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Comentários de leitores

7 comentários

ë missão constitucional do judiciário apreciar ...

Luiz (Advogado Sócio de Escritório)

ë missão constitucional do judiciário apreciar todo e qualquer pedido, de lesão ao direito. Independentemente da qualificação e profissão da pessoa em questão.

Qual seria a alternativa, caro jornalista? Dev...

Marco (Engenheiro)

Qual seria a alternativa, caro jornalista? Deveria o judiciário deixar de apreciar a lesão ou ameaça ao direito pleiteado pela reclamante, afrontando a Constituição? Engraçadinho seu texto, mas inoportuno.

Faço eco ao afirmado pelo Prof. não cabe chacot...

Rafael Leite (Assessor Técnico)

Faço eco ao afirmado pelo Prof. não cabe chacota ao que foi demandado, o que para nós é uma atividade reles foi parte constante da atividade laborativa de uma cidadã e deve portanto ser apreciada com o máximo de seriedade.

Desculpem-me a desatenção. O julgamento já foi ...

Richard Smith (Consultor)

Desculpem-me a desatenção. O julgamento já foi do Recurso de Revista. Lastimável, da minha parte.

Rigorosamente correto o Professor. Todavia o...

Richard Smith (Consultor)

Rigorosamente correto o Professor. Todavia o que é absurda é a matéria em julgamento e o tempo que transcorreu até a obtenção final da prestação jurisdicional, na forma dos recursos cabíveis. Ainda cabem, Recurso de Revista, se houver objeto e o agravo de instrumento contra eventual despacho denegatório de seguimento e ainda o agravo regimental. Haja tempo e papel. Mas o final dá para se antecipar.

Dois comentários apenas: 1- Há um equívoco no ...

Armando do Prado (Professor)

Dois comentários apenas: 1- Há um equívoco no título: "só termina no TST". Não termina, porquanto cabe recurso. 2- A matéria do Maurício procura trazer à baila certo motivo hilário. Não deveria, pois o direito da paciente de buscar resposta do Estado-juiz é líquida e certa, conforme a Constituição. Enquanto houver previsibilidade constitucional, inclusive para os recursos, deverá a monitora em questão perseguir os seus direitos. Ou, então, mudemos as normas...

Aleleuia! Aleluia! Como diria o Sr. Crêisson...

Richard Smith (Consultor)

Aleleuia! Aleluia! Como diria o Sr. Crêisson: "Seus pobremias acabaram-se!" Ainda bem que o último diferendo nacional de relevância foi solucionado pela nossa Justiça! E isso passados apenas CINCO ANOS! Roa-se de inveja Primeiro Mundo!!!!

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