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CNJ deve liberar tribunais para decidir sobre aulas de juízes

Comentários de leitores

5 comentários

Dr. Rogério Abreu, conheço juízes e promotores ...

MPMG (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Dr. Rogério Abreu, conheço juízes e promotores com o trabalho atrasado e sem tempo de saírem dos gabintes para vere m o sofriimentod a população. Mas estes lecionam 08/12 horas por semana em cursos como o IELF, DAMÁSIO, MARCATO, A.CARVALHO etc, e ganha até 500,00 a hora aula... Ou seja: no que é vitalício, dane-se, porque ninguém manda embora, mas no que exige estudo, dedicação total, aí sim há tempo. Eis o problema.

Nada contra, doutor Abreu. O problema é que par...

Armando do Prado (Professor)

Nada contra, doutor Abreu. O problema é que para alguns a atividade judiciária virou bico, passando as salas de aulas das poderosas universidades particulares à atividade principal. E não são casos tão isolados assim.

Devo discordar. O curso de Direito precisa tant...

Rogerio Roberto (Juiz Federal de 1ª. Instância)

Devo discordar. O curso de Direito precisa tanto da teoria dos profissionais da Academia quanto da prática dos profissionais do foro para a boa formação de seus alunos. Não é possível prescindir da visão que ambos os profissionais têm do Direito. Se fosse criada uma "escola de advocacia" a ser cursada após o curso de Direito, eu até concordaria com a cisão. Contudo, o modelo que seguimos hoje torna indispensável a presença de professores com dedicação exclusiva ao lado de profissionais do foro, como juízes, promotores e advogados.

O CNJ já está afrouxando todas as decisões que ...

MPMG (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

O CNJ já está afrouxando todas as decisões que poderiam melhorar a Magistatura. É o começo da decadência e desmorazlização do órgão. Talvez seja hora de pensar em extinguir este órgão que é mais um ralo do erário.

Mesmo o magistério "meia boca" carece, além da ...

Armando do Prado (Professor)

Mesmo o magistério "meia boca" carece, além da carga horária em sala de aula, de tempo para preparar aulas, ler trabalhos, estudar para manter-se razoavelmente atualizado, deslocamento, etc. Portanto, em alguns casos, a atividade de mestre passa a ser a principal e a de judicante, melhor seria dizer claudicante, passa a ser a marginal ou de somenos importância.

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