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Assistência aos pobres

Novos defensores públicos da União tomam posse na quarta

O número de defensores públicos da União vai praticamente dobrar. Hoje são 112 defensores em exercício em todo o país. Na próxima quarta-feira (18/10), 125 aprovados em concurso para a instituição tomam posse. No dia seguinte a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, dará a aula inaugural para o grupo.

Mesmo com o número de defensores da União chegando a 237, a quantidade de profissionais está bem abaixo do mínimo necessário para atender satisfatoriamente à população brasileira, na opinião da categoria.

Segundo o presidente da ANDPU — Associação Nacional dos Defensores Públicos da União, Holden Macedo, "um grupo de trabalho instituído pela Presidência da República recomenda que haja, pelo menos, 1,2 mil defensores públicos da União atuando". A batalha da entidade é para que novas vagas surjam a cada ano.

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Revista Consultor Jurídico, 15 de outubro de 2006, 6h00

Comentários de leitores

3 comentários

Esse discurso é pura demagogia, pois então os p...

siqueira (Outros)

Esse discurso é pura demagogia, pois então os pobres deveriam ocupar os cargos de comando do órgão ou no mínimo eleger. Mas querem decretar a interdição dos mesmos. E na verdade, a Defensoria tem atendido não é aos carentes, mas a quem ganha mais de três salários mínimos. Pobre virou capacho da Defensoria, não é cidadão, pois não tem direito de escolha, logo é servo ou escravo.

A questão do acesso à Justiça, data maxima veni...

Amélia Soares da Rocha (Defensor Público Estadual)

A questão do acesso à Justiça, data maxima venia, transcende - e muito - a escolha de advogado. Pelo próprio principio da igualdade - tratar desigualmente os desiguais - o pobre precisa de uma instituicão una e indivisivel que conheça, estude e enfrente os diversos aspectos da pobreza, entre os quais o próprio conhecimento dos direitos. Seria fácil falar em escolher advogado se o pobre soubesse os seus direitos e quais sao as instituições. Há uma premissa que, para ser enfrentada, precisa do Estado, através da Defensoria Pública, fomentando a cidadania.

Isso é mais para atender ao corporativismo da d...

siqueira (Outros)

Isso é mais para atender ao corporativismo da dEfensoria do que ao pobre, o qual vem sendo impedido de escolher o advogado de sua confiança. E pobre vai pedir o que judicialmente, principalmente na área federal ? As suas demandas eventuais cabem no Juizado FEderal e é muito difícil que irá cometer crime federal como sonegar Imposto de Renda ou IPI, por exemplo.

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