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Especialistas analisam riscos da urna eletrônica

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Meu caro Marco. Se eu trabalho ou não, eu cr...

Richard Smith (Consultor)

Meu caro Marco. Se eu trabalho ou não, eu creio não ser de sua conta, posto que nunca vi ninguém vir até aqui para pagar as minhas por mim. No mais se as minhas humildes opiniões puderem servir de contributo para que alguém reflita um pouco mais acerca do Excomungado e do seu (des)governo, eu me sentirei muito feli. Não tenho a menor pretensão, no entanto, de querer colocar algum "ar fresco" na cabeça de PeTelhos, e muito menos de PeTralhas. Passe bem e seja um pouco mais educado de outra vez.

Em resposta ao Luismar: o sistema de votação ut...

Paulo Gustavo Sampaio Andrade (Advogado Autônomo)

Em resposta ao Luismar: o sistema de votação utilizado em alguns Estados norte-americanos na eleição de Bush não tem nada a ver com a proposta do voto impresso. Lá, o voto era dado em máquinas mecânicas e depositado manualmente em urnas convencionados. Aqui, a urna imprimiria o voto, exibiria pro eleitor e a depositaria num saco, sem contato manual. Apesar de todo o transtorno causado pelos visíveis defeitos dos sistemas de votação norte-americano e mexicano, pelo menos lá existia a possibilidade de se fazer uma recontagem. Aqui, infelizmente, não há recontagem nem nunca houve auditoria independente dos sistemas eletrônicos do TSE; então temos que nos apegar apenas à fé e acreditar na palavra da Justiça Eleitoral, confiando na honestidade intrínseca dos homens.

Duas perguntas ao Embira, que diz que os técnic...

Paulo Gustavo Sampaio Andrade (Advogado Autônomo)

Duas perguntas ao Embira, que diz que os técnicos em informática devem se preocupar com outras tarefas (bancos, cartões de crédito etc.): 1) O que você acha que é mais importante, seu voto ou o seu dinheiro? Se existem fraudadores no sistema bancário, imagine o que existe de gente disposta a fraudar uma eleição... 2) Você depositaria dinheiro em um caixa eletrônico se não houvesse um comprovante impresso? E se o dinheiro não cair na sua conta? Hoje, se o seu voto digital não aparecer na apuração da urna, hoje não é possível fazer absolutamente nada. Com a impressão do voto, seria possível uma recontagem, que hoje simplesmente não tem como ser feita. Em resposta ao Richard Smith: a fraude eletrônica pode ocorrer não só na totalização, mas também no cadastramento eleitoral, na votação e na apuração. E de nada adianta estarem presentes os representantes de alguns poucos partidos, do Ministério Público, da OAB, do MST e do PCC se eles não tiverem a mínima noção do que estão fazendo lá - na prática, estão apenas servindo para a propaganda oficial usá-los para convalidar a legitimidade de um sistema que os fiscais sequer conhecem.

Pela Lei n° 10.408/2002, posteriormente revogad...

Paulo Gustavo Sampaio Andrade (Advogado Autônomo)

Pela Lei n° 10.408/2002, posteriormente revogada por pressão do TSE, a impressão do voto não substituiria o registro digital do voto pela urna. Somente uma porcentagem dos votos impressos seriam apurados, para conferência. Se, por acaso, houvesse alguma divergência, estaria clara a existência de um indício de fraude, e o juiz decidiria qual das contagens (digital ou impressa) deveria prevalecer. Em segurança da informação, redundância não é um luxo, mas um princípio básico. Um sistema ajuda a suprir deficiências do outro, é assim que funciona! Em vários países, os estudos feitos por renomados cientistas chegam à mesma conclusão: urnas do tipo DRE (Direct Recording Electronic), sem comprovante impresso, não permitem segurança adequada a um sistema eleitoral. A tarefa de um fraudador seria muito mais dificultada se tivesse que fraudar, simultaneamente, os votos digitais e impressos. E o próprio eleitor poderia ser fiscal de seu voto, uma vez que teria como vê-lo em vez de apenas ter que acreditar que está sendo somado pela máquina.

Caro Sr. Richard Smith, O senhor trabalha?

Marco (Engenheiro)

Caro Sr. Richard Smith, O senhor trabalha?

Ô meu caro Embira: Três comentários: ...

Richard Smith (Consultor)

Ô meu caro Embira: Três comentários: a) Não se preocupe não. As vezes eu acho que preciso me expressar melhor, porque são muitas as pessoas que não entendem o que eu quero dizer. b) Eu não me sinto contrariado (no sentido de furibundo, azêdo). Sou da maior boa paz. Apenas acho que argumentos devem ser rebatidos com argumentos. Neste sentido, vejo que os adeptos da candidatura deste Nesfasto "que aí está" (de se notar, que apesar de tudo, respeito muito o cargo presidencial, mas, quando a pessoa que hoje o ocupa, sai por aí, fazendo e dizendo idiotices e mentiras, como CANDIDATO, expõe-se a ser tratado como candidato) não rebatem críticas, não respondem aos questionamentos, não esclarecem as inúmeras denúncias. Apenas se apegam a bordões ("candidato do povo", "operário no poder", etc.) e a desejos oníricos ("vai acabar com a pobreza", "vai resgatar a cidadania", etc.) E isto sempre foi assim. O "esquerdismo" (doença infantil do comunismo, segundo Lenin) do qual o petismo leninista e gramsciano é um exemplo é uma espécie de RELIGIÃO, com os seus ritos, a sua liturgia, os seus dogmas. Dessa forma, os pagãos que nela não creem tem de ser convertidos ou eliminados e os hereges que ousem fazer alguma crítica são impiedosamente esmagados. c) "Favas contadas"? Quem disse? Tenha a certeza que eu conheço o bastante das metodologias estatísticas que regem a pesquisa dita científica. A minha humilde pesquisa pessoal tem a pretensão de apenas fazer pensar. Uma intenção (agora são 5) em cinquenta (agora são 71) não é pouco demais para quem está "avassalando" nas pesquisas. Pior, muitas dessas pessoas manifestaram indignação com a minha pergunta, como se eu estivesse cabalando votos para Lula. Foram muitas as vezes que eu ouvi; "Eu não!", "De jeito nenhum!", etc. E isso de vários tipos de pessoas, inclusive as bastante humildes. Eu creio que são sinais que indicam que as coisas "não são bem assim". De resto, como o recentíssimo plebiscito do desarmamento, lembra? Um sincero abraço.

Senhor Richard, não quero deixá-lo mais contrar...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Senhor Richard, não quero deixá-lo mais contrariado do que já ficou, mas, acho que esse negócio de sair fazendo pesquisa eleitoral particular é mera idiossincrasia. Para fazer pesquisa é preciso critério e outras coisas mais. Existem institutos especializados nessa área, como Ibope, CNT Sensus, Vox Populi, Data Folha, etc. E até eles podem errar, embora a probabilidade seja infinitamente menor. As nossas eleições já estão com um jeitão de favas contadas: Sérgio Cabral no Rio, Serra em Sampa, Aécio nas Alterosas e nosso grande guia novamente guindado ao mais alto posto da República. Não vou seguir o seu conselho e sair por aí fazendo pesquisa particular. Há pessoas que gostam de fazê-las, mas, insisto, acho isso mera idiossincrasia. Geraldo Ataliba, meu professor de Direito Tributário na USP, gostava de pedir a opinião das pessoas sobre vários assuntos: “perguntei ao motorista que me trouxe da cidade universitária até a praça da Sé, sua opinião...” Professor, disse eu: esse tipo de enquete não tem nenhum valor científico. E ele ficou meio zangado, porque não gostava de ser contrariado.

Em respeito à seriedade da questão e aos dema...

Richard Smith (Consultor)

Em respeito à seriedade da questão e aos demais opinadores deste espaço eu me dou ao desfrute de responder ao Sr. José Eduardo Ribeiro de Camargo: a) em primeiro lugar, "tipo de gente que a faz"? Quem o senhor pensa que é? Pior ainda, o que o senhor pensa que sabe sobre mim? b) em segundo lugar: eu não estou insinuando nenhum tipo de fraude, estou apenas constatando uma REALIDADE, com absoluta franqueza e honestidade. c) em terceiro: a minha abordagem das diversas pessoas e em diversos lugares, foi feita da forma mais delicada possível, sempre iniciando com um "com licença", seguido de "posso fazer uma pergunta de caráter PESSOAL ao senhor (ou à senhora)?". Daí o ridículo de afirmar que houve intimidação à pessoa abordada e/ou "medo de perder o emprego" (?!!) por parte desta. Idiotice que a lógica e o bom senso não sustentam. Em resumo, argumento petelho; Já que o senhor ousou me julgar e qualificar, posso fazer o mesmo: o senhor me parece daquelas pessoas bem burguesas, tipo PUC, que ficam pontificando acerca dos gostos e crenças dos mais pobres, sem talvez jamais ter conversado mais do que uma ou duas frases com alguma. Saiba então, meu senhor, que os mais pobres, são os que mais apreciam a educação e a gentileza, são os que mais dão valor à honestidade. Tenho aqui no meu prédio, dois faxineiros, irmãos, que encontraram expressiva quantia em dinheiro dentro de uma encliclopédia que havia sido jogada fora numa mudança. Imediatamente e sem pestanejar entregaram ao síndico, que numa tentativa de divulgar e incentivar a atitude, os levou no "Domingão do Faustão". Sabe o que eles ganharam do morador que recuperou o dinheiro? NADA! Sabe o que eles ganharam no Faustão? Um telecurso! Um só, e para os dois! E o senhor sabe que seis meses depois acharam 500 dólares dentro de uma revista da Net e novamente devolveram o dinheiro, todinho, integralmente. Porque estou mencionando isto? Porque em que pese toda a imoralidae, a dissolução de costumes, a inversão de valores, esse é o Brasileiro que eu conheço. E é a razão pela qual me recuso a acreditar que mais da metade da população brasileira, velhos e novos, ricos e humildes, caiçaras ou gaúchos ou jangadeiros, tenha esquecido tudo o que se passou, há menos de um ano com um partido e com um presidente que acabaram por se mostrar mais sujos e mais corruptos do que todos os outros que os haviam precedido. Pobre gosta de honestidade sim. E detesta hipócritas que atirampedras nos outros e depois agem igual, ou bem pior. d) Não admito julgamentos de pessoas que não me conhecem. Sou brasileiro, paulista, casado. Tenho 46 anos, ofereço humilde porém considerada consultoria a empresas e escritóris de advocacia. Vivo como se dizia antigamente, "da mão para a boca", não tenho férias, FGTS, 13º. salário e muito menos 14º. salário, licença-prêmio e estabilidade. Então caro senhor, com relação a pertencer ao "andar de cima", só se for no andar em que eu moro no meu prédio. No mais, só tenho a educação e vergonha na cara que meu pai me deu. e) Por derradeiro, a única coisa que eu propus é que cada um faça a sua propria pesquisa particular, com delicadeza, sem proselitismo. Eu acho que os resultados serão MUITO diferentes do que propugnam as pesquisas do "JÁ GANHOU". Simples assim. O resto é tapar o sol com a peneira. E ser estupidamente arrogante também.

Em respeito à seriedade da questão e aos dema...

Richard Smith (Consultor)

Em respeito à seriedade da questão e aos demais opinadores deste espaço eu me dou ao desfrute de responder ao Sr. José Eduardo Ribeiro de Camargo: a) em primeiro lugar, "tipo de gente que a faz"? Quem o senhor pensa que é? Pior ainda, o que o senhor pensa que sabe sobre mim? b) em segundo lugar: eu não estou insinuando nenhum tipo de fraude, estou apenas constatando uma REALIDADE, com absoluta franqueza e honestidade. c) em terceiro: a minha abordagem das diversas pessoas e em diversos lugares, foi feita da forma mais delicada possível, sempre iniciando com um "com licença", seguido de "posso fazer uma pergunta de caráter PESSOAL ao senhor (ou à senhora)?". Daí o ridículo de afirmar que houve intimidação à pessoa abordada e/ou "medo de perder o emprego" (?!!) por parte desta. Idiotice que a lógica e o bom senso não sustentam. Em resumo, argumento petelho; Já que o senhor ousou me julgar e qualificar, posso fazer o mesmo: o senhor me parece daquelas pessoas bem burguesas, tipo PUC, que ficam pontificando acerca dos gostos e crenças dos mais pobres, sem talvez jamais ter conversado mais do que uma ou duas frases com alguma. Saiba então, meu senhor, que os mais pobres, são os que mais apreciam a educação e a gentileza, são os que mais dão valor à honestidade. Tenho aqui no meu prédio, dois faxineiros, irmãos, que encontraram expressiva quantia em dinheiro dentro de uma encliclopédia que havia sido jogada fora numa mudança. Imediatamente e sem pestanejar entregaram ao síndico, que numa tentativa de divulgar e incentivar a atitude, os levou no "Domingão do Faustão". Sabe o que eles ganharam do morador que recuperou o dinheiro? NADA! Sabe o que eles ganharam no Faustão? Um telecurso! Um só, e para os dois! E o senhor sabe que seis meses depois acharam 500 dólares dentro de uma revista da Net e novamente devolveram o dinheiro, todinho, integralmente. Porque estou mencionando isto? Porque em que pese toda a imoralidae, a dissolução de costumes, a inversão de valores, esse é o Brasileiro que eu conheço. E é a razão pela qual me recuso a acreditar que mais da metade da população brasileira, velhos e novos, ricos e humildes, caiçaras ou gaúchos ou jangadeiros, tenha esquecido tudo o que se passou, há menos de um ano com um partido e com um presidente que acabaram por se mostrar mais sujos e mais corruptos do que todos os outros que os haviam precedido. Pobre gosta de honestidade sim. E detesta hipócritas que atirampedras nos outros e depois agem igual, ou bem pior. d) Não admito julgamentos de pessoas que não me conhecem. Sou brasileiro, paulista, casado. Tenho 46 anos, ofereço humilde porém considerada consultoria a empresas e escritóris de advocacia. Vivo como se dizia antigamente, "da mão para a boca", não tenho férias, FGTS, 13º. salário e muito menos 14º. salário, licença-prêmio e estabilidade. Então caro senhor, com relação a pertencer ao "andar de cima", só se for no andar em que eu moro no meu prédio. No mais, só tenho a educação e vergonha na cara que meu pai me deu. e) Por derradeiro, a única coisa que eu propus é que cada um faça a sua propria pesquisa particular, com delicadeza, sem proselitismo. Eu acho que os resultados serão MUITO diferentes do que propugnam as pesquisas do "JÁ GANHOU". Simples assim. O resto é tapar o sol com a peneira. E ser estupidamente arrogante também.

Acompanho o senhor José Eduardo. A turma do and...

Armando do Prado (Professor)

Acompanho o senhor José Eduardo. A turma do andar de cima está desesperada e começa a ver fantasmas. Não é só o povão que votará no Lula. Hoje, praticamente está empatada a intenção de votos entre os que têm curso superior(Datafolha). Quanto a encontrar eleitores do sapo barbudo, eu não tenho dificuldades, os encontro na proporção de 6 ou 7 para cada 10 votantes. Claro se for perguntar no Clube Pinheiros, no bairro do Morumbi, na Vieira Souto, ou na Fiesp, vai ser difícil encontrar eleitores de Lula, mas, tem também, o problema é que nesses lugares preferem não decliná-los.

Deixando de lado as questões técnicas (polêmica...

FARamos (Outro)

Deixando de lado as questões técnicas (polêmicas) vamos para o trivial. A urna eletrônica não impede que um eleitor, com o título de outro eleitor, vote por esse outro. Aconteceu no Tocantins há algum tempo atrás,aconteceu em alguns outros Estados mais recentemente. Não impede também que o cacique (ou o seu preposto) vote pelos demais índios na seção eleitoral instalada na aldeia e onde nenhum candidato (que não seja índio) pode pedir voto (no período de campanha) e fiscalizar no dia das eleições. Se tenta entrar os índios expulsam. Não impede ainda, a urna eletrônica, a venda de voto (constatada por este servidor da Justiça Eleitoral e vários outros eleitores na última eleição municipal, e que ficou por isso mesmo). A urna eletrônica não impede Caixa 2, óntem, hoje e sempre. A urna eletrônica não impediu a eleição de ACM pós-renúncia, de Jader Barbalho, de Mão Santa e do finado coronel guimarães. A única coisa que a urna eletrônica acabou foi com o mapismo (na apuração tirar votos de um candidato para outro do mesmo partido ou da mesma coligação, sem alterar o total de votos do partido ou da coligação, no momento da totalização). Quanto ao resto continua o MESMO carnaval de sempre. Outra coisa, enfim, que a urna eletrônica jamais conseguirá evitar: que um tribunal eleitoral como do Tocantins tenha na sua composição um juiz filiado ao PFL, antes, durante e depois do mandato. Francisco Augusto Ramos - Analista Judiciário do TRE-TO

O sr. Richard Smith, ao perguntar especificamen...

José Eduardo R. de Camargo (Professor)

O sr. Richard Smith, ao perguntar especificamente às pessoas se votariam no Lula, claramente terminou por intimidá-las. Uma pergunta como essa, vindo de alguém pertencente ao "andar de cima", como parece ser o caso, só poderia mesmo causar esse efeito. É óbvio que nenhum trabalhador ou serviçal seu irá admitir o próprio voto na sua frente. Porque a pergunta, formulada de forma claramente autoritária, e vinda do tipo de gente que a faz, acaba amedrontando-as. Ninguém quer perder o sofrido emprego! Assim, sugerir que o atual governo possa eventualmente envolver-se nesse tipo de fraude é, isto sim, sinal de desespero daqueles que sabem que perderão estas eleições vindouras. Mas cada um tem o direito de procurar a sarna para se coçar onde quer que acredita existir. É só uma questão de gosto!

Se há fraude que praticou foi o CONGRESSO NACIO...

Zito (Consultor)

Se há fraude que praticou foi o CONGRESSO NACIONAL, um parlamentar votando duas vezes. O porque não sugir nas eleições. TSE VAMOS FICAR ATENTO. NÃO QUEREMOS VOLTAR PARA TRÁZ.

Meus caros amigos: Em se falando da possi...

Richard Smith (Consultor)

Meus caros amigos: Em se falando da possibilidade de fraudes, pelo sim ou pelo não, fiquemos alertas! Explico: desde alguns dias, quando participei de um fórum na internet, venho indagando de pessoas que conheço uma simples pergunta: "você vai votar no Lula?" Em quatro dias, devo ter consultado umas cinquenta pessoas, das mais variadas camadas sociais. Hoje por exemplo, acabei de voltar do meu almôço num shopping aqui perto. Pentelho que sou, fiz essa pergunta a diversas pessoas: a um marceneiro que estava instalando armários no meu prédio, ao porteiro do meu prédio, ao carteiro que distribuia a correspondência, às atendentes de uma lanchonete, a duas pessoas que almoçavam perto da minha mesa, a uma senhora na espera do elevador, a um empregado do Dry Wash dentro do Shopping, ao rapaz da banca de jornais, a um motorista de kombi de carretos, etc. Só encontrei UMA PESSOA que admitiu que votaria (não tem título registrado em São Paulo) nele. Uma menina que atende na Lanchonete Bob´s. Repito: UMA SÓ! SÓ UMA PESSOA! Pelas pesquisas divulgadas, entre 50 pessoas, eu deveria ter achado pelo menos umas 10 ou 15, (isso para não se falar em 25, metade das intenções de voto, como mostram as pesquisas). Não é um caso para se pensar? Porque vocês não tentam, pessoalmente, repetir essa experiência? Não é uma sugestão interessante?

São impressionantes a omissão e o cinismo do TS...

Jura (Jornalista)

São impressionantes a omissão e o cinismo do TSE. Depois de demonstrar a própria incapacidade (ou será desinteresse mesmo?) na fiscalização da contabilidade dos partidos, eles querem que nós acreditemos na capacidade deles auditarem programas de computação. No mundo inteiro já ficou compravada a vulnerabilidade de urnas como as nossas, cuja fragilidade virou artigo de exportação para países onde também impera a corrupção, como os EUA, onde os cidadãos honestos estão tendo muito trabalho para se livrar delas. Lá eles já fizeram testes públicos - que o TSE proibe aqui - mostrando que as urnas podem mesmo ser manipuladas por hackers. Qual o interesse do tribunal em negar esses direito aos partidos e aos eleitores? Para saber tudo a respeito, não deixe de visitar o site www.votoseguro.org

evidências que "algo" está ocorrendo nas votaçõ...

Celsopin (Economista)

evidências que "algo" está ocorrendo nas votações há... se não há COMPROVAÇÃO das fraudes que ocorrem, é por falta de investigação pelo TSE...

Pela Lei n° 10.408/2002, posteriormente revogad...

Paulo Gustavo Sampaio Andrade (Advogado Autônomo)

Pela Lei n° 10.408/2002, posteriormente revogada por pressão do TSE, a impressão do voto não substituiria o registro digital do voto pela urna. Somente uma porcentagem dos votos impressos seriam apurados, para conferência. Se, por acaso, houvesse alguma divergência, estaria clara a existência de um indício de fraude, e o juiz decidiria qual das contagens (digital ou impressa) deveria prevalecer. Em segurança da informação, redundância não é um luxo, mas um princípio básico. Em vários países, os estudos feitos por renomados cientistas chegam à mesma conclusão: urnas do tipo DRE (Direct Recording Electronic), sem comprovante impresso, não permitem segurança adequada a um sistema eleitoral. A tarefa de um fraudador seria muito mais dificultada se tivesse que fraudar, simultaneamente, os votos digitais e impressos. E o próprio eleitor poderia ser fiscal de seu voto, uma vez que teria como vê-lo em vez de apenas ter que acreditar que está sendo somado pela máquina. Duas perguntas ao Embira, que diz que os técnicos em informática devem se preocupar com outras tarefas (bancos, cartões de crédito etc.): 1) O que você acha que é mais importante, seu voto ou o seu dinheiro? Se existem fraudadores no sistema bancário, imagine o que existe de gente disposta a fraudar uma eleição... 2) Você depositaria dinheiro em um caixa eletrônico se não houvesse um comprovante impresso? E se o dinheiro não cair na sua conta? Hoje, se o seu voto digital não aparecer na apuração da urna, hoje não é possível fazer absolutamente nada. Com a impressão do voto, seria possível uma recontagem, que hoje simplesmente não tem como ser feita. Em resposta ao Richard Smith: a fraude eletrônica pode ocorrer não só na totalização, mas também no cadastramento eleitoral, na votação e na apuração. E de nada adianta estarem presentes os representantes de alguns poucos partidos, do Ministério Público, da OAB, do MST e do PCC se eles não tiverem a mínima noção do que estão fazendo lá - na prática, estão apenas servindo para a propaganda oficial usá-los para convalidar a legitimidade de um sistema que os fiscais sequer conhecem. Em resposta ao Luismar: o sistema de votação utilizado em alguns Estados norte-americanos na eleição de Bush não tem nada a ver com a proposta do voto impresso. Lá, o voto era dado em máquinas mecânicas e depositado manualmente em urnas convencionados. Aqui, a urna imprimiria o voto, exibiria pro eleitor e a depositaria num saco, sem contato manual. Apesar de todo o transtorno causado pelos visíveis defeitos dos sistemas de votação norte-americano e mexicano, pelo menos lá existia a possibilidade de se fazer uma recontagem. Aqui, infelizmente, não há recontagem nem nunca houve auditoria independente dos sistemas eletrônicos do TSE; então temos que nos apegar apenas à fé e acreditar na palavra da Justiça Eleitoral, confiando na honestidade intrínseca dos homens.

... em 1982, no rio de janeiro, houve tentativa...

Robespierre (Outros)

... em 1982, no rio de janeiro, houve tentativa de manipulação na soma das urnas, usando-se sistema eletrônico (claro estava nos primórdios do que hoje temos) . os interessados são os mesmos (poucos e saudosistas do figueiredo e ffhh)que hoje tentam levar a candidatura (pesadíssima) do alckmin para a frente. ainda bem que milhões de brasileiros enterraram a aventura tucana-pefelista para o desespero dos elitistas tupiniquins. quanto às urnas eletrônicas ainda não sabemos se não existem manipulações. vira e mexe alguns candidatos são "premiados" com votos que não esperavam, enquanto que outros ficam com algumas faltas estranhas. entretanto, ainda não temos nada escandaloso.

O doutor Paulo Gustavo Sampaio Andrade manifest...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

O doutor Paulo Gustavo Sampaio Andrade manifesta-se a favor do voto em papel: “o papel é depositado em uma caixa, anexa à urna”... O falecido Leonel Brizola, também, sugeriu que o voto fosse impresso. Brizola tinha fixação com o episódio Proconsult, ocorrido em 1982 no Rio de Janeiro, ainda sob o governo do general Figueiredo. Dá licença – o mundo evolui. Não há sistema de computação 100% seguro, em nenhum lugar do mundo. Do contrário, a informática teria eliminado todo tipo de fraudes e golpes no sistema financeiro, o que não ocorreu. O papel não terá o condão de resolver o que o chip não resolveu. Nos EUA e no México, este um apêndice político do gigante do norte, vota-se com papel. Isso, contudo, não evita fraudes, mas, parece ter o intuito de favorecê-las. É claro que temos de nos preocupar com as fraudes, mas, não há evidências de que elas estejam ocorrendo em nossas eleições. Elas ocorrem amiúde em outros setores. Por exemplo, na telefonia celular. Outro dia, atendi a um telefonema e clonaram meu celular. Perdi R$ 60,00 em créditos e não tive como recuperá-los. Há fraudes, também, em bancos, caixas eletrônicos, cartões de crédito, etc. Para lá devem ser canalizadas as habilidades de nossos expertos em informática.

Respondendo ao caro Patulléia: a) Somos bons...

Richard Smith (Consultor)

Respondendo ao caro Patulléia: a) Somos bons sim. O sistema brasileiro, pela sua simplicidade, chega a ser "revolucionário". A possibilidade de fraude se daria na totalização dos votos, na cetral de apuração. Mas lá existem fiscais de partidos, de ONG´s, do Ministério Público e do TRE; b) Não misture "alhos com bugalhos" em 1982, no Rio, houve o famoso escândalo da Proconsult, com o não menos famoso "fator delta", que era uma derivada exponencial que a cada mil votos, tirava uns tantos, diminuindo o total a favor de Brizola; c) Geraldo Alckmin foi escolhido pelo seu partido PARA PERDER. Daí o porque do alto "desiteresse" que sua candidatura desperta nas hostes tucanas. Sacanagem da braba. Mas, como Deus escreve certo por linhas tortas, se houver um segundo turno, coisa que se pressupõe, eu quero ver como é que vai ser. E depois, na caso de vitória da candidatura Alckmin, teriamos uma pessoa sem maiores "compromissos", posto que niguém está ajudando em nada. Fato inédito e, em tese, muito interessante. Geraldo Alckmin, de longe, é o candidato com melhor formação e capacitação entre todos os que aí estão, inclusive o afável Candidato da Educação (que amarga tristes 1% de preferência apenas!). O TEMPERA! O MORES!

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