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Banalização do direito

Assédio moral no trabalho deve ser provado, e não presumido

Comentários de leitores

10 comentários

Lamentável que um assunto tão contundente, rece...

marcia helena (Consultor)

Lamentável que um assunto tão contundente, receba pouquissímos comentários...A propósito, Quem defende O SERVIDOR PÚBLICO DO JUDICIÁRIO FEDERAL DO ASSÉDIO MORAL, NO JUDICÍARIO FLUMINENSE, onde a Corrupção e a Máfia estão institucionalizados!?!?!Onde os Advogados, têm medo de "Advogar contra" ou se "Vendem para", e poucos Honram o estatuto e o juramento que fizeram quando formam-se ADVOGADOS!?!?! Se não rolar Muita Grana...Zero Assediado!?!?!(Salvo raríssimas e Honrosas Exceções)Nem os Institutos Fluminenses responsáveis pela matéria, se manifestam em favor dos ASSEDIADOS!!! Marcia Helena - Bacharel em Direito

Uma correção ao meu comentário: Na verdade, o p...

Ana Só (Outros)

Uma correção ao meu comentário: Na verdade, o primeiro livro publicado sobre assédio moral foi o de Andrea Adams, jornalista inglesa, que faleceu em 1995.

Banalização do direito uma "ova". Banalização d...

Johnny (Consultor)

Banalização do direito uma "ova". Banalização da pessoa humana que a cada dia vale menos. Será que os julgadores não têm capacidade para discernir o verdadeiro do real? Isso é subestimar a capacidade de julgamento deles. Os profissionais mal intencionados e os aproveitadores são descartados rapidamente. A Lei é para ser cumprida e a pessoa humana merece todo o respeito. Melhores cumprimentos à todos.

O assédio moral é um tema que precisa ser levad...

Ana Só (Outros)

O assédio moral é um tema que precisa ser levado a sério, pois já provocou muito sofrimento e muitas demissões, para não falar em doenças e mortes. Como, no Brasil, ainda estamos na fase descobrir "o que é o assédio moral", enquanto outros países já o admitem e possuem programas de prevenção, ficamos como os oito cegos ao redor de um elefante e, então, acontecem coisas como: 1. As definições sobre assédio moral são vergonhosamente copiadas e transmitidas como se fossem dos autores que as expõem, mas em geral utilizam a definição mais abrangente, que é de Marie-France Hirigoyen, a primeira a lançar livro sobre o assunto e levantar a polêmica no mundo inteiro. O que ocorre é que as pessoas que se propõem a falar sobre assédio moral não estudam e não se aprofundam com seriedade, limitando-se a repetir as mesmas pinceladas de outrem, e assim não avançamos nada no assunto. 2. Igualmente outros estudos e comentários sobre assédio moral são vergonhosamente copiados da internet e depois transmitidos, como se fosse do autor, em palestras caras e sem profundidade. O assédio moral acaba ficando, nas palestras, um assunto vago e sem alma. Algo "que está na moda" e, como tal, interpretado ao bel prazer por palestrantes e platéia. É preciso levar este assunto mais a sério, senão pelo assunto em si, também pela própria ética e dignidade profissional de quem dele se utiliza para seu trabalho. 3. A rigor, para ENTENDER o que é mesmo o assédio moral, só mesmo quem passou pelo problema ou teve um amigo ou um familiar que tenha passado por isso. Claro, alguns vão dizer, "para ser um ginecologista não é preciso ter parido uma criança", mas então, nesse caso, pelo menos se deve ter MUITA SERIEDADE e MUITA SENSIBILIDADE, pois do contrário, cada profissional que ouse falar no assunto vai adotar uma postura de acordo com o interesse do público que quer atrair. 4. Ou seja, aqueles que focam mais as empresas como clientes vão discursar nesse sentido, inclusive citando a "indústria do dano moral" para fazer crer que os empregados estejam agindo TODOS de má fé. Confundem, assim, dano moral com assédio moral, em primeiro lugar, e julgam, a priori, casos que nunca lhes chegaram ao conhecimento, todos como se fossem improcedentes. 5. Por outro lado, os profissionais que falam `contra´ o assédio moral sem ter a necessária vivência do assunto, e evocam a `indústria do dano moral´, não se aprofundam o bastante para descobrir que essa indústria se inicia no próprio ato (do assediador) que gera o dano, continua na omissão do empregador em dizer que "na minha empresa, isso não existe", negando os fatos que estão debaixo do seu nariz, continua também no INSS, que não reconhece uma CAT de assédio moral como ACIDENTE DE TRABALHO, e pode terminar em um processo com uma petição mal feita (copiada de modelo, quando cada caso é um caso)... etc. 6. Os que têm sensibilidade, os que já passaram por essa situação discursam sempre a favor do empregado e podem também incorrer em erro, pois nem tudo é assédio moral. É preciso ter critério para saber se houve ou não porque, afinal, assédio moral é um CRIME. E sendo assim, não pode ser tratado com leviandade. 7. Por fim, é preciso entender, de uma vez por todas, que o assédio moral NÃO TRAZ BENEFÍCIO A NINGUÉM. Nem à empresa, nem ao empregador, nem mesmo ao assediador (passada a satisfação das torturas que aplica e da demissão que obtém para a vítima), nem às vítimas de assédio. Ninguém ganha com isso. 8. As empresas deveriam abrir as portas para a discussão do assunto, para pesquisas e para a prevenção, para a implantação de programas de prevenção ao assédio moral, e não ficar titubeando em receber profissionais sérios que queiram ajudá-las, ou evitando falar no assunto. As leis, por si só, não podem fazer quase nada. É preciso, dentro das empresas, se adquirir a consciência do que é este tipo de violência perversa, e também é preciso, neste país, recuperar a ÉTICA que perdemos -- se é que um dia a tivemos. Existem bons profissionais (poucos) no Brasil que conhecem bem o assunto e estes não são convidados a dar palestra, quando o são, nunca são remunerados. Isso tem que ser mudado. São estes poucos abnegados que podem dar uma luz sobre o tema do assédio moral. Pois copiar trechos de livros e/ou da internet e sair por aí repetindo as mesmas palavras é fácil. O difícil, porém não impossível e muito mais gratificante, é dedicar horas e muitos recursos próprios a pesquisar seriamente o assunto e, com isso, ajudar empresas e empregados a enfrentarem o problema com bons resultados. A propósito, 1. O prazo para se entrar com uma ação, se não me engano, é de apenas 2 anos depois da demissão. 2. As empresas respondem legalmente pelo assediador e, quando o empregado ganha a causa, as empresas são obrigadas a pagar uma indenização. Porém, cabe aos juízes irem mais além e imporem, além da indenização, a obrigação daquela empresa em implantar um programa de prevenção ao assédio moral, para que outros casos não aconteçam. Pois se o ambiente na empresa foi propício para um caso, é quase certo que outros casos existam. A indenização "resolve", digamos (sem resolver o sofrimento), a questão do empregado que foi vítima de assédio, porém não resolve o caso de outros empregados que lá dentro permanecem.

estou numa luta para reaver o que me foi tirado...

Eugenio (Outros - Comercial)

estou numa luta para reaver o que me foi tirado por assedio moral,a maior dificuldade é a pessoa identificar que foi assediado,depois é encontrar um adv que saiba sobre a materia, pois a consequencia de um assediado é muito grande,o desemprego, a familia, a auto estima, insonia,pesadelos, isso é um fato real, que é causado simplismente por um funcionario que se intitula representante do empregador, geralmente com problemas de complexo de inferioridade,termina por destruir sonhos e projetos de uma vida, que é o que aconteceu comigo, entrei na Infraero com 19 anos, projetei toda minha vida nesta empresa, mas apos 13 anos fui demitido por uma superintendente prepotente falsa e mentirosa, que por 03fiquei interino numa função de liderança, prometendo me efetivar na função,até que indicou outro funcionario recem chegado de outro aeroporto,03 anos de assedio moral.

Corroboro com o comentarista Marcos. É de funda...

LUIS CARLOS (Professor)

Corroboro com o comentarista Marcos. É de fundamental importância o aprimoramento desse expediente: Tratar com isenção e sapiência prudente entre os litigantes para não incorrer em prejuizo às partes...

boa noite, é um prazer falar com voces,minha pe...

Eugenio (Outros - Comercial)

boa noite, é um prazer falar com voces,minha pergunta é simples e complexa ao mesmo tempo,fui demitido em 1995, so hoje é que descobri que minha situação é assedio moral e perseguição politica, fui diretor de sindicato por 09 anos,minha pergunta, hoje eu ainda posso entrar com o processo contra a Infraero como assedio moral? existe alguma brecha juridica ou ja prescreveu?

Não há assedio moral maior que os que os serven...

Saeta (Administrador)

Não há assedio moral maior que os que os serventuários praticam contra o povo, sejam trabalhadores, aposentados ou quaisquer que necessitem de alguma coisa das nossas repartições públicas. Vejam o exemplo das greves do INSS. Isso sim é humilhação aos pobres aposentados e segurados que são tratados como massa de manobra por serventuários inescrupulosos.

Gostaria de dizer que o assédio moral está cres...

Junior (Serventuário)

Gostaria de dizer que o assédio moral está crescendo de uma forma assustadora, claro que em determinadas situações que não poderiam caracterizar assédio moral está se pleiteando dano moral. Mas o que é importante é que os empregadores, quando querem humilhar seus empregados, sem motivo algum, arrumam várias artimanhas para conseguir tal intento, sem pudor e inclusive causando no trabalhador um dano psíquico que será muito difícil ser sanado de uma hora para outra. Portanto, é importante que os empregados se unam contra esses empregadores que, porventura, pratiquem assédio moral em seus locais de trabalho.

Já é tempo de magistrados trabalhistas ficarem ...

Marco (Consultor)

Já é tempo de magistrados trabalhistas ficarem mais atentos a litigância de má fé de empregados inescupulosos e puni-los na forma da lei... quando isso passar a ser feito com regularidade por eles, magistrados, as ações dos maus empregados diminuirão... acredito mesmo que, até os próprios advogados terão maior cuidado ao pedir em Juizo. Hoje, o que se vê, são pedidos absurdos, via de regra, feitos por petições pré montadas, onde só são mudados os nomes e alguns dados aproximados, deixando o ônus da prova inteiramente para o empregador. Será que algum magistrado abraçaria essa causa? Quem sabe...

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