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No calor do debate

Coordenador de campanha de Denise Frossard aciona Sérgio Cabral

O coordenador da campanha da deputada federal Denise Frossard (PPS-RJ), candidata ao governo do Rio de Janeiro, apresentou queixa-crime contra afirmações feitas pelo senador Sérgio Cabral (PSDB-RJ), candidato adversário ao governo do estado. O caso será analisado pelo ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal.

No dia 11 de outubro, durante um debate entre o senador e a deputada promovido pela rádio CBN, Sérgio Cabral afirmou que Jackson Vasconcelos foi condenado pela Superintendência do INSS por envolvimento com fraudes na concessão de aposentadorias.

O secretário parlamentar quer que o senador seja enquadrado por crimes de difamação e injúria, previsto nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa. Sustenta ainda que houve concurso material, delito previsto no artigo 69 do Código Penal e que, no caso, não é aplicável a imunidade parlamentar.

INQ 2.438

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Revista Consultor Jurídico, 28 de outubro de 2006, 7h00

Comentários de leitores

10 comentários

As ponderações do Sr. RICHARD SMITH está quase ...

Murassawa (Advogado Autônomo)

As ponderações do Sr. RICHARD SMITH está quase que completo, porém, faltou analisar e comentar o porque da divisão entre sul a favor do GERALDO ALCKMIN e NORTE E NORDESTE a favor do LULA, será em função da riquesa e maior acesso a informação ou efetivamente dependencia econômica ao BOLSA FAMILIA. Por outro lado, cabe esclarecer que comentários do tipo da Sra. HELENA não contribuie em nada, pois, além da péssima redação é esquerdista radical.

Para leitura e meditação: "A MAIORIA SE ...

Richard Smith (Consultor)

Para leitura e meditação: "A MAIORIA SE TORNOU CÚMPLICE DE LULA Está aí o resultado das urnas, confirmando as pesquisas de opinião. Há vários textos da mídia tratando da divisão do Brasil. Olhando secamente a porcentagem dos dois candidatos, pode-se indagar: mas que divisão? Trata-se de quase dois terços de Lula contra pouco mais de um terço de Alckmin. A maioria é muito convincente. É verdade. Mas, hoje, são grupos que se mostram inconciliáveis. A tarefa de Lula não será fácil. Especialmente porque a força que dividiu o Brasil tem uma feição inequívoca: VALORES ÉTICOS E VALORES MORAIS. Sim, é verdade que a campanha do PT fez o Brasil regredir uma década no debate sobre as privatizações, por exemplo. Faça-se agora uma pesquisa, e se vai constatar que a maioria dos brasileiros não só é contrária à privatização da Petrobras — sem ter a menor noção do que isso significaria — como certamente se opõe à privatização já havida da Telebrás: e, pior nesse caso, porque tendo não a noção, mas a experiência do que ela significou: praticamente a universalização do telefone, celular ou fixo. Mesmo assim, a onda terrorista criada pelo PT pegou. Mas ela apenas serviu para referendar uma escolha que já estava clara no primeiro turno — e que, na verdade, marcou as pesquisas desde que Alckmin foi escolhido candidato: a maioria preferia Lula. E sempre preferiu a despeito das evidências de corrupção em seu governo. Existe, sim, uma divisão no país, mas ela é menos de intenção e de propósitos do que propriamente de apreço por alguns valores. Quando brinquei no blog que queria uma 'democracia sem povo', alguns bobalhões me tomaram a sério. Queria chamar a atenção para o fato de que está dando 'Lula de novo com a culpa do povo'. O que isso significa? Certamente compõem uma percentagem desprezível do eleitorado os que IGNORAM as evidências de corrupção contra o governo Lula. Não são acusações corriqueiras. Pergunta-se por aí muitas vezes: 'Qual a diferença entre o que acontece agora e o que acontecia antes, nos outros governos'? É enorme. Trata-se da distância entre a parteira e o obstetra, entre o batedor de carteira e o mafioso. Estamos falando de PROFISSIONALIZAÇÃO E MÉTODO no assalto ao Estado. Mas não é só isso: essa expertise que foi sendo adquirida está a serviço, também, da construção de um projeto de poder — e, disso, com efeito, o tal 'povo' não tem a menor noção. Tal conhecimento é privativo das elites políticas. E, ainda assim, são poucos os que reconhecem que um partido está tentando mudar a natureza da democracia brasileira. Acate-se, para a grande votação que Lula teve, a justificativa que se quiser — e vou abordar em outro texto a questão econômica, o Bolsa Família, os erros da oposição —, uma coisa, no entanto, é certa: pobre, rico ou remediado, quem votou em Lula disse 'sim' ao padrão ético do seu governo. Quando falo em 'culpa do povo', faço-o porque tenho o mau hábito (para os demagogos de plantão) de não tomar a maioria dos brasileiros por inimputáveis. Todos sabiam muito bem o que estavam fazendo. A MAIORIA DO ELEITORA SE TORNOU CUMPLICE DO GOVERNO, ESCOLHENDO O SEU DESTINO. Se eu considerasse esse povo inocente, movido pelo estômago, defenderia que fosse proibido de votar. Não! O povo é maior de idade." do Blog de REINALDO AZEVEDO (todos os grifos são meus)

Dá não! Os comentários da PeTralha Hele...

Richard Smith (Consultor)

Dá não! Os comentários da PeTralha Helena são um "primor"! Deveriam ser registrados e catalogados para a futura "incliclopédia intelequitual do isquerdismo pogressista"! Quá, quá, quá, quá!

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