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Comentários de leitores

38 comentários

excelente artigo.irrepreensivel.pena que o imbe...

acs (Advogado Assalariado)

excelente artigo.irrepreensivel.pena que o imbecil coletivo brasileiro ainda ache que o uso de algemas configura abuso de autoridade.

Não há o que desculpar, Dr. Vieira. Da mesma fo...

Alberto Afonso Landa Camargo (Oficial da Polícia Militar)

Não há o que desculpar, Dr. Vieira. Da mesma forma, peço-lhe perdão por algum eventual exagero da minha parte.

Caros Alberto e Milton, Vcs tocaram no ponto p...

www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)

Caros Alberto e Milton, Vcs tocaram no ponto principal. E o pior é que muitos estados e a própria PF estabeleceram uma espécie de apresentação à imprensa dos presos. Aqui, existe até uma chamada delegacia de passagem, só para isto. Tudo na onda dos programas tipo "caso de polícia" e congêneres...

Pertinente a observação do Advogado Milton. O q...

Alberto Afonso Landa Camargo (Oficial da Polícia Militar)

Pertinente a observação do Advogado Milton. O que deve ser combatida é a exposição vexatória do preso e não o uso de algemas...

De fato, revendo algumas posições pessoais, me ...

Milton Córdova (Advogado Autônomo)

De fato, revendo algumas posições pessoais, me parece que o problema, na verdade, é a exposição indevida do algemado, enfim, aquele "espetáculo" deprimente oferecido à imprensa...

Senhores, por favor! E o tema principal? ...

Richard Smith (Consultor)

Senhores, por favor! E o tema principal? Será que os senhores não enxergam que o principal problema reside na quantidade de operadores do direito que acham "humilhante", "aviltante à pessoa humana" o uso de algemas, esquecendo que o indivíduo preso, salvo tão enorme quanto infreqüente erro, fez por mercer a captura?! E que, com isso vai se disseminando cada vez mais a falta de CULPA INDIVIDUAL, substituida por uma tão vaga quanto absurda CULPA SOCIAL? Quem não quiser incidir nos rigores processuais e prisionais QUE NÃO COMETA INFRAÇÕES À LEI! Agora ficar concedendo "boiadas" unilaterais e entreguistas aos marginais, equivale a uma verdadeira RENDIÇÃO da Sociedade, na pessoa de suas autoridades. Será que é muito dificil enxergar isso?!

10h35 - Advogado diz que não pediu grampo a Raz...

Macedo (Delegado de Polícia Estadual)

10h35 - Advogado diz que não pediu grampo a Razera Publicada em: 12/09/2006 Apesar dos mandados de busca e apreensão em sua residência e escritório, VIANNA alega que solicitou apenas O advogado londrinense ANTONIO CARLOS DE ANDRADE VIANNA disse nesta segunda-feira, que pediu ao investigador da Polícia Civil, Délcio Razera, que monitorasse uma pessoa suspeita de espionagem industrial, mas não pediu nenhuma irregularidade, como grampo telefônico. Razera, que trabalhava na Casa Civil e se dizia assessor do governo do Estado, foi preso na semana passada junto com outras seis pessoas na “Operação Pátria Nossa”, deflagrada pela Promotoria de Investigações Criminais (PIC), que apura interceptação clandestina de ligações telefônicas (grampo). Fábio Silveira-JL http://www.radioeducadora1120.com.br/jornalismo/mostraNoticia.php?codNoticia=2162

Caro Oficial Alberto Aceite minhas desculpas...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Caro Oficial Alberto Aceite minhas desculpas. Otavio augusto rossi vieira, 39 advogado criminal em São Paulo otavioaugustoadv@terra.com.br

"Pobre justiça brasileira" em possuir entre seu...

Fftr (Funcionário público)

"Pobre justiça brasileira" em possuir entre seus operadores pessoas que não sabem que os delegados de polícia tem a mesma formação jurídica que os advogados. Pobre dos operadores do direito que não acreditam que policiais podem obter conhecimento tão vasto quanto qualquer advogado, promotor ou juiz. Os cursos de formação, pós-graduação, mestrado e doutorado não são exclusivos de uma ou outra categoria, mas aberto a todos da comunidade que preencham os requisitos para o ingresso. Vemos nas palavras de um dos comentaristas o preconceito e despeito estampandos de forma escancarada. Não argumentou de maneira lógica e não se ateve sequer ao título do artigo "bom senso". Aliás, muitos que aqui escrevem sequer se dão o trabalho de ler os artigos, ficam apenas comentando suas teorias individuais e arbitrarias sem questionar o artigo em questão.

Olá Dr. Carneiro. Obrigado pelas palavras do di...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Olá Dr. Carneiro. Obrigado pelas palavras do ditado chinês. Foi um momento meu. O oficial Camargo criticou com desdém meu comentário, sem me respeitar. Devolvi na volta, sem respeito. Perdoe-me se fui agressivo, as palavras escritas, às vezes, têm tom ácido mas levam ares de amizade. Não quero criar inimizades. A apresentação do culto policial vinda de você, acrescentará meu respeito . Sobre seu texto, parabéns. Defendeu uma tese brilhante. Quanto aos membros do PCC é aconselhável que os levem algemados. O que me preocupa é o mero suspeito de hipótese de crime, algemado, preso e apresentado à mídia como troféu, quando as algemas são a representatividade do prêmio. No tribunal, em sala de audiência e em plenário, não vejo razão para o uso de algemas. Ali é o local supremo da palavra livre do acusado. Reconheço em você um dos delegados de polícia mais ilustres e competentes que tive a honra de conhecer nesses últimos anos na atividade da advocacia. Se toda a polícia trabalhasse no silêncio da acusação, sem mídia envolvida, à exemplo de seu trabalho ( que acompanho de longe),talvez eu reconheceria a necessidade do uso de algemas. Abraço de São Paulo. Em devolução, ainda dentro da minha eventual agressividade com o Coronel,uma fábula do século seis a.C. " O Menino e a urtiga: um menino que brincava no campo se espetou numa urtiga.Correu para casa procurando a mãe, e lhe disse que mal tinha tocado aquela erva irritante e ela lhe espetara. "Foi porque você a tocou de leve, meu filho", disse a mãe, "da próxima vez, agarre-a com força, e ela não o machucará". O que você fizer, faça-o com ousadia. ( Fábulas de Esopo, século seis a.C.) Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo otavioaugustoadv@terra.com.br

Meu caro, na falta de ter o comentar sobre o a...

Rodrigo Carneiro (Delegado de Polícia Federal)

Meu caro, na falta de ter o comentar sobre o artigo, lamento que V. Sa. busque atirar pedras e demonstrar a INTOLERÂNCIA humana como cartão de visita da sua pessoa. A minha qualificação não é objeto de discussão, mas para saciar a curiosidade digo que fui Assessor sim no período de 1999-2002. Faça uma pesquisa no google e fique à vontade. É bom ouvir que o calcanhar de Aquiles que encontrou no artigo foi a minha qualificação. Fico muito grato. O rodapé do CONJUR deve se referir à qualificação retirada de outros artigos, pois simplesmente me identifiquei como Delegado e pós-graduado em processo civil e segurança pública. Quando tiver algo digno de consignação, pode me enviar um e-mail, em particular, que consta no artigo, a não ser que a intenção seja atacar gratuitamente a minha pessoa. Mas acho que o bom e competente advogado nao precisa atacar a reputação de ninguém, poderia parecer falta de argumento. Por outro lado, acho que Vossa Senhoria desconhece que os cargos comissionados são de livre nomeação e exoneração e os Delegados que eventualmente ocupem cargos comissionados o fazem por previsão legal e constitucional. Pode ser lido na Lei n. 8.112/90. Aliás, o meu cargo ocupo por nomeação mediante concurso público e fui também advogado, o que não consta na minha qualificação. Mas acho que a grande diferença mesmo foi a educação recebida.

Pobre Justiça brasileira que tem um Delegado de...

Antonio Carlos de Andrade Vianna (Advogado Autônomo - Criminal)

Pobre Justiça brasileira que tem um Delegado de Polícia como assessor de um Ministro do STJ. Nada contra os Delegados de Polícia, o fato que chama atenção é que trata-se de profissionais com formação específica para desempenharem o serviço de investigação da polícia judiciária, e, portanto, possuem funções, comportamento, doutrina, filosofia e cultura totalmente diferente de um assessor jurídico. Lamentável sob todos os aspectos. Aliás, por questão de transparência o autor do texto deveria declinar o nome do Ministro do STJ que o emprega na assessoria pois, seria o caso de submeter à apreciação do CNJ.

Prezado criminal Vieira: Dizer que alguém sofi...

Alberto Afonso Landa Camargo (Oficial da Polícia Militar)

Prezado criminal Vieira: Dizer que alguém sofisma, prezado senhor, não é ofendê-lo. Sofismar é algo que ocorre ao longo de séculos e faz parte de qualquer debate, seja público ou privado. Só não sabe disto quem desconhece o que é sofisma. Sócrates já muito se referiu aos sofistas como bem demonstram os diálogos de Platão, seu discípulo. Aliás, alguns autores consideram Sócrates, aquele que é tido como o homem mais sábio de todos os tempos, um sofista. Sofismar, desta forma, é uma arte. E arte não ofende, engrandece. Dizer que alguém sofisma, pois, não é uma ofensa, mas um elogio. Quando eu disse que o senhor sofismava, pois, longe de ofendê-lo, eu pretendia elogiá-lo. É uma pena que o senhor, do alto da sua sapiência, não se tenha dado conta disto. Lamentavelmente, no entanto, enquanto eu não lhe dirigi nenhuma ofensa, o senhor foi pródigo em ofender-me, tratando-me como um ignorante que não entende nada de policiamento e, certamente, nada sabe de coisa nenhuma. Esta sim, uma postura mesquinha e, por que não dizer, arrogante e pretensiosa. Eu desconhecia – e neste ponto realmente confesso-me um ignorante – que arrogância e pretensão faziam parte de pessoas sábias. O senhor acabou de demonstrar que fazem. “Quanto mais sei, mais sei que nada sei”, que retratava a humildade de Sócrates, decerto é mais um dos sofismas que acomete os nefelibatas de hoje que se encastelam na sua torre de marfim para olhar os terrenos do alto do seu castelo. Desafiar-me para um debate público, por outro lado, só pode ser mais um arroubo da sua imensa e incontida bondade, pois não é crível que alguém com a sua capacidade se disponha a debater com ser tão insignificante como eu. Não desperdice, pois, o seu tempo debatendo com um ignorante como eu. Certamente eu não teria condições e me sentiria ofuscado diante da sua sabedoria e da sua prática em debater publicamente. De qualquer maneira, agradeço e colocarei no meu currículo o fato de que fui desafiado pelo senhor. Isto, certamente, abrirá portas para mim. Dispenso, pois, o debate, gentil senhor. O senhor, na realidade, jamais se disporia a debater com um ignorante, mas a sua humilde bondade o faria fingir debater e, em alguns casos, até fingir transigir. Quanto a honrar minha farda, minhas insígnias e meu distintivo, não se preocupe. Foram 35 anos de atividades na linha de frente das lides policiais e mais cinco delas afastado, sem, no entanto, deixar de ombrear com cada um dos homens e mulheres que se dedicam a esta função solidária que nos faz sempre termos o outro como mais importante que nós próprios. É a alteridade, senhor, instância desconhecida por aqueles que declinam dos seus deveres quando não há compensação financeira para o seu serviço. Alberto Afonso Landa Camargo Beto.lc@terra.com.br

Caro Dr. Rossi, respeito muito a nobre p...

Rodrigo Carneiro (Delegado de Polícia Federal)

Caro Dr. Rossi, respeito muito a nobre profissão dos advogados e sei que o debate caloroso advém de sua participação na comissão de prerrogativas da OAB-SP, sempre empolgado e acredita no que defende, assim como eu também levanto a bandeira das idéias que entendo serem as mais adequadas, de forma justificada e sem ímpetos emocionais. Não vejo a razão das palavras agressivas dirigidas ao caro Coronel PM-RS LANDA CAMARGO (iniciou como Cadete em 1966), pessoa de elevado conceito e que não dirigiu nenhuma palavra ofensiva no seu comentário. Dessa forma, afastamos aqueles que querem debater idéias e não política. Ouvi em outro fórum, " Há um ditado chinês que diz: Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um. Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas. Sempre que possível troque idéias, elas esclarecem, acrescentam, ajudam, evoluem... ainda que você não precise, servirão para o outro" Agradeço os comentários. É sempre um prazer vir discutir as idéias em público, as nossas idéias, que não são corporativistas, mas têm como último fim a proteção da sociedade. Aqui somos vidraça, mas vimos discutir de forma elegante e técnica. Os profissionais de segurança pública, também chamados de profissionais de segurança do cidadão, todos nós, temos inúmeros casos para relatar de saudosos colegas, pais de família, que deixaram de algemar o preso por compaixão e foram encontrar Jesus Cristo, sem algemas.Que Deus os tenha em sua boa companhia. A criminalidade de quase duas décadas é muito diferente da atual e, data vênia, não podemos compará-la com a existente ao tempo em que o senhor foi policial e honrou a PC-SP, em 1989, quando nem se falava em PCC, referência surgida em 1993. Jovens violentos, sem parâmetros familiares, religiosos ou sociais, degradados pela falta de investimento estatal básico em moradia, saúde, educação, serviços públicos sucateados e polícia desaparelhada é o cotidiano policial que os cidadãos só lembram quando o FANTÁSTICO de domingo apresenta um tributo aos policiais mortos. Nossa preocupação em debater publicamente, repito, é aprimorar as idéias e não permitir que se repita a história americana do juiz Rowland Barnes, 64, e sua estenógrafa, Julie Brandau, na corte do Condado de Fulton, Atlanta, EUA, que foram assassinados no mês de março do ano de 2005, por Brian Nichols, 34, acusado de estupro, que, sem algemas, conseguiu retirar a arma da policial da escolta e alvejá-los. Também não é novidade para os policiais, assim como no EUA, que o acusado, seja descrito por seu advogado como pessoa “com uma personalidade tranqüila e muito querido entre seus companheiros de trabalho". Quem falará com a família dos policiais? O Estado, a sociedade, os colegas de corporação remanescentes ou o advogado que classificou seu cliente como pessoa tranqüila? Por favor, não venham com a estória de que o concurso público abrange cláusula de assumir risco de morte por compaixão ou falta de segurança. Vamos discutir idéias para aperfeiçoar o modelo existente. abço CARNEIRO

Caro Oficial Camargo: Honre tuas vestes, tuas...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Caro Oficial Camargo: Honre tuas vestes, tuas estrelas e teu distintivo policial. Aqui ninguém quis desviar o tema, ou desvirtuá-lo. Você chegou agora, calma lá. Conheço o Carneiro, autor do tema e mais do que isso conheço as idéias que ele lança. Já fiz debate público com o professor Carneiro. Lá existe respeito. O seu comentário é mesquinho e denota-se que não entende nada de policiamento, embora oficial da digníssima Polícia Militar ( da qual sou afilhado por parte de pai e irmão- ambos oficiais da PM paulista). Quando mencionei Jesus Cristo e seu julgamento o fiz metaforicamente. Mesmo assim, no momento do julgamento, Cristo teve os ferros tirados das mãos e foi julgado com as mãos para frente, livres de ferros. Isso é clássico. Desafio-o para outro debate público. Ao vivo. escolha a universidade. Depois vc pode me agredir- mas após me conhecer. Professor Samuel: Compreendo o debate acirrado,mas algemas e ferros são as mesmas coisas, acho até que a Polícia brasileira precisava investir nas algemas descartáveis. A P.F. já usa as suas. Professor Armando do Prado: Dessa vez, baixo as armas e concordo com seu comentário. Parabéns. Nos idos 1989, quando fiz parte do DHPP da Polícia Civil Paulista, raríssimas vezes algemávamos os suspeitos de crime. Uma boa conversa, ponderação e bom senso substituem qualquer utilização de ferros. Há, ainda, o respeito entre policial e bandido. O bandido clássico sempre respeita a polícia e vice e versa. O que não posso entender é algemas na sala de julgamento, dentro do fórum. Quem sabe o oficial Camargo explique pra gente porque dois policiais da pm ficam no interior da sala do fórum tomando conta de um preso alemado com as mãos para atrás enquanto é interrogado pelo magistrado. Não é muita covardia ? Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo otavioaugustoadv@terra.com.br

Mais do que usar o bom senso, seria interessant...

Armando do Prado (Professor)

Mais do que usar o bom senso, seria interessante praticar os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade quando do uso de algemas. Na maioria das vezes usam-se algemas como marketing da organização coatora, ou exibição pura e simples.

Mesmo discordando que o seu lado seja o do "bem...

A.G. Moreira (Consultor)

Mesmo discordando que o seu lado seja o do "bem" .... e o meu o do "mal"...., aceito o seu pacto, desde que atenda à minha curiosidade : "Manuel" não é português ?

Aliás, façamos o seguinte. Definidos os nossos...

www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)

Aliás, façamos o seguinte. Definidos os nossos lados, concordemos em discordar. Nem vc vai me levar para o seu lado, nem eu vou trazê-lo para o lado do bem. Quanto à aula de boas maneiras, citando nosso presidente...quem começou foi vc, hehe. Um abraço.

Acho que já descobri para quem o Sr AG presta c...

www.professormanuel.blogspot.com (Bacharel)

Acho que já descobri para quem o Sr AG presta consultoria. São três letrinhas também.

Sr. "processor" , Até há pouco, dava aulas ...

A.G. Moreira (Consultor)

Sr. "processor" , Até há pouco, dava aulas de como se deve tratar as pessoas . Agora, já é investigador de opiniões ! Hummm! tá me cheirando a SNI ou PIDE !

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