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Início da disputa

Rui Fragoso lança candidatura para presidência da OAB-SP

Com o lançamento oficial da candidatura do advogado Rui Fragoso para concorrer à presidência da OAB-SP, começa para valer a campanha para as eleições da seccional. Fragoso é o principal adversário de Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente licenciado que concorre à reeleição. A eleição está marcada para o dia 30 de novembro.

A candidatura de Fragoso será oficializada nesta terça-feira (24/10), em uma festa na casa de shows Tom Brasil Nações Unidas, em São Paulo, a partir das 19 horas. A expectativa é de que três mil advogados compareçam à festa.

Rui Fragoso é especialista em Direito Constitucional e Comercial e concorre na chapa “Em defesa da Advocacia”. Sua vice é a advogada Rosana Chiavassa, especialista em Direito do Consumidor.

Revista Consultor Jurídico, 24 de outubro de 2006, 14h09

Comentários de leitores

3 comentários

A chapa OPOSIÇÃO UNIDA liderada por RUI FRAGOSO...

PAULO FRANCIS (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A chapa OPOSIÇÃO UNIDA liderada por RUI FRAGOSO e ROSANA CHIAVASSA apresentam a classe a possibilidade de alternância no poder. A reeleição por si só representa sempre um grande retrocesso. Temos como e com quem renovar. É isto que precisamos fazer. Um único mandato é mais que suficiente. RENOVOÇÃO JÁ. Julio Brandão Marília

O lançamento da chapa liderada pelos colegas RU...

Flávio Haddad (Advogado Autônomo)

O lançamento da chapa liderada pelos colegas RUI FRAGOSO e ROSANA CHIAVASSA demonstra o amadurecimento dos demais líderes da advocacia paulista, que divididos no pleito anterior possibilitaram a lamentável eleição da atual direção. PARABENS aos articuladores e estaremos lutando e trabalhando pela vitória e assim ter a OAB PARA TODOS. Menos holofotes e mais dedicação aos advogados. ATÉ A VITÓRIA !

Somos uma atividade de confronto específico, di...

Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)

Somos uma atividade de confronto específico, diferente das demais profissões liberais. Nosso universo gira em torno de disputas mais, ou menos acirradas e, na quase totalidade das vezes, envolve o contato direto com agentes do poder constituído que, através de atribuições especiais, autoridade ou mesmo poder funcional constitucional, produz situações delicadas que exijam a interpretação correta do artigo 133, da Constituição Federal, livrando o profissional da advocacia de temores e inibições incompatíveis com o exercício de sua missão. O problema, à evidência, merece atenção programática da Instituição corporativa a que estamos filiados. Somos uma Ordem. Não basta a ação retardada que sucede à ocorrência do incidente, sendo necessária a programação preventiva através de legislação e constante revisão de regulamentos cuja eficácia o tempo deteriorou. É aqui que surge o drama político, pois, existe uma parcela considerável de colegas que não militam na profissão e, assim, muitas vezes podem ser levados a escolher candidatos aos cargos da Ordem, através de critérios que não consideram o fenômeno que aqui, meio atabalhoadamente, tento gizar. A nossa posição profissional é tão importante e o respeito a ela tão fundamental que está a exigir um movimento efetivo em defesa de nossas prerrogativas, não para apenas reagir às eventuais ameaças de cerceamento, mas para moralizar e engrandecer essa árdua posição de luta constante e eterna em defesa da cidadania e do Direito. Esse movimento precisa da adesão dos colegas não militantes. Espero que o Rui tenha essa mesma visão das nossas necessidades.

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