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Promotor de Justiça sofre tentativa de assalto em São Paulo

O promotor de Justiça Fernando Capez sofreu uma tentativa de roubo, na última quinta-feira (25/5). O fato aconteceu no cruzamento da Avenida 9 de Julho com a rua São Gabriel, na zona sul da capital paulista.

Segundo o promotor, enquanto estava parado no semáforo, dois suspeitos se aproximaram do seu carro, um deles portando, aparentemente, uma pistola semi-automática. Capez acelerou o carro, que tem vidros blindados, e parou no 15.º Distrito Policial. Para procurar os suspeitos, dois investigadores o acompanharam em uma busca pela região.

Os suspeitos foram encontrados na esquina da rua Clodomiro Amazonas com a rua Bandeira Paulista. A arma que portavam era de brinquedo, conforme constatado pelos policiais. O promotor Fernando Capez está licenciado do Ministério Público de São Paulo e é pré-candidato a deputado federal pelo PSDB.

Revista Consultor Jurídico, 26 de maio de 2006, 18h47

Comentários de leitores

10 comentários

ESTOU HÁ HORAS ME PERGUNTANDO ACERCA DA RELEVÂN...

Washington Rodrigues de Oliveira (Advogado Autônomo - Civil)

ESTOU HÁ HORAS ME PERGUNTANDO ACERCA DA RELEVÂNCIA/IMPORTÂNCIA DA NOTÍCIA... SERÁ PELO FATO DE TER O NOBRE PROMOTOR TER CARRO BLINDADO? OU APENAS PARA DAR RESPALDO À CANDIDATURA DO PROMOTOR LICENCIADO? SEJA O QUE FOR É DEPRIMENTE A UTILIZAÇÃO DO ESPAÇO DO CONJUR PARA FINS POLÍTICOS!!!!

Sinto muito discordar do Sr. Armando do Prado, ...

Tani Bottini (Delegado de Polícia Estadual)

Sinto muito discordar do Sr. Armando do Prado, mas sou policial a quase 20 anos, com muitos anos dedicado ao plantão policial, e apesar da falta de apoio, de salário e de condições operacionais, buscamos prestar um bom serviço a população. Trabalhei por anos em delegacias na periferia, que é a mais carente e que depende da polícia para tudo, até mesmo para ser levada a um pronto socorro. A carteirada realmente existe, afinal somos subordinados a Deus e ao mundo, todo mundo quer mandar na polícia (é muito normal, nos bairros de classe média, chegarem dizendo no plantão: "quem paga seu salário sou eu quero ser atendido agora"). Na periferia isso não ocorre, e as ocorrências são também atendidas. Acredito que a polícia paulista é a que mais atende aos preceitos constitucionais, afinal temos uma série de "fiscais" (MP, entidades de direitos humanos , judiciário, advogados, corregedoria, ouvidoria) como alguém tão vigiado pode burlar a lei. O mesmo não se diga das demais Instituições. É lenda esta ideia que a polícia é truculenta e mau preparada, ela é consciente da sua função, mas infelizmente manipulada pelo Poder, que está na mão de uma elite que a quer fraca, desmoralizada, assim poderá manipula-la ao seu talante.

Prezado Doutor Reginaldo, não se trata de odiar...

Armando do Prado (Professor)

Prezado Doutor Reginaldo, não se trata de odiar ou amar a polícia, mas de sermos coerentes com a realidade. A polícia pela sua própria condição estrutural (salários baixos, falta de condições, estratégias e logísticas ultrapassadas, etc) acaba sendo terreno fértil para a corrupção e a truculência. Convido-o a tentar fazer valer os preceitos constitucionais em relação a detidos, devedores ou não, na maioria das delegacias, e todos sabemos o que acontece. Portanto, "tapar o sol com a peneira" pode servir para os oportunistas de plantão que tentam destilar o pânico como forma de fazer valer os métodos da inquisição, agora, se queremos que prevaleça o Estado democrático de direito, devemos ser vigilantes e críticos. O caso do promotor tucano é didático, pois se não for pela carteirada quase nada acontece. Tente levar a polícia, para os mesmos fatos relatados por Capez, não mostrando carteira da OAB, magistratura, ou M.P., e verá o que acontece. Também conheço policiais e delegados conscientes e batalhadores, mas, infelizmente, a exceção só confirma a regra a que aludi.

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