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Bola da vez

PF planejaria ação contra escritórios de advocacia

A Polícia Federal pode desencadear uma operação contra escritórios de advocacia, especialmente contra criminalistas. A notícia é do jornalista Mino Pedrosa, publicada no site Quid Novi.

De acordo com o texto, a operação — batizada de Rubi em referência à pedra usada na ornamentação dos anéis de bacharéis em Direito — está fundamentada em escutas telefônicas que “flagraram nobres causídicos em meio a ações heterodoxas que envolvem honorários milionários recebidos sem o recolhimento de impostos — ou seja, por Caixa Dois — e evasão de divisas”.

Procurados pela revista Consultor Jurídico, a Polícia Federal em São Paulo e em Brasília e o Conselho Federal da OAB afirmaram que desconhecem a operação.

Ainda segundo a notícia, um advogado “com franco acesso a gabinetes ministeriais em Brasília, inclusive ao Ministério da Justiça”, já circula com Habeas Corpus preventivo como precaução. “A partir da apreensão de documentos em escritórios de advocacia, será possível desfiar novelos que levam a quadrilhas do crime organizado que se escondem sob o sigilo de advogados”, escreveu Mino Pedrosa.

Revista Consultor Jurídico, 15 de setembro de 2006, 15h50

Comentários de leitores

7 comentários

A Polícia Federal deveria tentar trabalhar melh...

Baudelaire (Advogado Autônomo)

A Polícia Federal deveria tentar trabalhar melhor e vigiar as fronteiras impedindo o contrabando de armas e drogas. Se não existe número de funcionários suficiente, que denunciem, de modo claro e incisivo, à população, essa dificuldade. Agora, quando ao fato de advogados não informarem seus rendimentos de forma correta, isso é infração que deve ser investigada pela Receita Federal, que dispõe de ferramentas muito mais eficientes do que as da PF, para detectar tais problemas.

Parabens ao Eduardo Elias, é certo que as ARMAS...

Junior (Outros)

Parabens ao Eduardo Elias, é certo que as ARMAS e também as DROGAS, todos nos sabemos que entram pelas fronteiras; sejam elas terrestres, marítimas e aérea; portanto, se no prédio da polícia federal do RIO some do depósito lacrado e policiado DOIS MILHÕES até mesmo TONELADAS DE PÓ; dá para se imaginar o que fazem eles na fronteira; lá é um feudo. Então, vamos investigar os policiais federais; que são capazes de ROUBAR a si mesmos, são capazes de roubar e matar CHINEZ, e de matar um GARÇON covardemente, algemado e indefeso na carceragem; portanto, estamos lidando com o lixo humano; eis que, bons policiais dotados de experiencia e maturidades não correm atrás de advogados; pois o advogado que é bandido cai sozinho nem precisa investigar ou prendê-los. Assim sendo, enquanto uns poucos políciais federais correm atrás de advgodados, o foco a respeito da fronteira é desviado; não vamos mais imaginar o que passa pelas fronteiras e também o que some nos prédios da polícia federal, portanto, o que eles os federais fazem sob os advogado é nada menos que limpar o labéu largo deixado a pouco tempo atrás, mas, que beneficiam, a eles mesmos, induzindo que a existência do crime organizado e que esses criems se dão por ação de advgogados e não deles; viu só, e mero desvio de atenção, para chamar o advogado para esta pantomina causada por eles mesmos, se eles, os policiais trabalhassem bem não precisariam agora estar fazendo tudo e reveleando na mídia, as revelações de suas ações são para tapar o que antes mostrava como era a polícia federal e como nós imaginamos que seja na fronteira.

Na democracia, ninguém está acima da lei. A lei...

LUÍS  (Advogado Sócio de Escritório)

Na democracia, ninguém está acima da lei. A lei garante prerrogativas aos escritórios de advocacia, para que o cidadão possa ser defendido de arbitrariedades praticadas pelo próprio Estado. A quebra de tais prerrogativas implica em desrespeito à lei. Se a medida for cercada das cautelas legais, será válida. Mas se o objetivo da diligência for conseguir provas em relação a clientes, será abusiva, pois o Estado deve utilizar-se de meios investigativos próprios, sem recorrer à quebra da relação entre o advogado e cliente, que é indíspensável à garantia democrática.

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