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Sem sede

AMB aguarda parecer para decidir ações contra despejo no Rio

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Reunido na tarde desta terça-feira (30/5), o Conselho Executivo da Associação dos Magistrados Brasileiros decidiu solicitar parecer da assessoria jurídica da entidade para decidir o que fazer diante do caso de despejo da sede histórica do órgão, no Rio de Janeiro. Há cerca de 50 anos, a AMB abrigava-se em instalações do Tribunal de Justiça fluminense e foi despejada no último dia 7 de maio.

O desembargador Sergio Cavalieri, presidente do TJ e, portanto, autor da desocupação, alegou precisar do espaço de 60 metros quadrados para outras finalidades. E ofereceu em troca outra área no Centro da cidade, recusada pela AMB, que acusou o tribunal de ser truculento na tomada do conjunto de salas. Todas, aliás, já cedidas à recém-criada Associação Nacional dos Desembargadores.

O registro de ocorrência policial na 1ª DP e a ação que se seguiu à perícia para caracterizar o arrombamento da sede da AMB foi arquivada por unanimidade tão logo chegou ao Órgão Especial do TJ do Rio, sendo relator do caso o desembargador Marcus Tulius Alves.

No encontro desta terça, os juízes deram carta branca ao presidente Rodrigo Collaço para que tome a decisão que achar mais adequada, após pronunciamento da assessoria jurídica.

 é jornalista.

Revista Consultor Jurídico, 31 de maio de 2006, 10h51

Comentários de leitores

1 comentário

Esta associação é particular dos desembargadore...

Jornalistaverdade (Estudante de Direito)

Esta associação é particular dos desembargadores e ao meu ver tem mesmo que desocupar os prédio publicos, porque não alugam imóveil particular e pague do própio bolso, ou nós é que temos que pagar para mais essa mordomia

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