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Terceiro turno

Lula deve ser diplomado em dezembro apesar de ações pendentes

Comentários de leitores

8 comentários

Ê, Lafaite PeTralha!!! Mais um "reperc...

Richard Smith (Consultor)

Ê, Lafaite PeTralha!!! Mais um "repercutindo" as "sabedorias" do homúnculo e revolucionário de boteco josé dirceu? Quá, quá, quá, quá! Antes do homuncúlo ousar por a cabeça para fora, principalmente num "blog" deveria colocar aqueles tais "pontos nos íiis", lembra? Vá se coçar PeTralha! E quanto ao apoio formal do Excomungado e do seu partido ao ABORTO? Contra a vontade de 92% da população brasileira, nada ainda, PeTralha?

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58 MILHÕES DE VOTOS. 20 MILHÕES À FRENTE DO PÁL...

L. Nascimento (Outros)

58 MILHÕES DE VOTOS. 20 MILHÕES À FRENTE DO PÁLIDO CANDIDATO DO TUCANO-PEFELISMO "GERALDO". UMA SURRA BEM DADA! O PFL foi enterrado no Nordeste. Apenas no DF - onde, aparentemente, fecha-se os olhos para lesões à lei eleitoral -, o tal Arruda levou (nem sabem seus eleitores que 25 é o número do PFL nem o que tal sigla significa, historicamente etc.). Quanto ao taldossiê. Conversa fiada! A novidade está aí: 27/10/2006 14:02 "PFL e PSDB aparecem no meio da história do dossiê Essa história dos dólares do dossiê está ficando muito estranha. apareceram duas pessoas com ligações com o PFL, sob as quais pairam suspeitas de lavagem de dinheiro. Mas falta verificar ainda qual a relação delas com o caso do dossiê. Hoje, a Folha diz que Centaurus Turismo e Câmbio – uma das casas pelas quais a PF suspeita terem passado os dólares da negociação do dossiê – tem como sócio Aristoclides Stadler, que é irmão do segundo-suplente do senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), Ari Stadler. Ontem, um nome que tinha saído pela manhã no Estadão (para assinantes) reapareceu à tarde, no site Terra, na matéria "Depoimento sobre dossiê envolve dono de pousada em MG". É Gérson Luiz Cotta, ou simplesmente Gérson da Pousada. Dizia o texto do Terra: "Um dos próximos depoimentos que a Polícia Federal deverá ouvir no caso do dossiê será o do terceiro suposto 'laranja', Gérson Luiz Cotta, dono de uma pousada em Ouro Preto. Conhecido como Gérson da Pousada, Cotta foi candidato a vereador, em 2003, pela coligação 'Muda, Ouro Preto', formada pelo PTB/PFL/PSB/PSC, mas teve apenas 237 votos. Desde o depoimento de uma de suas funcionárias, ele permanece incomunicável. A informação é de que estaria em viagem". Cotta aparece no site do TSE como candidato a vereador pelo PFL em 2004, concorrendo com o número 25.660. Leitores deste blog comentaram que é um "inimigo histórico" do PT em Ouro Preto. Já a Polícia Federal, segundo o Terra, ao falar da pousada, "suspeita que o estabelecimento é utilizado para a prática de lavagem de dinheiro". O site relata que as duas moças que teriam sacado dinheiro numa casa de câmbio "têm parentes em Magé, no Estado do Rio de Janeiro, cidade na qual outra família também teria sido utilizada como 'laranja' para transações comerciais da Vicatur". No caso de Cotta, pode ser um desses casos indecifráceis de homônimos, já que o Gérson da Pousada, no TSE, é Luiz com "z", e o Gerson da Pousada Ouro Preto, na internet, é Luis com "s". Pode ser também um erro de digitação. De qualquer maneira, é preciso acompanhar essa história, já que a única coisa certa até agora é a ligação dos dois com o PFL, o que é de se estranhar. Como disse na Folha o advogado da Centauro, Charles Machado, "imagine o irmão de um pefelista trabalhando para o PT", e o mesmo vale para o dono da pousada. Outro suposto laranja, Agnaldo Henrique de Lima, já foi desmascarado pela Polícia Federal. De acordo com a Reuters, as movimentações financeiras que ele assumiu (disse que recebeu R$ 80 mil em sua conta do empresário Luiz Armando Ramos) não existem. Lima foi apresentado à imprensa por Rosy Pantaleão. Mas agora à tarde já se pode ler, no O Globo Online, que além de fundadora e secretária executiva do PSDB em Pouso Alegre (MG), Rosely Pantaleão aparece no expediente da TV UAI Network como diretora de conteúdo e jornalismo da empresa. Hoje pela manhã, a Polícia Federal disse, de acordo com a Reuters que é falsa a versão de Agnaldo de que teria sido o "laranja" numa operação de repasse de R$ 250 mil para Hamilton Lacerda, ex-coordenador de comunicação da campanha do senador Aloizio Mercadante ao governo paulista. Na conta de Agnaldo, não havia nenhum depósito de R$ 80 mil. Não conseguiram comprovar as movimentações que ele disse existirem. Era uma farsa. " Fonte: Blog do Dirceu (onde consta imagem da prestação de contas ao TRE do dono da casa de câmbio).

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Diz a notícia que: "O clima no tribunal, em re...

Reynaldo Farah Junior (Consultor)

Diz a notícia que: "O clima no tribunal, em relação à vinculação do PT com os crimes eleitorais verificados ao longo da campanha, perdeu o calor." E eu que sempre acreditei que crimes eram tratados à letra da lei, agora descubro que dependem de coeficientes térmicos. Interessante país este.

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Diz a matéria: “é unânime a interpretação de qu...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Diz a matéria: “é unânime a interpretação de que — inseparáveis a imagem do presidente e do candidato — não há equilíbrio possível no confronto”. Essa constatação nos chega como saldo do arsenal de críticas levantadas pela mídia contra a candidatura Lula. Agora que o presidente está reeleito, resta-nos retomar a discussão do instituto da reeleição, descolada de objetivos imediatistas e sectários. Na campanha pela reeleição o candidato usa a máquina estatal em benefício próprio? E quando ele apóia um irmão de leite, como FHC apoiou Serra, ou Lula poderá apoiar Tarso Genro? Não é a mesma coisa? Episódio emblemático da candidatura Serra foi a apreensão de R$ l,3 milhão no escritório da empresa Lunus, que inviabilizou a candidatura de Roseana Sarney. Igual operação ocorreu no Hotel Íbis, com a apreensão de R$ 1,7 milhão em poder de petistas. Coincidência ou não, o mesmo promotor de justiça presidiu os dois inquéritos. O dinheiro encontrado no hotel não inviabilizou a candidatura Lula, mas, pelo antecedente citado, poderia perfeitamente tê-lo feito. Pode se dizer que a PF cumpriu, apenas, nos dois casos, seu dever de ofício que é investigar. Não teve a intenção de prejudicar esta ou aquela candidatura. Perfeito. No futebol, a falta “sem intenção” é falta do mesmo jeito. A máquina estatal, também, pode favorecer este ou aquele candidato, mesmo sem querer. Por exemplo, quando a Justiça Eleitoral manifesta-se contrária ao instituto da reeleição, às vésperas do primeiro ou do segundo turno.

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Lula pediu para a sua equipe ministros um pacot...

Band (Médico)

Lula pediu para a sua equipe ministros um pacotão de bondades para a "elite branca". Ele já sabe depois de quatro anos que sem ela o país não cresce. Uma coisa é discurso, outra coisa e gerar renda. E sem renda e impostos, Lula sabe que o país vai a breca com os aloprados.

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Lembrando, ou relembrando a turma da direita pr...

Armando do Prado (Professor)

Lembrando, ou relembrando a turma da direita predadora, 'branca e bronca": Lula 61% Alck, da Opus dei 39% diferença de 20 milhões de votos. Aqui em SP, aAlck, da Opus dei, perdeu 2 milhões de votos. O que a direita predadora, "branca e bronca" quer? O quase ministro do quase ex-presidente Geraldinho, vai ter que engolir sua empáfia e diplomar o presidente Lula. Bem feito, por ir com muita pressa ao pote. Quanto às acusações, a própria imprensa C-A -N-A-L-H-A, começa a jogar para "dentro dos jornais", pois sabe improcedentes e que não resistirão a nenhuma ação séria.

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ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃ...

Richard Smith (Consultor)

ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃO, DOS QUERIDOS LEITORES E COMENTADORES DESTE ESPAÇO: O MARQUETEIRO DE LULA 1 - quando ele é apenas óbvio Reportagem de Fernando Rodrigues, na Folha deste domingo, traz a interpretação de João Santana, o marqueteiro de Lula, para o sucesso eleitoral de Lula. Nunca o lugar-comum ambicionou antes, com tanta ligeireza, o lugar de uma teoria política. Santana diz um monte de obviedades, que estamos cansados de saber. A maior de todas: Lula é visto, a um só tempo, como o corajoso do povão que chegou lá e como uma vítima das elites. O problema dessas construções mentais está no fato de que a sua validade parece universal e infinita. Leiam: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sua reeleição ao fato de ter virado, no imaginário do eleitorado mais pobre, uma figura dupla: um "fortão" igualmente humilde que virou poderoso e ao mesmo tempo uma vítima, um ‘fraquinho’ sob ataque das elites. Essa é uma das explicações usadas pelo publicitário João Cerqueira de Santana Filho para o sucesso da empreitada que acompanhou de perto nos últimos meses. O marqueteiro de Lula desenvolveu uma análise própria sobre o caso de amor do eleitorado com o presidente: a teoria do ‘fortão’ e do ‘fraquinho’ -ele usa termos mais eloqüentes, mas criou esses enquanto falava à Folha ‘para ficar mais publicável’. Lula alternaria esses dois papéis no imaginário do brasileiro das classes mais pobres. Depois que se elegeu presidente em 2002, o petista passou a ser uma projeção de sucesso para as camadas C e D da população. ‘É um deles. Chegou lá’, diz Santana. Nesse momento, a personagem é o ‘fortão’, que ‘rompeu todas as barreiras sociais e conseguiu o impossível, tornando-se um poderoso’. Já quando Lula é atacado, ‘o povão pensa que é um ato das elites para derrubar o homem do povo que está lá’.” O MARQUETEIRO DE LULA 2 - quando ele é também PERIGOSO! Se Santana é chato quando é óbvio, consegue ser bastante esclarecedor quando expõe detalhes do seu trabalho. Na entrevista a Fernando Rodrigues, ele deixa claro, sem usar tais palavras, que uma campanha política pode AÇULAR O PRECONCEITO e EXPLORAR A IGNORÂNCIA de causa. Ele dá a tudo isso um outro nome: “emoção”. Vejam o que ele diz: FOLHA - Como foi definida a abordagem a respeito do tema das privatizações? JOÃO SANTANA - Esse é um tema riquíssimo, que foi muito bem pensado. Nós tínhamos alinhado alguns dos temas de intensa fragilidade e de imensa comoção política. Estava em primeiro lugar a privatização. Não usamos no primeiro turno porque não houve necessidade. FOLHA - A forma como o assunto foi usado não se prestou a deseducar o eleitor? Propagou-se a noção de que a privatização em si é algo ruim... SANTANA - Foi deseducativo de acordo com determinado ideário. Para o "consenso de Washington", sim. No Brasil, para alguns setores, revigorou-se um sentimento cívico. Não faço juízo de valor, mas o fato é que a privatização se apresenta no imaginário brasileiro com uma série de emoções políticas. FOLHA - Quais eram essas emoções? SANTANA - Primeiro, há um eixo cívico-épico-estatizante que vem de Getúlio Vargas, com a campanha "o petróleo é nosso". O outro eixo são as "tramas obscuras". Não quero questionar como foram feitas as privatizações no governo FHC, mas o fato é que ficou, na cabeça das pessoas, como se algo obscuro tivesse ocorrido. Foi erro de comunicação do governo FHC, que poderia ter vendido o benefício das privatizações de maneira mais clara. No caso da telefonia, teve um sucesso fabuloso. As pessoas estão aí usando os telefones. FOLHA - Não é desonesto se beneficiar de uma idéia geral que vigora na sociedade? Algo que possivelmente o próprio presidente da República sabe que não é a verdade completa? SANTANA - Não. Eu trabalho com o imaginário da população. Em uma campanha, nós trabalhamos com produções simbólicas. Não considero que exista aí desonestidade, pois o tema foi, pelo menos, discutido. É bom que a população fale e reflita sobre esses temas. No primeiro turno, analisando as pesquisas, eu vi que essa discussão poderia ser retomada. Enxerguei ali um "monstro vivo" que poderia ser jogado. FOLHA - Mas, se foi apenas uma tática para encurralar o adversário, fica então reforçada a tese de que houve uma certa desonestidade intelectual. Ou, para usar a expressão do candidato do PSDB, uma "mentirobrás"? SANTANA - Não é bem assim. O presidente não foi reeleito por causa da polêmica sobre privatização. O fato é que o adversário teve a chance de responder, mas não o fez. Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet. Pois é, leitor, pois é... Há alguns anos tenho abordado o que costumo chamar de “GUERRA DE VALORES”. Vê-se que Santana topa flertar com a mentira. Porque, para ele, basta que essa mentira seja uma, sei lá, verdade sentimental. É evidente que não dá para concordar com isso. Mas uma coisa ele diz com absoluta correção – a correção de quem é um profissional da área: “Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet.” Foi rigorosamente o que escrevi aqui. Em vez disso, o tucano saiu assinando documentos e usando boné do Banco do Brasil, numa postura tolamente defensiva. O que me interessa nessa entrevista é justamente isto: os petistas vivem em permanente GUERRA DE VALORES. Ao contrário dos partidos de oposição. Para enfrentar o PT, é preciso, antes de tudo, SABER ENFRENTAR O PETISMO. Do blog de REINALDO AZEVEDO (TODOSO OS GRIFOS SÃO MEUS) Ô "raça", hein?!

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A última tentativa de golpe foi patrocinado pel...

Band (Médico)

A última tentativa de golpe foi patrocinado pelo FORA FHC, justamente por Zé Dirceu, Brizola, Lula, Tarso Genro. O cúmulo do analfabetismo é chamar a política econômica do atual governo de esquerda e o assistencialismo de programa de inclusão social. Não existe sindicatos em países de esquerda, só de direita, como era na Argentina de Perón, Alemanha de Hitler e na Itália de Mussolini. Claro, bem lembrado, no Estado Novo do Getúlio Vargas, tão saudosamente lembrado pelo povo e pelo Lula. Foi só o PT ser eliminado da oposição que a política econômica combatida pelo partido e pelo Lula obteve enorme sucesso. Tem 3 x mais dinheiro em caixa!!!! Foi só eliminar o RISCO LULA ao não mudar a economia que era o medo dos especuladores estrangeiros, que o risco país despencou das alturas. Você imagina um movimento FORA LULA como ele fez no segundo mandato do FHC e FORA FMI subindo os juros e o risco país? A oposição tem mais amor ao país do que o PT tinha e não farão isto para quebrarem o país como fizeram.

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