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Serviços de telefonia

Atendimento gratuito por 102 pode substituir lista telefônica

As operadoras de telefonia fixa poderão optar por distribuir aos clientes a lista telefônica impressa ou prestar todas as informações solicitadas pelo serviço 102. Tudo gratuitamente. A decisão da Anatel — Agência Nacional de Telecomunicações foi publicada no Diário Oficial. As informações são da Agência Estado.

Atualmente, as empresas estão obrigadas a distribuir gratuitamente a lista. Mas, caso um cliente use o 102 e peça uma informação que conste no catálogo, a consulta é cobrada. O serviço só é gratuito quando a chamada é feita de um orelhão ou quando a informação pedida não está na lista. Agora, se a empresa suspender a distribuição da lista impressa, terá de prestar informações pelo 102 de graça.

As empresas, segundo a Anatel, são obrigadas a enviar a lista aos clientes que a solicitarem. Nesses casos, porém, esses clientes terão de pagar por consultas ao 102 sobre informações que estão na lista.

Revista Consultor Jurídico, 19 de julho de 2006, 17h34

Comentários de leitores

2 comentários

O nefasto processo de privatização das estatais...

PEREIRA (Contabilista)

O nefasto processo de privatização das estatais brasileiras, em especial o sitema Telebrás, só trouxe vantagem para os especuladores que adquiriram as empresas.Além de serem vendidas a preço vil, os adquirentes só sabiam o que era um telefone porque os usava, mas, do ponto de vista do ramos eram uns iletrados de carteirinha, suficiente para faturarem alto e prestarem um serviço de péssima qualidade junto ao cidadão. O desrespeito é a marca flagrante dessas empresas. A lista telefônica é um lixo que só serve para os catadores de papel.Só foram atualizadas quando ainda era da Telebrás. Ninguém consegue mais usar esse amontoado de folhas desatualizadas e sem finalidade. Mesmo com os arquivos da internet raramente se consegue uma informação. Se a consulta é feito pelo 102, cada atendente dar uma informação diferente. Não sei que planeta está a ANATEL, dita defensora e controladora dos interesses dos usuários. Dos usuários? ou das Concessionárias exploradoras. Cadê o MINISTÉRIO PÚBLICO!

Pelas normas do processo de privatização, as ad...

Richard Smith (Consultor)

Pelas normas do processo de privatização, as adquirentes de concessionárias de serviço público de telefonia estavam obrigadas a manter os serviços já oferecidos e ampliá-los, em quantidade e qualidade, mediante aportes de recursos, que ao Estado faltavam para investimento. Todavia, aqui em São Paulo, a última lista telefonica distribuída foia ade assinantes empresariais em 2002 (!!!). Assim sendo, a Telefonica não está cumprindo a lei e os contratos assinados, faz muito tempo. O serviço 102 é terceirizado e executado por firmas do interior do estado. Em função disso, os "operadores" não sabem distinguir um telefone da zona zul de um do centro. Além disso, muitas vezes forneçem o primeiro telefone que apareçe no seu sistema, não se trtando do PABX de uma empresa, mas sim, ou um telefone de fax ou ainda de um obscuro departamento que não pode conectar você com o setor que você está precisando. Em suma, um serviço "between the legs" para não falar "nas coxas" porque é feio. E isso foi assim desde o início. A dona Telefónica não tinha a mínima condição de gerenciar um sistema telefônico gigantesco e problemático como o de São Paulo. O triste e lamentável é que o Ministério Público ou a ANATEL não tomam nenhuma providência quanto ao descaso e o desrespeito à Lei no caso das listas telefônicas. Um absurdo!

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