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Comentários de leitores

6 comentários

Perdão, parece que a interpretação do Supremo é...

Bruno Gabriel Costelini (Estudante de Direito)

Perdão, parece que a interpretação do Supremo é de que os anos de experiência jurídica contam-se a partir da obtenção do grau de bacharel, como se observa no julgamento da ADI 3460, comentada por André Brawerman em outro artigo do site. http://conjur.estadao.com.br/static/text/48991,1 Acho que é isso.

O senhor afirma que "os cargos não privativos d...

Bruno Gabriel Costelini (Estudante de Direito)

O senhor afirma que "os cargos não privativos de bacharel em Direito podem ser reconhecidos como prática jurídica, desde que certidão detalhada ateste a prática de atos que utilizem conhecimentos jurídicos", ilustrando a situação com o exemplo de funcionários de cartórios ou secretarias judiciais que poderiam se candidatar legitimamente à magistratura. Pergunto se essa posição é sustentada e aceita pelos tribunais, se há algum precedente, pois pretendo ingressar como técnico judiciário do Tribunal Federal da minha região ainda durante a graduação e em seguida prestar o concurso da magistratura federal. Haveria então essa possibilidade mesmo não transcorridos três anos de minha formatura, pelo cargo de técnico judiciário exigir conhecimentos jurídicos? Alguém se habilita a responder?

Excelente artigo. Seria bom que os tribunais pe...

Michael Crichton (Médico)

Excelente artigo. Seria bom que os tribunais permitissem mais aos funcionários dos cartórios que prestem os concursos de ingresso na magistratura. O Des. não citou os nomes dos excelentes magistrados que saíram dos quadros do funcionalismo. Qto ao juiz citado no comentário anterior, saiba o comentador que essa não é a regra, nem de longe. os juízes que conheço são bem conscientes do princípio da legalidade.

Entendo, com a devida licença, que as exigencia...

ACUSO (Advogado Autônomo - Dano Moral)

Entendo, com a devida licença, que as exigencias legais ao candidato ao cargo de juiz ( federal ou estadual), deveriam ser mais severas, incluindo-se a exigencia previa da comprovação relativa à pratica forense ,de no minimo ,cinco anos; ou seja, para que a inscrição em concurso publico para o ingresso na magistratura fosse deferida, o ideal seria que o advogado ( e não o bacharel), provasse que há , no minimo cinco anos, advoga! Sem a exigencia da pratica da advocacia , entendo que não há a presença de uma boa magistratura, pois não há genialidade no Direito! Há mais de trinta anos que advogo . Desse total, vinte e cinco anos dedicados à pratica da advocacia publica ! Advoguei no Paraná, em Rondonia , Mato Grosso e de volta em Pernambuco e encontrei muito mais juizes ( da novissima geração) providos de arrogancia e prepotencia do que de boa qualificação para o exercio de não nobre função publica . Ultimamente tive o meu sigilo funcional e profissional quebrado por um jovem magistrado de 28 anos de idade ( sem o devido processo legal, em razão do mesmo ter estranhado o numero de minha inscrição original na OAB/PE. Só o fato de eu ter sido transferido de Pernambuco para o Paraná, motivou aquele juiz ( preconceituoso) a monitorar minha vida pessoal. Juiz esse que jamais frequentou o foro antes de ingressar na Magistratura ! O Ministro Marco Aurelio do TSE já se pronunciou contra o mal da " juizite " que vem atacando a maioria dos atuais e geniais magistrados brasileiros !

Só alguém sem experiencia na magistratura pode ...

Marcos (Outro)

Só alguém sem experiencia na magistratura pode exigir horario de trabalho fixo para os juizes. É sabido que juizes trabalham em média 12 horas por dia em seus gabinetes e lares. É sabido que muitos juizes utilizam as férias, finais de semana, periodo noturno para prolatar sentenças e decisões interlocutórias. É sabido que a maioria de juizes estão de plantão 24 horas por dias na entrancias iniciais e em sistema de revezamento nas intermediarias e finais. Que bom seria para o juizes se fosse estipulado um horario de trabalho. Certamente trabalhariam menos.... o que falta no Brasil não é dedicação de seus juizes, mas, estrutura administrativa. Pensem nisso antes de fazerem comentários imprecisos.

Bom artigo. Capturo uma frase sobre o que a mag...

Armando do Prado (Professor)

Bom artigo. Capturo uma frase sobre o que a magistratura precisa: "de homens e mulheres bons e trabalhadores". Isso: trabalhadores. E para tal, seria interessante estabelecer horários corridos de trabalho em audiências e nos autos: das 8 às 18 horas, como qualquer trabalhador. Outra coisa: regulamentar (o CNJ já está avaliando) a questão de juízes serem mais professores do que magistrados (falo em termos de horas, claro). Finalmente, o TJ paulista precisa rever essa mania de estabelecer o limite de 45 anos de idade. Por vários motivos, mas, também, porque perde de ter em seus quadros, excelentes advogados tarimbados que pretendem mudar de atividade e missão.

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