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Operação Playboy

Empresário é condenado por lavagem de dinheiro em SC

A Justiça Federal de Santa Catarina condenou o empresário Paulo Sérgio Barboza Medeiros, conhecido como Paulo Peixoto, a quatro anos e quatro meses de reclusão e multa de dez salários mínimos por lavagem de dinheiro. Paulo Peixoto foi investigado durante a Operação Playboy da Polícia Federal, que descobriu a existência de um esquema de tráfico internacional de drogas envolvendo jovens de classe média.

A decisão é do juiz Frederico Valdez Pereira, da Vara Federal Criminal de Florianópolis. O juiz julgou procedente, em parte, a denúncia do Ministério Público Federal e entendeu que o réu ocultou a origem de dinheiro proveniente de tráfico ou convertido o dinheiro em ativos ilícitos.

Peixoto está preso e não poderá apelar em liberdade. Ele foi condenado outras duas vezes por fatos relacionados à Operação Playboy e está recorrendo. O regime inicial de cumprimento da condenação será o semi-aberto, consideradas, entretanto, eventuais condenações em regime fechado. Cabe recurso ao TRF-4.

Outros dois réus também foram condenados a penas de três anos e seis meses a três anos e oito meses de reclusão, substituída por prestação de serviços à comunidade e doação de R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, a serem destinados a entidade filantrópica, além de multa. Eles também teriam cometido o crime de lavagem ou, conforme o caso, recebido algum bem adquirido com recursos ilícitos. Ambos podem apelar em liberdade ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

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Revista Consultor Jurídico, 17 de novembro de 2006, 7h00

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