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Comentários de leitores

4 comentários

O estacionamento de veículo defronte a garagem ...

machado (Advogado Autônomo - Civil)

O estacionamento de veículo defronte a garagem residencial (construída legal que respeite a metragem estabelecida pelo município e nao exagera como se tem visto Brasil afora), autoriza que seja o veículo removido ao pateo público. Seria tudo tão simples caso fosse tomdar essa providência; além de legal, resolveria de vez o impasse.

Minha total solidariedade à juíza Adriana Costa...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Minha total solidariedade à juíza Adriana Costa, de Francisco Morato, exposta, como não deveria, sobre fatos absolutamente privados. Juiz é juiz, com ou sem prepotência, dentro ou fora da Vara, com ou sem a toga. Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo. otavioaugustoadv@terra.com.br

APAMAGIS rebate críticas recebidas por parte da...

Michael Crichton (Médico)

APAMAGIS rebate críticas recebidas por parte da imprensa Vários são os ataques à Magistratura. O crime organizado tenta amedrontar os juízes com ameaças e atos terroristas, várias propostas legislativas buscaram manietar a ação da Justiça e tantas outras iniciativas que todos, infelizmente, já estamos acostumados a ver. Recentemente, porém, assistimos a um golpe inesperado, o de parte da imprensa. Extensa matéria foi publicada em site especializado, com deformações de algumas informações, que, em última análise, criaram nos leitores uma falsa sensação de que os magistrados, em especial os por nós representados, desfrutam de benesses injustificadas. Ao longo dos parágrafos, a articulista mostrou dados imprecisos e parciais. Por exemplo, cuidou de propalar que os fóruns permaneceram fechados nos dias subseqüentes aos pleitos eleitorais. Estranhamente, omitiu o enorme contingente de juízes e servidores que foi convocado a trabalhar nos dias das eleições. Dois domingos, dois feriados. De tão descabidos, talvez o caminho mais certo fosse de ignorar as acusações. Afinal, os verdadeiros interessados, ou seja, causídicos, promotores de justiça, servidores e, principalmente, população são testemunhas presenciais do trabalho abnegado dos membros do Judiciário paulista. Entretanto, a condição de dirigentes da APAMAGIS nos obriga a discutir assuntos correlatos, ainda que desprovidos de quaisquer fundamentos, como no caso em tela. Os juízes de São Paulo trabalham, em média, mais de doze horas diárias, incluindo-se os finais de semana e feriados. Frise-se que sem fazer jus a horas extras ou outras vantagens trabalhistas e/ou pecuniárias. Ou seja, a estafante realidade de trabalho não se altera com a existência de feriados. Ao contrário, o tempo - que para a maior parte das pessoas é utilizado para descanso e lazer - é gasto pelos magistrados para preparo, estudo e trabalho. A Magistratura lida com um dos bens mais preciosos da democracia: a busca pela verdade real. Nesse sentido, fiquemos com apenas dois exemplos - o direito de crítica e a liberdade de imprensa. Alguém pode imaginar o tamanho do esforço despendido pelos membros do Poder Judiciário para assegurar a plenitude destes direitos? Quantas horas de trabalho foram gastas pelos milhares de juízes paulistas para criar doutrina e jurisprudência? Como quantificar este processo? Este trabalho, quase intangível, ocorreu com horas e horas de pesquisas, de debates e de embates. Seguramente foi preciso estender o trabalho para fora do expediente, abrindo-se mão do necessário convívio familiar. Seria o caso de se indagar então o porquê de tamanho desprendimento. E só há uma resposta: vocação. É por isso que, mesmo entendendo as dificuldades de compreensão do trabalho do magistrado por parte da mídia e da população, nós nos dispomos a lutar com toda nossa energia para mostrar cada vez mais a realidade da nossa Justiça. Não podemos, porém, assistir inertes ao vilipêndio da imagem do Judiciário, com ataques sem nenhuma consistência. A nós da APAMAGIS cabe a defesa inflexível não apenas da magistratura e de seus membros, mas principalmente da verdade. Sebastião Luiz Amorim Presidente

Quem deveriam ser punidos nesta história são os...

Marco (Outros)

Quem deveriam ser punidos nesta história são os policiais, por aceitarem, erroneamente, voz de subordinação de um togado. Neste momento, quando convém aos "semi-deuses", não existe a separação dos poderes.

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