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18 anos de Constituição

O cidadão ainda não recobrou a capacidade de se indignar

Comentários de leitores

9 comentários

Como diz o povo: "Papel aguenta tudo". Depois d...

Luís da Velosa (Bacharel)

Como diz o povo: "Papel aguenta tudo". Depois da escorreita manifestação do ilustre advogado Aristoteles Atheniense, só temos a relembrar Goethe: "Diante da ignorância até os deuses são impotentes"... Ignorância da sociedade despedaçada! "Vade retro satana"!

O momento mais adequado para demonstrar indigna...

Issami (Advogado da União)

O momento mais adequado para demonstrar indignação é a eleição. Mas se um País dá quase 50% dos votos para um desqualificado como Lula, é porque esta capacidade de indignação está seriamente afetada pela incapacidade de discernimento. Por isso que o PT jamais vai dar educação para o povo. Se der, ele perde as eleições.

“ Essa é a minha realidade, lei do cão e bala c...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

“ Essa é a minha realidade, lei do cão e bala comendo!” Grande parte da sociedade entende seu destino. Ao contrario do que você imagina O que acusa não é menos hediondo, vil e nocivo do que vocês... O Policial é outra vitima em desespero O Alemão é seu irmão na realidade da vida. Quando você ouvir o zumbido de balas traçante de manhã Imagina que essas balas mataram o Presidente e a Republica dos Corruptos Quando você ouvir o zumbido de balas traçante de tarde Imagina que essas balas mataram os crimes hediondos da Justiça Brasileira Quando você ouvir o zumbido de balas traçante a noite Imagina que essas balas mataram a Impunidade criminosa do Poder Público Quando você não mais ouvir o zumbido das balas traçante Imagina que o egoísmo, a impunidade e as diferenças sociais se acabaram Imagina que você tem direito ao trabalho, a família e salário honesto Imagina que a saúde, as escolas, e as moradias se tornaram dignas Imagine que é tempo de PAZ e nossa realidade doravante mudou... Sinto muito pelo seu destino, pela sua sorte e sua cruel missão Deus traça os caminhos certos por estradas sinuosa... Luiz Pereira Carlos. http://www.pedagiourbano.kit.net

Continuamos a pagar escola particular, convenio...

Bira (Industrial)

Continuamos a pagar escola particular, convenio medico e não saimos as ruas por conta da violencia. Pagamos o dobro por um veiculo ou imovel financiado. E ninguem está nem ai. Imagina então, se haverá protesto contra mensalão, sanguessuga, desvios éticos e erros não contabilizados?

O povo, realmente, usa sua capacidade de indign...

araujocavalcanti (Advogado Autônomo - Família)

O povo, realmente, usa sua capacidade de indignar-se. O que é maleficamente verdadeiro é o efeito desta indignação: NENHUM! O povo grita, chora, briga, reclama, e, NINGUÉM acode. NADA ACODE. Nem as instituições, nem os políticos, nem o Judiciário, o seu grito continua ecoando em um espaço vazio. Interessante, neste artigo:""" O candidato eleito pelo povo, na maioria das vezes, já no dia seguinte ao pleito, sente-se descompromissado tanto com as promessas de campanha como em relação àqueles que o sufragaram""" isto acontece quando o candidato é realmente eleito pelo POVO. E quando o candidato é eleito pelas patranhas, cálculos, acomodações realizadas pelos próprios partidos. Ficamos estupefatos ao nos deparar com Deputados Estaduais ou Federais que tiveram um índice de reconhecimento pelo povo pertíssimo do patamar "ZERO" e serão impossados. E não têm o mínimo de escrúpulo para anunciarem que representam o POVO. Então vamos mudar, os realmente eleitos pelo voto, e aqueles eleitos pelas mumunhas! Por estas e outras é que tudo continua de uma maneira tal, que os sérios problemas reais existentes tais quais o da fronteira com o Paraguai, o esbulho e outros sofrido pela Amazônia, por ONG.s, EUA, e outros, vão sendo esquecidos. De qualquer forma é interessante como o homem vem se degradando no dia a dia, a partir de sí mesmo, com a alimentação, educação... ... podendo-se depreender que para esmagadora marioria dominante o caminho do sério, não é conveniente!!!

Com relação à matéria "O cidadão ainda não reco...

orpag (Advogado Autônomo)

Com relação à matéria "O cidadão ainda não recobrou a capacidade de se indignar", temos de concordar. Mas concordar, tendo em vista a parcialidade da mídia - todas - que não permitem uma discussão mais profundas das desigualdades sociais, políticas. Quem as detém são os donos do poder, que as "ganharam" (pois são concessões públicas) em troca de favores. Esses senhores donos do poder manipulam ao seu bel prazer, para manter seu status quo, ou seja, serem os donos de tudo e de todos. Não querem repartir os bens da Nação, no sentido da distribuição de renda. Basta ver a sua concentração. A indignação existe. O que não existe é o espaço para sua manifestação.

Apesar dos pesares, nosso principal sofrimento ...

Armando do Prado (Professor)

Apesar dos pesares, nosso principal sofrimento é a "baixa constitucionalidade". Aqui, é o Código Civil que recepciona ou não a Constituição...

18 anos! E lá vai o Brasil descendo a ladeira. ...

Fftr (Funcionário público)

18 anos! E lá vai o Brasil descendo a ladeira. 18 anos de hipocrisias, onde reinam fraudadores, corruptos, políticos inescrupulosos e outros criminosos, todos acobertados pelo manto da constituição cidadã, enquanto isso o cidadão honesto coloca nariz de palhaço, transforma sua casa em uma prisão e vai sendo assassinado por seus filhos e netos, que depois viram artistas de televisão convocando até entrevistas exclusivas. Constituição leniente com a criminalidade.

Desconheço a “pregação do professor Fábio Konde...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Desconheço a “pregação do professor Fábio Konder Comparato em favor do recall, com a retomada do mandato daqueles que se tornaram não merecedores da confiança popular, fazendo da eleição um autêntico estelionato”. Esses postulados jurídicos, porém, parece que repercutem até na Justiça Eleitoral. Entendo que devemos respeitar o veredicto das urnas, assim como respeitamos o veredicto do júri. Se os eleitores não estão capacitados a decidir, o que dizer dos jurados? A democracia, porém, assenta-se na presunção de legitimidade das decisões de eleitores e jurados. O professor Comparato declarou, em março de 2001, que “FHC deveria ser julgado por um tribunal popular por suas traições à soberania nacional...”. Em agosto de 2005 declarou: “Quando o Presidente da República tem um mínimo de talento e competência, ele domina o Congresso. Quem não faz isso, cai. Lula não caiu, mas terminou”. Essa visão de que um não serve, o outro também não, porém, não é só do professor – há muita gente por aí promovendo o que Emir Sader chama de “cenas de sectarismo explícito”. Essa visão vai ao arrepio da democracia.

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