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Cratera do Metrô

Justiça paulista homologa três acordos de vítimas do Metrô

Os três primeiros acordos judiciais envolvendo parentes de duas vítimas fatais das obras da Linha Amarela do Metrô de São Paulo foram homologados nesta segunda-feira (9/4) pela Justiça paulista. No dia 12 de janeiro, as obras desabaram, deixando sete pessoas mortas.

A conciliação, que dispensou processo judicial, aconteceu no Fórum João Mendes e envolveu as famílias do motorista e do cobrador da lotação, ambos soterrados no acidente.

Da parte do motorista, Reinaldo Aparecido Leite, houve dois acordos. Um com a mulher, Ezilene Gomes Dourado, e outro com os pais dele, José David Leite e Augusta Maria do Carmo Leite.

Outro acordo foi feito com Taís Ferreira Gomes, viúva do cobrador da lotação, Wescley Adriano Silva.

Todas as negociações foram promovidas em sigilo para evitar, segundo entendimento do Consórcio Via Amarela e Unibanco AIG Seguros S/A, que influencie os demais casos.

A juíza Maria Lúcia Pizzotti, que conduziu a audiência de conciliação, ressalta que a vantagem em se fazer acordo é a certeza da solução e cumprimento rápido.

Revista Consultor Jurídico, 9 de abril de 2007, 20h33

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