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Mulheres em alta

Cristina Gonçalves é a primeira defensora-geral de São Paulo

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A Defensoria Pública de São Paulo começará a ser estruturada pelas mãos de uma mulher. Cristina Guelfi Gonçalves foi nomeada a primeira defensora pública-geral do estado de São Paulo, nesta quinta-feira (11/5), pelo governador Cláudio Lembo.

A posse deverá ser em breve, mas a data ainda não foi confirmada. Após ser empossada, ela terá 30 dias para abrir concurso público para preencher os 313 cargos vagos de defensor.

Cristina era a terceira integrante da lista tríplice indicada pelos primeiros defensores públicos do estado e concorria ao cargo com Vitore Maximiano e Pedro Giberti. Ela é formada em Direito pela USP em 1993 e especialista em família. Desde seu ingresso na Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, atuou na assistência judiciária e trabalhou no Foro Regional de São Miguel Paulista, Santana, Jabaquara e atualmente no Foro Central na área de família.

Foi conselheira da Procuradoria do Estado de 2002 a 2004 e participou desde o início do Movimento pela criação da Defensoria Pública, que reúne 440 entidades da sociedade civil. A primeira defensora pública-geral pretende investir com mais atenção nos núcleos previstos para a área cível e de família, com o trabalho multidisciplinar e o auxílio de psicólogos principalmente nas questões que envolvem crianças e pensão alimentícia. “Por ser o primeiro mandato, é um momento de estruturação da carreira, para que a Defensoria em São Paulo finalmente saia do papel.”

A Apadep — Associação Paulista dos Defensores Públicos afirmou que apesar de não ter sido feita vontade da maioria, já que 81,7% dos votos dos procuradores do estado foi para Vitore Maximiano, a entidade manifesta total apoio a Cristina Gonçalves e acredita que ela unifica a carreira, pois conta com a confiança de todos os defensores e será capaz de conduzir a instituição, tornando-a forte e atuante. Na eleição promovida pelos procuradores do estado no dia 2 de maio último, Pedro Giberti ficou em segundo lugar com 10,3% e em terceiro Cristina Guelfi Gonçalves com 8,2%.

 é repórter do jornal DCI.

Revista Consultor Jurídico, 11 de maio de 2006, 16h55

Comentários de leitores

3 comentários

Otávio, O Mackenzie não é amado e sempre para ...

Maurício Vasques (Advogado Sócio de Escritório)

Otávio, O Mackenzie não é amado e sempre para mim. Respeito a instituiçãomas não admiro ou morro de amores. Quanto ao Lembo, um belíssimo reaça, além de não gostar dele como político ou professor (suas aulas eram péssimas, na minha opinião), ele acaba de acusar os advogados pelos motins e rebeliões em SP, dizendoque vaipedir para gravar as conversas entre presos e defensores. E agora amigo, continuará a defender o Lembo, o fará que nem te lembo? Abraço, Maurício

Maurício, amigo de sempre. O Lembo foi professo...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Maurício, amigo de sempre. O Lembo foi professor da nossa amada, sempre Mackenzie. Tem aí um ar político; se a moça prometer dignificar a classe dos advogados públicos, pode ser um bom começo. É moca de família, pode dar certo. Abraço-o. Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo.

Primeiramente, boa sorte a defensora geral. Tr...

Maurício Vasques (Advogado Sócio de Escritório)

Primeiramente, boa sorte a defensora geral. Triste constatar, entretanto, que o candidato amplamente preferido pelos pares foi preterido pelo governador cujo nome não me lembo. É sinal de um mau começo. Não gostei.

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