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Nu artístico

Justiça da Indonésia inocenta Playboy de acusação de pornografia

O editor-chefe da revista Playboy indonésia não violou leis de indecência na mais populosa nação muçulmana do mundo e não terá de cumprir pena de prisão. A decisão é do juiz Efran Basyuning, da Corte Distrital de Jacarta do Sul.

Se fossem aplicadas as leis locais, o editor Erwin Arnada poderia ser condenado até dois anos e meio de prisão por ser responsável pela publicação da revista, que, na versão indonésia, apresenta apenas fotos de mulheres com lingerie. Algumas com os seios levemente descobertos.

Apesar de as fotos serem menos reveladoras do que as mostradas por muitas outras revistas do país, conservadores os autores da ação exigiram imediatamente o fechamento da versão “light” da Playboy indonésia assim que ela chegou às bancas um ano atrás. Mas não conseguiram. Segundo a Agência Estado, os religiosos fundamentalistas ficaram enfurecidos com a decisão.

Para o editor, a vitória não é dele, mas sim da liberdade de expressão. “A Playboy indonésia agradece aos leitores e anunciantes que apoiaram a revista durante esse momento difícil”, disse ele na Corte, cercado por 600 policiais.

Revista Consultor Jurídico, 5 de abril de 2007, 13h13

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