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Ives Gandra fala de exercício de cidadania em seu novo livro

“Quando os brasileiros tiverem a consciência de que os governos estão a seu serviço, e não eles a serviço dos governos, e começarem a protestar, assim como controlar seus representantes, talvez os acontecimentos de corrupção e a confusão entre dinheiros públicos e privados, protagonizados pelos detentores do poder, não mais se repitam.”

O trecho acima faz parte da obra Exercício de Cidadania, do advogado Ives Gandra Martins, que será lançada no dia 19 de abril, às 19 horas, no Centro de Treinamento Cenofisco, em São Paulo.

Com a publicação deste livro, o autor pretende estimular os brasileiros a lutar por um ideal maior de cidadania. “Só a prática da cidadania cobriria os ainda frágeis alicerces da democracia brasileira, resgatando a importância de ser cidadão.”

Em diversos artigos, o professor Ives Gandra aborda questões fundamentais para o exercício da cidadania, como: Insegurança Jurídica Máxima; Em defesa do Congresso Nacional; Reforma Eleitoral; Tributação e Corrupção; A Reforma Fiscal Necessária; entre outros. O autor trata ainda, com profundidade, a questão das atividades do profissional do Direito.

O autor

Ives Gandra da Silva Martins é advogado em São Paulo desde 1958. Foi professor titular de Direito Constitucional da Universidade Mackenzie, autor de mais de 50 livros individuais e 200 em conjunto. Ele foi presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp), do Partido Libertador em São Paulo e conselheiro da seccional paulista da OAB. Atualmente, preside o Centro de Extensão Universitária e o Conselho Superior de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

Serviço

Publicação: Lex Editora

Páginas: 266

Valor: R$ 59

Endereço do lançamento: avenida Paulista, 1.337, 23º andar — São Paulo.

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Revista Consultor Jurídico, 12 de abril de 2007, 0h02

Comentários de leitores

2 comentários

Exercicio de cidadania prezado Mestre IGM, até ...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

Exercicio de cidadania prezado Mestre IGM, até que tentamos, mas veja no que deu... TENTATIVA No. 01. LINHA AMARELA - DENÚNCIA ‘DOCUMENTADA’ CONTRA PROMOTORES E PEDAGIO LINHA AMARELA COM RELAÇÃO À PREVARICAÇÃO, LICITAÇÃO FRAUDULENTA JUNTO AO PEDAGIO URBANO MUNICIPAL DA AVENIDA CARLOS LACERDA. LAMSA. Autor : MINISTERIO PUBLICO Réu : LUIZ PEREIRA CARLOS Processo Nº 2004.001.028447-0 Processo Nº 2004.001.028447-0 A Quando você combate o crime organizado e eles não podem ou não devem correr o risco de apurar os fatos em face do corporativismo, eles usam de todas as armas para torcer a verdade e quando não conseguem e se vêem acuados, vale tudo, inclusive sentença de morte. Imputar Insanidade para eliminar o Denunciante é comum na história da humanidade. O poder da corrupção chegou ao seu limite Maximo. Vale lembrar que ficar por 45 dias e 45 noites num manicômio sendo drogado e submetido a tal decisão, pode ser uma sentença de morte. O Tribunal que me julga é de Exceção e os envolvidos no esquema da Linha Amarela são do próprio poder judiciário. Pergunto-me. O que aconteceu a Tancredo Neves, onde esta Ulisses Guimarães, quem matou Celso Daniel, porque uma Juíza que só esteve comigo duas vezes, sequer nos falamos nas audiências cuja duração não ultrapassou 60(sessenta) minutos, opta por um exame de Insanidade e dependência de drogas? DO ABUSO DE PODER: Intimamos o Réu a comparecer no Presídio da Rua Frei Caneca/RJ no. 401-fundos, Tel. 2504.4945 e 2293.8791, ala de custodia de tratamento psiquiátrico *Heitor Carrilho/RJ, afim de que o mesmo seja submetido a exame de sanidade mental, designado para o dia 04/04/2007 as 9:00 horas, conforme oficio No. 5503/2006/SEAP/SUPS/CSSP-HH, datado de 21/12/2006. O Dr. Carlos Roberto A. de Paiva substabelecido pela Dra. Sonia F. Barroso, informa ao tribunal em oficio No. 5288/2006/OF que o réu esta devidamente convocado, e solicita seja encaminhado INCIDENTE contendo COPIAS, da Denuncia, Auto de prisão em flagrante, interrogatório, quesitos e informações hospitalares se houver. DO INCONFORMISMO: SUBMETER RÉU PRIMARIO, A EXAME DE SANIDADE MENTAL, MESMO QUE ESSE SE NEGUE AOS EXAMES, AOS 58 ANOS, CASADO HÁ 35 ANOS COM A MESMA ESPOSA, PAI DE QUATRO FILHOS (CRIADOS), AVÔ, QUE NÃO BEBE, NÃO FUMA, NÃO JÓGA NUNCA TEVE PROBELEMAS COM A POLICIA OU A JUSTIÇA, NÃO TEM HISTORICO COMPATIVEL COM A INTIMAÇÃO, E AINDA TRABALHA PARA AJUDAR TODA ESSA TURMA. APENAS, PARA DEIXAR DE APURAR DENUNCIA QUE CARIOCAS ESTÃO SENDO ENGANADOS, COM CONSENTIMENTO DO PODER JUDICIARIO, NA COBRANÇA DE PEDAGIO NA AVENIDA CARLOS LACERDA. EXPONDO A INTEGRIDADE FISICA DO RÉU EM FACE DOS DENUNCIADOS E AUTORES, CORRENDO SÉRIOS RISCOS DE SER ENVENENADO, CONTAMINADO E ATÉ MESMO ASSASSINADO PELO ESQUEMA NO DECORRER DO EXAME. DA AÇÃO: Tipo de ação: Art. 138 do CP – Calunia e difamação contra promotores do MPRJ e Pedágio Linha Amarela na Avenida Carlos Lacerda/RJ. DA DECISÃO: Tipo do movimento: Conclusão a MM. Juíza Dra. CARMEN RIBEIRO VALENTINO. Decisão: ´... em razão de cautela processual, com base no art. 502 do CPP, DETERMINAR A INSTAURAÇÃO DE INCIDENTE DE SANIDADE MENTAL DO ACUSADO (mesmo que este se negue ao exame), a ser processado em autos apartados, com cópia das seguintes peças: denúncia, representação de fls. 02C/03, moção de fls. 05/11, interrogatório, oitiva das testemunhas e alegações finais das partes, vindo-me conclusos, para as providências de prosseguimento. Ciência às partes. *Conheça parte da Historia do Hospital Heitor Carrilho. http://www.arp.org.br/relatorio.php?cod_relatorios=17 TENTATIVA No. 02. Processo No. 2005.209.008929-4 Tipo de Ação: Obrigação de fazer e Tutela Antecipada. Tipo de documento: Peça de Informação. MM. Dr. Juiz de Direito Sr. Carlos Fernando Potyguara. Luiz Pereira Carlos vem por meio desta petição, para efeito de cumprimento de prazo, informar ao MM. Juiz que substabeleceu por direitos para sua defesa a DPGERJ. Que em face de noticia de intimação que Vossa Excelência teria embargado a gratuidade de justiça e mandado o Réu procurar outro advogado, a DPGERJ da Barra da Tijuca, nesta data 10/04/2007 conforme boleto amarelo (anexo) informa ao Réu que nada pode ser feito. Ou seja, abandonou o Réu. Nesse sentido o Réu ficou órfão de advogado e sem as mínimas condições por motivos financeiros de constituir por via particular um novo defensor, se quer indicar um Advogado Dativo de sua preferência para que esse tribunal nomeie. Por outro lado Vossa Excelência se recusa em receber oficialmente peças de informações deste Réu, que deseja juntar documentação comprobatória de sua frágil condição de MOTORISTA DE CAMINHÃO sem residência própria, morando de favor em imóvel de terceiros, com rendimentos mínimos para subsistência de sua família, conforme declaração anexada de IRPF. Tal atitude deste Tribunal me parece extremamente cruel e desumano, cercearam meu sagrado direito de defesa, o direito de petição, e pretendem me condenar, amordaçado, à revelia sem ao menos ter o direito de juntar declaração de Imposto de Renda, comprovante profissional, e comprovante de que foi retirada da Internet a pagina denominada – Pedágio Urbano da Linha Amarela é Crime – como solicitado pelo Autor. Na verdade sempre esperamos muito pouco do poder judiciário no Brasil, mas nunca imaginamos que noticiar um esquema criminoso de pedágio em avenida, inconstitucional, com fortes indícios de Fraude na licitação, fosse tratado dessa maneira. Ninguém apura a noticia fundamentada, documentada e ainda cerceiam o direito de defesa do noticiante. Seja o que Deus quiser. Mui respeitosamente Luiz Pereira Carlos.

Depois que esse senhor se juntou a outros na de...

Ruberval, de Apiacás, MT (Engenheiro)

Depois que esse senhor se juntou a outros na defesa da Emenda nº 3, perdeu a graça.

Comentários encerrados em 20/04/2007.
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