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Preservação de direitos

Lembo lança o livro A Pessoa: Seus Direitos na próxima terça-feira

Cláudio Lembo, governador de São Paulo, lança o seu novo livro A Pessoa: Seus Direitos, na próxima terça-feira (21/11). Essa é a sua nona publicação, que terá noite de autógrafos no Centro Histórico da Universidade Mackenzie, em São Paulo, às 18h30.

O governador é graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de São Paulo e tem doutorado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, da qual já foi reitor. A sua especialidade é Direito Constitucional.

No livro, Lembo discorre sobre a importância da preservação dos direitos do cidadão. Num trecho da obra, ele diz: "É preciso acreditar que, na contemporaneidade, com veículos de comunicação instantâneos, tudo será mais fácil e os povos — independentemente de posicionamentos coletivos ou individuais — poderão se entender em tempo menor que os seus antepassados e aquilatar a importância de preservar os direitos da pessoa".

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Revista Consultor Jurídico, 14 de novembro de 2006, 17h49

Comentários de leitores

1 comentário

Depois que tivemos que aturar um governador arr...

Marmo (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Depois que tivemos que aturar um governador arrogante, caloteiro contumaz, dito e declarado pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal no episódio das milhares de intevenções federais pelo não cumprimento de decisões judiciais e não pagamento dos precatórios alimentares, que prejudicou um número inestimável de pessoas de poucos recursos, acreditávamos que seu substituto, Professor admirado de Direito Constitucional, jurista de grande reputação, haveria de por a casa em ordem e reconhecer o direito dos cidadãos prejudicados pelo Poder Público e de imediato tomar providências para cumprir as decisões da Justiça, pela honra da Constituição Federal que ele jurou cumprir antes de se sentar na cadeira do poder. Mas o que vimos, foi uma decepção imensa. Enquanto seu antecessor (que sempre deu prioridade ao pagamento dos bilionários precatórios não alimentares, envolvendo empresas, grandes proprietários de terras, latifundiários, grileiros da serra do mar, etc. ) vinha pagando os precatórios alimentares, o crédito dos pobres, a conta-gotas, deixando um atraso de oito exercícios orçamentários, sem dar a mínima aos direitos dos outros, o ilustre Professor reduziu os pagamentos para menos da metade e começou a calotear também as obrigações de pequeno valor que por lei têm que ser honradas em 90 dias, conseguindo ser ainda pior que a tucanada. O que começa a cansar é a hipocrisia de certos juristas que dizem uma coisa em suas obras e cometem o inverso na prática. Acho que quem deixa um débito assim tão grande, com a moralidade e a justiça, não deveria se atrever escrever um livro enfocando justamente o cidadão e seus direitos. Será que ele fala alguma coisa enorme sobre os precatórios alimentares e o vergonhoso calote público aos milhares de idosos, muitos já falecidos do Estado de São Paulo?

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