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Abert quer flexibilização de A voz do Brasil

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A Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão fará na próxima segunda-feira (3/4), em São Paulo, a primeira mobilização do ano pela flexibilização nas transmissões de A voz do Brasil. A entidade faz manifestações desde o ano passado junto a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, tentando mudar a lei que obriga as rádios a exibirem o noticiário oficial, sempre às 19h. A Abert alega que a veiculação compulsória fere o artigo 220, parágrafo 5º, da Constituição Federal.

A entidade programou para segunda-feira uma reunião-almoço com o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, no Hotel Renaissance, na capital paulista. Os dirigentes da entidade e de diversas emissoras afiliadas vão tentar atrair o parlamentar para sua causa. Insistirão que permitir que o noticiário seja levado ao ar em qualquer horário ao longo do dia é decisão mais lógica, pois a rigidez leva cada vez mais empresas a recorrerem ao Judiciário a fim de se livrarem da obrigatoriedade.

Hoje, em todo o país, cerca de 40 liminares já foram dadas, favoráveis junto às rádios que têm muita audiência. São cerca de três mil no geral. O pano de fundo das petições é que tal como se apresenta hoje, A Voz do Brasil cerceia o direito do ouvinte de ser informado e fere a missão das rádios de transmitir os fatos. Além disso, subtrai receita das empresas, num horário considerado nobre em termos de publicidade.

 é jornalista.

Revista Consultor Jurídico, 31 de março de 2006, 7h00

Comentários de leitores

6 comentários

Senhor Eduardo Hammer, Grato pela concordância...

allmirante (Advogado Autônomo)

Senhor Eduardo Hammer, Grato pela concordância. Qualquer pesquisa mostrará que a Nação não deseja e não suporta o triste momento em que seus rádios são imediatamente desligados. Somos a maioria qualificada. No entanto, não vem ao caso. Na democrafria de nossa pseudo-república, na verdade um império oligárquico, o que importa é a vontade da sua cúpula.

Senhor Galvão,´ Jamais ouvi ou vi ou li em qua...

allmirante (Advogado Autônomo)

Senhor Galvão,´ Jamais ouvi ou vi ou li em qualquer meio de comunicação alguma sentença desse Tribunal de Contas. São contadores? São juízes? São ambos? E o que julgam? Corrupção não é de seu cardápio, evidentemente. Senão,saberíamos de sua atuação, mormente pelas gangs que se locupletam desde as diretas já. Se emissoras de rádio pertencem a políticos são porque eles que se concedem a prerrogativa de ganhar dinheiro sem capital. Mas pouco me interessa de quem seja a emissora. O que me interessa é a programação. Agora, se todas as emissoras tocarem a mesma programação, voce não acha que é um completo desperdício de tempo, de capital, e de conhecimento, além de uma enorme falta de imaginação? Voce poderia informar se existe algum país, fora os de regimes de antidemocráticos, no qual todas as emissoras são obrigadas a difundirem apenas uma voz? Sua sugestão para assistir a Globo, uma empresa sustentada pelos governos para servi-los, desde a ditadura a Collor,e deste FHC até Lulla, só demonstra que o senhor pertence à esta classe espúria e execrável, essa gente que vive às custas do esforço alheio. Este tipo supõe que sua hipocresia passará incólume porque somos todos tolos. 1968 ecoa. Se a República só produz podres poderes, abaixo pelo menos um deles, ou a República, ou seus poderes!

Corrigindo o meu comentario anterior ...

hammer eduardo (Consultor)

Corrigindo o meu comentario anterior , é "voz" do Brasil e não hora.

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