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Em Istambul

Brasileira presa em Istambul pedirá liberdade condicional

A catarinense Ângela Wress, presa numa penitenciária na Turquia, terá a sua liberdade condicional pedida judicialmente pela Ordem de Advogados de Istambul. A solicitação foi feita pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Ela foi presa ano passado sob acusação de transportar cerca de oito quilos de cocaína misturada a café, que seguia para Beirute.

A brasileira recebeu, nesta segunda-feira (17/7), a visita do vice-presidente nacional da OAB e presidente da Comissão de Relações Internacionais da entidade, Aristoteles Atheniense, na Casa de Detenção para Mulheres, em Istambul.

O cônsul honorário do Brasil em Istambul, Sylvio Benbassat, acompanhou Aristoteles Atheniense na visita a Ângela Wress. Segundo o vice-presidente nacional da OAB, a Justiça turca deve definir se a brasileira transportava conscientemente a droga ou se foi induzida pelo namorado como alega.

O namorado, o brasileiro Robert Kennedy Pereira, está preso em São Paulo. Caso consiga a liberdade condicional, a brasileira deverá prestar serviços ao Consulado brasileiro em Istambul enquanto aguarda o julgamento final do processo.

O advogado especialista em Direito Criminal, Mertin Uracin, foi apontado pela Ordem de Advogados de Istambul para acompanhar o caso. O pedido para que fosse designado um advogado foi feito pelo vice-presidente da OAB ao presidente da organização de advogados de Istambul.

O advogado foi até a prisão visitar a brasileira e vai relatar os detalhes do caso a Kazim Kolcuoglu, com quem Aristoteles Atheniense teve um encontro nesta tarde, na sede da Ordem da Advocacia da cidade turca.

Aristoteles Atheniense aproveitou a visita à brasileira para levar medicamentos que ela precisava, a pedido de parentes. Segundo os familiares de Ângela Wress, ela não recebe os medicamentos para problemas no coração dos quais necessita regularmente.

Revista Consultor Jurídico, 17 de julho de 2006, 18h05

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