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Campanha salarial

TJ paulista negocia reajuste salarial dos servidores

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O presidente do TJ paulista, desembargador Celso Limongi, reuniu-se nesta quarta-feira (22/3) com representantes das entidades dos servidores do Judiciário paulista. O encontro abre a temporada de negociações salariais dos servidores, garantidas por lei que instituiu a data-base a partir de 1º de março.

A reunião, que aconteceu na sala da Presidência, contou ainda com a presença dos juízes auxiliares Cláudio Graciotto, Carlos Violante, João Omar Marçura e Ronnie Herbert e de representantes de 10 entidades das diversas categorias dos servidores do Judiciário paulista.

O juiz Cláudio Graciotto anunciou que a atual gestão herdou um orçamento da anterior que não prevê reposição salarial para os servidores. O juiz apontou que o ano de 2006 já começa com um déficit de R$ 140 milhões, só para cumprir a folha de pagamento. No entanto, garantiu que o tribunal já está negociando com o Executivo e o Legislativo o aporte de verba complementar para suprir esse déficit e garantir a aplicação de reajuste salarial.

Graciotto garantiu, ainda, que a data-base será cumprida, ainda que com aplicação retroativa e que o TJ trabalha com percentuais indicados pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Nova reunião foi marcada para o dia 12 de abril.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 23 de março de 2006, 11h53

Comentários de leitores

1 comentário

Esperamos que essa Presidência, que mudou em mu...

Ivo (funcionário do TJSP) (Funcionário público)

Esperamos que essa Presidência, que mudou em muito as eleições no TJ quando venceu todos os outros desembargadores de vinham ao lado do presidente que deixou o cargo, venha nos dizer a que veio. Não queremos apenas promessas vazias como tantos outros já nos fizeram. Os juízes, com seus salários vinculados aos dos Ministros do Supremo, já tiveram em janeiro aproximadamente 14% de reposição, já estão recebendo suas férias de 2006,além de terem suas diárias aumentadas em 80%, enquanto que os servidores dependem de frouxas negociações do Tribunal com os outros dois poderes para suplementação de verbas para talvez receber algum percentual, que no entanto não contempla na totalidade as nossas perdas. Vejam bem que falo aqui somente das perdas salariais e não em aumento real, e é só isso o que queremos, manter nosso poder aquisitivo como todas as outras categorias da iniciativa privada.

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