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Comentários de leitores

7 comentários

Parabéns Otávio. Aliás, vou deixar meu e-mail ...

Arnaldo Jr. (Professor Universitário)

Parabéns Otávio. Aliás, vou deixar meu e-mail para contatos. Preciso falar contigo. Sou o Arnaldo - diccosp@ig.com.br Abraços!

CONCORDO COM SEU PONTO DE VISTA EM PARTE. AC...

Arnaldo Jr. (Professor Universitário)

CONCORDO COM SEU PONTO DE VISTA EM PARTE. ACHO QUE SERIA MUITO MAIS FÁCIL ACABAR COM A CORRUPÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL QUE QUALQUER OUTRA MEDIDA. CELULAR NÃO ENTRA POR OSMOSE. OU ENTRA PORQUE O FUNCIONÁRIO DA PRISÃO TROUXE; OU PORQUE ELE VIU MAIS NÃO VIU... E QUEM NÃO SABE DISTO!!?? SÓ OS PLANTONISTAS DO QUANTO PIOR E MAIS CARO MELHOR. DARÁ PARA SUPERFATURAR DEPOIS E TODOS GANHAM DINHEIRO. COISA NOGENTA....

O fato é que, segundo a Secretaria de Segurança...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

O fato é que, segundo a Secretaria de Segurança, o monitoramento está sendo feito há bastante tempo e os serviços de inteligência policial estão em plena atividade. O resultado prático, porém, é o que vimos no dia 15/05/06, o nosso 11 de setembro. Os sistemas de bloqueio, segundo os especialistas da área, também não funcionam satisfatoriamente. A revista dos presos, por outro lado, é impraticável: os celulares chegam através de pipas que vêm do céu, introduzidos no reto de homossexuais ou útero de mulheres, na pasta de advogados ou mediante propina paga aos agentes penitenciários. Por que nos países de origem dos fabricantes de celular não ocorre esse problema? A resposta é desconcertante: porque lá não é autorizada a colocação de antenas de celular em áreas próximas a presídios. Elementar, não? Aqui colocam antena de celular em toda parte, sem autorização, na clandestinidade. Iniciam a instalação em um terreno baldio, na noite de um sábado e, na segunda-feira seguinte, já está funcionando. Não há projeto de instalação aprovado – é uma anarquia total, uma terra de ninguém. É preciso dar um basta - em área próxima a presídio não tem mais celular e ponto final. Os prejudicados podem procurar um advogado ou pensar em uma forma alternativa de comunicação – e, pensando bem, já existem, ou, sempre existiram muitas.

Professor, perdoe-me, mas sua ingenuidade é eno...

João (Estudante de Direito - Tributária)

Professor, perdoe-me, mas sua ingenuidade é enorme. Em um presídio comum, com cerca de 400 a 500 detentos e também centenas de aparelhos móveis, é virtualmente impossível monitorar todos eles.

Lusimar, depois que boquearam o sinal de uma c...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Lusimar, depois que boquearam o sinal de uma cidade inteira, do cidadão de bem, com a pena da caneta de um único magistrado, a idéia de se elaborar Lei no Congresso Nacional até que não foi tão ruim assim...mas no todo, você tem razão... a melhor forma, então, é uma nova Assembléia Constituinte e se elaborar nova carta e, aproveitar, inserir a pena de morte, o trabalho forçado e a maioridade penal acima dos 12 anos.Saudações. Obs. Melhora ? Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo

Rossi Vieira, não faltará quem alegue inconstit...

Luismar (Bacharel)

Rossi Vieira, não faltará quem alegue inconstitucionalidade porque não se pode violar a intimidade do preso que fala com celular de dentro do presídio a não ser que haja determinação judicial concreta nos termos da lei de interceptação telefônica e bla-bla-bla. O jeito é bloquear.

Excelente a matéria e o texto do professor Hugo...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Excelente a matéria e o texto do professor Hugo Cesar. Não o conhecia. Deu uma aula de tecnologia eletrônica. Eu mesmo, em dias atuais, fico preocupado com tanta tecnologia a violar minha própria intimidade, através de grampos telefônicos, muitas vezes sem autorização legal. A idéia do professor é ótima, em decorrência da gravidade das ações criminosas provindas diretamenta da cadeia, através da telefonia. Arrisco-me a sugerir que o Congresso Nacional, ao invés de inventar Leis penalizadoras ( e não vêm em boa hora), faça uma Lei autorizando-se o monitoramento geral das chamadas telefônicas vindas dos presídios. É o que basta. O preso usa o telefone, mas não abusa do telefone. Parabéns pela idéia. Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo

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