou de modo apressado e irresponsável; mas, a rigor e efetivamente, de quem decidiu. E quem decide sobre a vida e a honra alheias – é o que penso, com todo o respeito – não tem licença para errar. Pois tanto quanto para a morte não há retorno, também para a moral quebrada não há conserto. Tal qual papel picado jogado de cima de um prédio: não existe a menor possibilidade de serem juntados todos os pedacinhos e restabelecer-se a integridade original. Por isso ouso pedir, suplicar e rogar, encarecidamente, a quem ainda pensa que tem poder de decisão e acha que os ventos hão de soprar sempre na mesma direção: juízo, meu juiz. A única arma de que dispõe o magistrado é a confiança que a sociedade nele deposita. Se é preciso afastar alguém da atividade judicante ou mandar um juiz para a cadeia, que isto aconteça quando e se absolutamente indispensável e necessário, pois sabemos todos que uma maçã podre tem condições de estragar uma produção inteira de maçãs boas, sendo praticamente impossível ocorrer o contrário. Mas que ninguém esqueça do “devido processo legal” ou se entusiasme com a odiosa referência de que “estaria cortando na própria carne”; ou com o apelo da mídia que se nutre de “sangue” e de “carniça”, qual vampiros e abutres. Mais não seja, por que certos órgãos são considerados “vitais” não é à toa, mas por que sem eles o organismo não continua vivo. E jamais representou uma boa solução curar-se a doença matando o doente. E o Judiciário, tanto quanto o Legislativo, são órgãos vitais para a sobrevivência de um Estado de Direito, que pretenda ser Democrático. E, quem corta muito fundo “na própria carne”, com a mais respeitosa licença, parece-me agir tal qual um suicida. Vejo, desde algum tempo, “parlamentar” sendo traduzido como sinônimo de “bandido”. E isto passou a ser considerado “normal”, embora saibamos todos que a imensa maioria dos membros do legislativo é constituída de pessoas idealistas, honestas e responsáveis, não podendo qualificar-se de certo ou errado quem pensa diferente. E, agora, já se começa a incluir “magistrado” no mesmo conceito, quando sabemos que o Mal ainda está em minoria sobre a Terra e sob a Toga, embora muito bem assessorado em termos de marketing e de propaganda. Juízes de hoje e de sempre, não se iludam com as manchetes; não se deixem seduzir ou impressionar pelos poderosos de ocasião e de todos os quilates; e, menos ainda com a mídia ávida de sangue e de carniça que silencia sobre Guantánamo e chama de terroristas os mais fracos e oprimidos, que perderam o rumo e o prumo. E lhes peço licença para parodiar antiga orientação dos departamentos de trânsito: Não faça da sua caneta uma arma. A vítima pode ser você! Desembargador Valter Xavier, Presidente do Instituto dos Magistrados do Distrito Federal. 13/04/2007.

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