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Operação Cerol

Sete advogados e oito policiais federais são presos no Rio

Sete advogados e oito policiais federais presos. Esse é o saldo parcial da operação deflagrada pela Polícia Federal no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (21/7), para desbaratar um esquema de crimes contra a administração pública e a Justiça. As informações são da Polícia Federal e da Agência Globo.

De acordo com a PF, policiais federais, alguns com cargos de chefia, recebiam promessa de vantagem financeira para beneficiar acusados dos crimes financeiros na condução de inquéritos. As investigações eram propositalmente falhas, as diligências atrasavam o processo as apurações do fato eram deficientes ou pedidos de arquivamento eram feitos em favor de advogados e empresários.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, clientes do escritório de advocacia de Michel Assef estão entre os principais beneficiados do esquema. Do escritório, diz a PF, o maior atuante era o advogado Monclair Gama, junto com os empresários Renato Paula de Almeida e Jorge Delduque, ligados à empresa de vigilância Vigban.

As investigações apontam que “a associação criminosa de advogados e empresários” era “capitaneada pelo advogado Tarcisio de Figueiredo Pelúcio, responsável pela cooptação de policiais federais”. A investigação durou um ano e dois meses, a partir de denúncias do INSS, do Ministério Público Federal e do setor de inteligência da própria PF.

Os policiais ainda cumprem parte dos 17 mandados de prisão e 45 de busca de apreensão decretados pela juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara da Justiça Federal no Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 21 de julho de 2006, 13h11

Comentários de leitores

14 comentários

Nobre cavalheiro Milsantos 22, Ilustre senhor, ...

José Brenand (Outros)

Nobre cavalheiro Milsantos 22, Ilustre senhor, concordo perfeitamente com teus termos, o parlamentar a imunidade desse, deva ser no que se relaciona tão somente com o exercício da palavra no parlamento ,e em defesa de pontos de vista filosófico politico e social. Quanto ao falar de maneira calunioso, deva sofrer as sanções da Lei, igual a qualquer cidadão. Se eleito for, e com sua ajuda se possível, saiba, que com meus 64 anos de idade, certamente farei de tudo, e se possível for, mobilizado o povo com baixo assinado, para acabar com essa mordomia infame, perversa e miseravel, que criada fora por uma elite doentia. Tenho convicção, de que devemos criar e aprimorar nosso próprio sistema social de maneira justa. Igualitária em todos os sentido é utopia, mas não tanto desigual. O nobre companheiro pode perfeitamente efetuar campanha, na tentativa de conscientizar o povo de que eles não são inferiores a quem quer que seja. Te agradeço por tuas sabias colocações. Se acreditar no que acabo de lhe passar, me apoia, e assino meu compromisso de trabalho, para que possamos dar cobro a essa desigualdade social. De certo o Ilustre Senhor sabe que avanços de fato, só via canal educativo, porque a educação é alavanca maior, que move um País, lhe dando estabilidade social e económica, alem de Segurança de fato. Brenand - Candidato a Dep. Federal - 4073.

EXMO. DR. DELEGADO DO DEPARTAMENTO DE POLICIA F...

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)

EXMO. DR. DELEGADO DO DEPARTAMENTO DE POLICIA FEDERAL NA SUPERINTENDENCIA REGIONAL DO RIO DE JANEIRO. 1º. Protocolo Geral: (Avenida Rodrigues Alves, 01 – Rio de Janeiro). SIAPRO C SR/DPF/RJ No. 08455. 081447 / 2005 - 58 – 24/Nov/05 as Hs:14.11.05. 2º. Anexo da Denuncia: Tipificação de Crime contra a Ordem Política e Social e Crime Exaurido Art. 158 CP. Protocolado sob o No. 08455.020253/2006-67 em 22/Mar/2006. ULTIMA MOVIMENTAÇÃO --- GMP: 0001571 DT: 02/12/2005 HORA: 11:21 RECEBIMENTO: CONFIRMADO EM 05/12/2005 MAT CONF: 5783235 xxxxxxxxxx ORIGEM: COR/RJ DESTINO: DELEFAZ/RJ RESPONSAVEL: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx FONE: 021-3213-1519 NOVO FONE: 021 2203-4201 DECISÃO/DESPACHO: NO/DELEFAZ/RJ EM 06/12/2005 MAT. INCLUSÃO: 597489 Tipo de Ação: NOTÍCIA CRIME. Tipificação: Crime de Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro Publico, Crime de apropriação indébita de bens públicos para enriquecimento ilícito de terceiros (Lei 8.429/92 e Lei 8.137/90) Crime de formação de quadrilha e estelionato (CPP Art. 171 e 288).

Com os episódios recentes de ataques de integra...

balai (Advogado Autônomo - Civil)

Com os episódios recentes de ataques de integrantes do PCC, pudemos notar que os policiais se aquartelavam e deixavam a sociedade a mercê do crime. Como tal ação contava com a aprovação da classe política, resta claro que as duas classes tem mais em comum do que supõe nossa vã filosofia.

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