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Comentários de leitores

32 comentários

Cara jornalista: ponto para voce por veicular ...

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

Cara jornalista: ponto para voce por veicular tal materia. E ponto negativo pelo titulo. Lingua ferina ou cabeça mentirosa? Finalmente a democracia começa a raiar na imprensa nacional. Condenar um dos papas da mensageira das verdades Veja, um assalariado com infinitos pontos convergentes com os donos da revista, (nao nos esqueçamos jamais que a turma da africa do sul segregacionista é sócia de Veja), realmente nos alenta. Uma condenacao de Veja e qualquer um de seus assalariados jornalistas, é para se comemorar com um chopp e meditacao zen.

Olá Richard, sempre estive presente, embora com...

Carlos o Chacal (Outros)

Olá Richard, sempre estive presente, embora com assiduidade menor. Quanto àquele embate, é assunto encerrado para mim. Quanto ao Diogo Mainardi, não acho que seja "mauzinho", nem o considero calhorda e leviano por suas críticas aos petistas. Considero-o um patife pela maneira grosseira, desrespeitosa e facciosa com que expressa suas opiniões. Lula e demais petistas são suas vítimas preferenciais, mas não as únicas. Lembro-me de que uma vez ele escreveu que não sabia nem queria saber nada sobre a cidade de Cuiabá. Não li esse texto, mas li os protestos dos cuiabanos, nas cartas à Veja, e li a resposta dele (Mainardi)noutra coluna, repetindo que não sabia nem queria saber nada sobre Cuiabá. Ora, é direito dele não querer saber nada sobre Cuiabá, mas precisa ser tão deselegante? Tão ofensivo? O que fizeram os cuiabanos para merecer isso. Diogo Mainardi é o tipo do jornalista que constrói sua carreira às custas de polêmicas que ele mesmo cria. Não importa a verdade, o que importa é agredir alguém, qualquer um, para criar a necessária polêmica. Há alguns outros assim na imprensa brasileira. Gente desse tipo me dá nojo. É lamentável que o problema de saúde do filho dele possa ter sido explorado por seus desafetos. Comportamento deplorável e desumano que eu repudio. Afinal, as crianças não têm culpa de terem os pais que têm. Mas lembro que o primeiro a expor o caso na mídia foi o próprio Mainardi, quando num texto grotesco, como de hábito, falou de uma viagem que havia feito aos Estados Unidos para levar o garoto a um médico. Passou o texto todo reclamando da viagem e de todos aqueles dissabores por que passa qualquer um que vai a qualquer médico, inclusive no Brasil. Por fim, conclui que nunca mais irá a um médico com o filho dele. Incrível, até falando do próprio filho o sujeito é tosco.

p.s. Se o Diogo Mainardi é um "calhorda" ao...

Richard Smith (Consultor)

p.s. Se o Diogo Mainardi é um "calhorda" ao denunciar pessoas e usos e costumes (co$tume$, também) do petismo, o que seria o mino carta ao insultar o seu filho, uma criança deficiente, hein?

Você voltou Carlos? E nem uma palavrinha...

Richard Smith (Consultor)

Você voltou Carlos? E nem uma palavrinha sobre o nosso último embate? Ademais, você é daqueles que acham o Diogo Mainardi "mauzinho" e leviano, mas não entram jamais no mérito das acusações, com nomes (ou sem), datas lugares, etc.? Ora, ora, ora...

Bem feito. Tomara que outros também processem e...

Carlos o Chacal (Outros)

Bem feito. Tomara que outros também processem esse calhorda. Mimo Carta é apenas uma das vítimas dele.

E apenas como exemplo do tipo de sordidez a...

Richard Smith (Consultor)

E apenas como exemplo do tipo de sordidez a que podem chegar os PeTralhas, observe-se o trecho abaixo da coluna do Diogo Mainardi com os comentários que o sórdido e canalha mino carta fez ao seu filho deficiente: " ‘Não se aborreça com Diogo Mainardi, afinal o máximo que o cidadão produz com perfeição é paralisia cerebral.' O comentário foi publicado no blog de Mino Carta. Para quem não é afeito a sutilezas, refere-se à paralisia cerebral de meu filho. Na última semana, Mino Carta publicou 433 mensagens contra mim. De acordo com ele, outras 106, consideradas ‘inaceitáveis, prontas à agressão’, foram eliminadas. A mensagem sobre meu filho foi uma das que Mino Carta aprovou pessoalmente e que o encheram de emoção, reverberando, segundo suas palavras, 'na zona situada entre o coração e a alma, como um Stradivarius ou um Guarnieri del Gesù'. [?!!!] Mino Carta selecionou outras mensagens sobre meu filho: 'Diogo Mainardi é um infeliz e digno de pena. Ter um filho deficiente dá mais pena ainda, porque isso fez dele uma pessoa amarga, invejosa e sem escrúpulos.' A opinião da leitora reflete exatamente a de Mino Carta. Em mais de uma oportunidade, na frente de amigos comuns, ele repetiu aos berros que recebi 'um merecido castigo quando tive um filho deficiente.(...)' É um perfeito exemplo da grandeza moral de Mino Carta. Até hoje, por uma insuperável falha de caráter, fui incapaz de experimentar angústia e tristeza por causa de meu filho. Ele só me deu prazer e felicidade.” Puta que pariu! Foi a essa "raça" nojenta que permitimos entregar o nosso País por quatro anos e agora por mais quatro?

Meu caro McGee: O que uma coisa tem a ...

Richard Smith (Consultor)

Meu caro McGee: O que uma coisa tem a ver com outra? Ou você é daqueles PeTralhas maliciosos que pregam que "todos são iguais"? A existência de um Azeredo, faria com que todos os CRIMES e malfeitorias deste governo "que aí está" fossem relegados a um segundo plano. Você é um relativista moral? Você acha que qualquer brasileiro mais proteinizado e mais esclarecido pode se calar ante as inúmeras e gravissimas barbaridades que andamos vendo por aí? E muito pior ainda, aos esforços para distorcer a verdade e a realidade até ao ponto de o sr. Marcio Thomaz Bastos afirmar que "não sabe" se houveram crimes ou não no caso do dossiê dos "aloprados"?!!! Você concorda com ele? Espero que não! Passar bem.

SOU LEIGO NO QUE TANGE À ENGENHARIA JURÍDICA, M...

Mcgee (Funcionário público)

SOU LEIGO NO QUE TANGE À ENGENHARIA JURÍDICA, MAS PENSO QUE ESTE JORNALISTA MAINARDI TEM AGIDO COM MUITA VEEMÊNCIA EM SUAS CRÍTICAS AO PRESIDENTE LULA. NÃO O VI COM TANTA GANA À ÉPOCA DA GESTÃO DE FHC...

mas, dada como foi a sentença, não é uma ofensa...

Celsopin (Economista)

mas, dada como foi a sentença, não é uma ofensa ao pobre do jereissati e do dantas? afinal, agora falar que alguém é capanga desses dois é ofensa...

Ô bom amigo Luiz Mendes: Parabéns, para ...

Richard Smith (Consultor)

Ô bom amigo Luiz Mendes: Parabéns, para variar os seus comentários são precisos, "na veia" como se dizia antigamente. Antes que o fujão professor queira qualificar o caráter do Diogo Mainardi ou de qualquer outra pessoa, com a suas habituais coerência e isenção, deveria explicar-se, aqui neste espaço, porque lançou invectivas MENTIROSAS e MALICIOSAS contra a Igreja Católica e porque jamais defendeu o seu candidato Excomungado e o seu partido, quanto à acusação que fiz do seu apoio à descriminalização TOTAL do ABORTO no País. Mas esperar caráter, coerência e argumentos, de PeTralhas, é esperar muito mesmo! Um abração a você, meu caro.

"Enxovalhar"? Pretende a MM. Juíza, qu...

Richard Smith (Consultor)

"Enxovalhar"? Pretende a MM. Juíza, que Diogo Mainardi haja "enxovalhado" a honra do sr. mino carta, ao atribuir-lhe a "pecha" de agente do sr. ciro gomes e do PeTralhismo. Ora, então a DD. e MM. Sra. Juíza não leu as seguidas manifestações daquele um na sua revista "Cartilha Capital" e no seu blog?! De quando ele disse "ter nôjo" dos paulistas porque estes haviam levado a eleição para o segundo turno? E últimamente, quando disse novamente que tinha nôjo dos brasileiros (a "zelite", claro!) que não haviam votado no candidato excomungado e que desejaria sair do País, por causa disto? Ora, punção mais "erótica" do que essa e partidarismo mais explícito por uma candidatura, em detrimento da outra, eu não conheço! Daí porque possa, legitimamente, deduzir ligações mais ou "menas" explícitas daquele editor com correntes do governo, em alhinhamento com interessado, deste mesmo governo e em detrimento dos seus desafetos, eu creio que é de lógica palmar. E ninguém ter carteirinha de amigo ou de inimigo, de honesto ou de desonesto. Ninguém passa recibo de propinas ou fornece nota fiscal de prestação de serviços por jornalismo "chapa branca". Dessa forma, as evidências e provas (ou a ausência delas), mormente nos casos de delito de opinião, devem ser analisadas no seu contexto. Várias vezes as opiniões e fatos declinados pelo articulista Diogo Mainardi no seu espaço, acabaram por ser comprovados pelos fatos, posteriormente. Quanto ao "mensalismo", é um fato que as páginas de publicidade oficial, governamental, excedem de muito as de publicidade privada. Se formos examinar a tiragem e circulação nacional da "Cartilha Capital" em relação a outras publicações (Veja, Exame, Isto É, etc.) poderemos constatar que a desproporção fica muito maior ainda. E isso ainda, se o sr. carta fizesse alguma questão de esconder o seu partidarismo extremado, claro. Creio então que é possível falar, ainda que metaforicamente, que o sr. carta recebe um estipêndio mensal do governo, que presume a perda da "independência" e objetividade jornalísticas. Dessa forma, cabe o velho adágio: "à mulher de César não basta ser honesta, tem de PARECER honesta". Houve então um certo excesso por parte da Eminente Julgadora, excesso este que deverá ser adequadamente corrigido pela superior instância.

O Professor ainda não compreendeu que calúnia n...

Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)

O Professor ainda não compreendeu que calúnia não é simplesmente imputar um fato definido como crime. Tal conclusão ele deve ter extraído de sua primorosa interpretação literal. Mais uma vez professor: calúnia é a atribuição de um fato definido como crime no contexto de uma narrativa fática; a mera imputação de crime constitui ínjúria. Se o professor não rever seus conceitos com minhas humildes explicações, peço que se dirija a um dessas dezenas de cursos jurídicos de reciclagem, como o Damásio, o LFG, o Flávio Monteiro de Barros ou o Marcato.

Os argumentos do "professor" comprovam que como...

Zack (Outro)

Os argumentos do "professor" comprovam que como entendido do Direito ele deve dar razoáveis aulas de educação física.

Os peteleiros estão ejaculando precocemente. Á ...

jorgecarrero (Administrador)

Os peteleiros estão ejaculando precocemente. Á sentença do brilhante, esplêndido, magnífico julgador, cabe recurso. Ultimamente a justiça brasileira tem-se mostrado realmente cega, mas ainda acredito em moral e bom senso no Judiciário.

Xiiiiiiiiiiiiii, censura a internet, censura a ...

Bira (Industrial)

Xiiiiiiiiiiiiii, censura a internet, censura a opinião, censura a midia em geral, já vimos onde vai dar tudo isso. Honesto mesmo é um certo cartão de dinheiro emergencial.

Bom professor. Então uma coisa concordamos. A e...

Band (Médico)

Bom professor. Então uma coisa concordamos. A esquerda que é fascista, comprometidas com as mudanças de levar os trabalhadores ao poder contra as elites! Quanto a sua definição de esquerda e direita da revolução francesa apenas leva a origem do termo, nada a ver com a atualidade. A Petrobrás é de direita vendendo o nosso petróleo para nós mesmos sem pagar? O seu comprometimento é com o partido fascista brasileiro, não com pensamento de melhorias para as pessoas enganadas pelo partido. Na época dos regimes militares o ranchinho era dado para as crianças dos seis meses até os seis anos, quando entrava na escola para receber a merenda escolar. Era devido ao conhecimento de que os primeiros anos eram essências para não haver perdas de neurônios que ocorria com deficiência nesta época. Veja que nem tudo que os caras “certos” de agora se preocupam mesmo! Só de garantir o voto de cabresto! Será que o PIB vai crescer mais que o do Haiti? E quando parar de crescer de onde vão tirar mais dinheiro para dar ranchinho em troca de voto? Vão correr para a elite produzir de novo, pois gerar riqueza o partido nunca ouviu falar!

Band v. como analista político e de questões de...

Armando do Prado (Professor)

Band v. como analista político e de questões de direito é um bom médico. Espero, para o bem dos seus pacientes. O Mainardi fascistinha foi condenado por imputar condutas que não conseguiu provar. Quem alega, prova, para o seu governo. Quanto a direita, veja que há muito v. não lê nada de história. O conceito de direita passa longe do Reich, remontando à Revolução Francesa, onde os amigos do povo sentavam à esquerda do presidente da Assembléia, e os nobres o alto clero (inimigos do povo) sentavam à direita. Direita e esquerda hoje são conceitos que separam os que estão alinhados com as causas populares ou não. Claro numa explanação rápida para o seu direcionamento. Espero que em medicina v. tenha lido algo mais científico do que leu em política.

Pois é, Mendes, o seu argumento demonstra a iné...

Armando do Prado (Professor)

Pois é, Mendes, o seu argumento demonstra a inépcia da decisão do juiz apressado da 22ª Vara Criminal. Se crime houve, seria o de calúnia, o único que na tipificação diz ser crime a conduta de imputar crime a outrem. Racismo caberia nesse caso. Acontece que o juiz apressado imputou injúria que não diz respeito a imputação de crime a outrem. Simples assim mesmo. Portanto, o decisão vai ser reformada por erro de tipificação. Aguarde e verá. Igual quando eu dizia que o Alck seria derrotado e v. e mais 3 ou 4 da Kombi, lembra, diziam que não. Outra coisa: as demais ofensas não caracterizam ofensa, quando muito discussão calorosa, não mais.

"A primeira matéria, denominada “Observatório d...

Band (Médico)

"A primeira matéria, denominada “Observatório de Imprensa”, feriu a honra, a imagem e a integridade moral do autor Mino Carta, ao afirmar que ele estaria “subordinado a Carlos Jereissati”, tendo por “missão atacar Daniel Dantas e de defender a ala lulista representada por Luiz Gushiken”. Desse modo, os réus induzem os leitores à conclusão de que as reportagens dos autores estariam contaminadas pela parcialidade e pelo comprometimento com o governo atual, sendo que o comprometimento dos autores é exclusivo com os leitores." Ora, o apoio explicito do Mino foi com o candidato dono das verbas. E os leitores não precisam saber em quem o jornalista vota. Claro que o comprometimento do Mino é com o "Duce". Professor, e o que o Zé Dirceu acha? Não leu a cartilha ainda para repetir? Por falar em fascistóide, como vai o espelho? Já quebrou? Uma pena, além de não entender de direito, de ser fanático, ainda não sabe definições políticas! Direita era o partido dos trabalhadores socialistas alemães contra as elites em nome do povo, dirigido por um cabo vindo do povo que não possuía escolaridade. Assim como seu colega socialista italiano, filho de um ferreiro e professor primário! Ambos destinados a levar o povo oprimido por quinhentos anos ao poder!

O Professor Armando, mais apressado que o juiz ...

Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)

O Professor Armando, mais apressado que o juiz a que tece críticas, afirma que as palavras dirigidas por Emir Sader ao senador Bornhausen não constituem qualquer crime contra a honra. Em seguida, traindo as próprias convicções, dispõe que a calúnia poderia ser caracterizada, em vista da imputação, ao parlamentar, do delito de racismo. Aliás, já aproveito para concluir que o próprio Professor Armando, muito embora defenda cegamente o Emirados Sáderes, reconhece que a pecha de racista não cola em Bornhausen, porquanto calúnia depende da atribuição FALSA de um crime. Diante da salada mista apresentada pelo Professor Armando, só posso concluir que ele não sabe do que fala. Definitivamente não conhece a distinção entre calúnia e injúria. Sinto-me, portanto, no dever de ajuda-lo, o que faço a seguir. Caluniar é atribuir falsamente, a alguém, a prática de um fato que constitua crime. Ocorre que não basta, para a realização do tipo, uma imputação genérica, como a afirmação de que “o fulano é racista” ou o “ciclano é assassino de trabalhador”. Necessária se faz a enunciação de um fato determinado, específico, como apontar que “fulano é racista porque discriminou tal pessoa pela sua cor” ou que “ciclano assassinou uma pessoa em determinado momento da vida”. Exige-se, pois, a narrativa de um fato, mesmo que sem grande detalhamento. A matéria de Emir na Cartilha Capital prescinde dessa especificidade, bastando lê-la para perceber. Se o Professor Armando abrir qualquer livro que trate, ainda que superficialmente, dos crimes contra a honra, perceberá que a atribuição genérica de crime corresponde ao delito de injúria. Na injúria, que é a imputação, ao sujeito, de uma característica negativa, ofensiva à dignidade ou ao decoro, o que se tutela é a honra subjetiva, que consiste na idéia que a pessoa faz de si mesma. E nem adianta aduzir que o senador não tem honra, porque, mesmo que isso fosse verdade, o dispositivo teria aplicação, visto que até os desonrados podem ser objeto de proteção da norma. Quanto à perda da função pública por parte de Emir, nada teve de abusiva, consistindo em um efeito extrapenal especifico previsto no art. 92 do CP, aplicável porque preenchidos os requisitos para que incidisse: a) Pena privativa de liberdade igual a um ano. b) Violação de dever para com a Administração (Emir utilizou a condição de professor de faculdade pública de prestígio para praticar o crime, como bem demonstrou o juiz, infringindo o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de SP). Meu “deproma” continuará intacto, mas se o Professor tivesse apostado o dele, estaria à procura de um rolo de durex.

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