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Dossiê PT-sanguessugas

Delegado assume responsabilidade pelo vazamento de fotos

O delegado da Polícia Federal Edmilson Bruno, que prendeu os petistas Valdebran Padilha e Gedimar Passos com R$ 1,75 milhão no hotel Íbis em São Paulo, assumiu, neste sábado (30/9), que foi o responsável pelo vazamento das fotos do dinheiro e disse ainda que, na segunda-feira (2/10), em entrevista coletiva, dirá "coisas surpreendentes". As informações são do Portal Estadao.

Inicialmente, o delegado negou ter distribuído o CD com as fotos do dinheiro apreendido pela Polícia Federal. Segundo ele, o CD havia sumido de seu arquivo pessoal entre quinta à noite e sexta de manhã. Ao perceber o sumiço, ele admitiu ter feito ligações para alguns jornalistas para checar se alguém tinha o CD.

O delegado defendeu uma “ampla divulgação” dos dados sobre a compra do dossiê contra o candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, José Serra, pelo qual o PT pretendia pagar R$ 1,75 milhão. “O povo tem o direito de saber tudo”, disse. “O erro foi não ter dado publicidade, inclusive do dinheiro apreendido, logo no começo da investigação.”

Agora, o delegado vai depor no inquérito aberto para investigar o vazamento do CD com as 23 imagens da montanha de dólares e de reais.

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Revista Consultor Jurídico, 30 de setembro de 2006, 20h56

Comentários de leitores

6 comentários

parabens a Policial Federal, em especial o Dele...

advogado curioso (Advogado Autônomo)

parabens a Policial Federal, em especial o Delegado que trabalhou, mostrar a foto, alguém mostrou e foi muito correto, (como diz no interior, mata a cobra e mostrao pau que a matou) pois dizem que a mala não existia, nõ tinha dinheiro, tinha material de campanha, para mostrar ao COMPANHEIRO, aliás no PT, quando falam em companheiro, quer dizer cumplice da quadrilha de Ali Babá, material de campanha é no diretório, não escondido no Hotel, mentiroso, depoente safado, eles acham que todo mundo é bobo, mas o Ministro não deixou mostrar a foto, pois a cobra morreu sózinha, exemplo se-suicidou-se (palavras Juca Chaves), pegou o revolver atirou para cima, esperou a bala cair, para dizer que foi assassinado por outro, ah.ah.ah, esperto o cumplice, mas tinha as cameras e foi filmado, não foi montada a máquina, alias, quadrilha safada, engana uma vez, mas não sempre, os segurança declararam que sempre foi comum buscar dinheiro, até depois do expediente (Banco Santos) onde o PT tinha conta, o Sarney, querem mais, verifiquem na Internet, pois eles sacaram o dinheiro antes do banco quebrar, querem mais ....rs....rs..rs..

Vemos todos os dias sendo divulgado na mídia tr...

HERMAN (Outros)

Vemos todos os dias sendo divulgado na mídia trechos de interceptações de ligações telefônicas, das estrepitosas operações policiais - aliás, propaganda do governo petista - o que, é crime previsto na lei 9. 296/96 e vedado pela CF/88. Nem a Polícia Federal nem ninguém tomou providências, agora, querem saber quem vazou a informação de fotografias de dinheiro apreendido, que em nada pode interferir no processo, e ainda processar o Delegado que brilhantemente desvendou criminosos tentando mudar o rumo do País com corrupção, como sempre o fizeram! Tenham paciência e, peroba neles!

Na esteira do que asseriu o eminente e intrépid...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Na esteira do que asseriu o eminente e intrépido Ministro Marco Aurélio, não se pode olvidar que a regra é a transparência, a exceção, o sigilo. Destarte, o Delegado da PF não cometeu nenhum ilícito. Aliás, ao que parece, forças ocultas que se espalham na própria PF parecem seguir uma orientação dirigida a punir esse Delegado a qualquer custo menos pela divulgação das fotografias do que pelo fato de ter descoberto a trama urdida pelo PT e prendido seus membros em flagrante. Essas forças ocultas, que são a prova cabal do perigo e do risco da ausência de transparência, não hesitam em usar qualquer subterfúgio, qualquer fato, para alcançar seu desígnio: punir e prejudicar o Delegado. E sinto-me bastante a vontade para falar desse assunto, pois tenho criticado e resistido às investidas abusivas da PF e seus membros contra as prerrogativas dos advogados. Nem por isso sou do tipo que transforma a luta pelos direitos assegurados na Constituição e na lei infraconstitucional em instrumento de vindita pessoal. Isso é para os covardes, para os que não têm a seu favor a lógica, a razão e o compromisso ético de defender as liberdades civis. O Brasil assiste mais uma vez a uma caça às bruxas. Desta feita dentro da própria sede dos prestigiadores. (a) Sérgio Niemeyer sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

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