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Novos advogados

Veja lista de aprovados do 129º Exame de Ordem de São Paulo

Apenas 8,78% dos bacharéis que tentaram obter a carteira de advogado no 129º Exame de Ordem da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, obtiveram êxito. Dos 22.207 que se inscreveram para a primeira fase somados aos 1.175 habilitados para a segunda fase no exame anterior, apenas 2.053 foram aprovados. Ou seja, 21.329 foram reprovados. Este foi o segundo pior resultado desde que o exame começou a ser feito há 35 anos.

Veja lista dos aprovados

ADAUTO JOSE DA SILVA JUNIOR

ADRIANA CAMARGO ALVES VIEIRA

ADRIANA CARMINATTI

ADRIANA CARVALHO PRADO

ADRIANA CRISTINA BERTOLETTI B FRANCO

ADRIANA CRISTINA DE CAMPOS

ADRIANA DA SILVA CERQUEIRA

ADRIANA DE SOUZA MELO

ADRIANA GERUZA SILVA DIAS

ADRIANA GOMES DE MIRANDA

ADRIANA GONCALVES DE ALMEIDA

ADRIANA JANAINA DE PAULA PILON

ADRIANA MARCELINO VIEIRA DOS SANTOS

ADRIANA MELGES CRUZ DE LUCAS

ADRIANA PADUA BORGHI

ADRIANA RAMOS

ADRIANA VANESSA FREITAS DA SILVA

ADRIANO BIAVA NETO

ADRIANO BLATTNER MARTINHO

ADRIANO CARDOSO GOMES FERREIRA

ADRIANO FAILA COELHO

ADRIANO GUSTAVO DE FREITAS ADRIANO

ADRIANO ROGERIO DE SOUZA

ADRIANO ZANIBONI

AGNALDO JORGE NARESSI CARDOZO

AHMAD KASSIM SLEIMAN

ALAN RENATO BRAZ

ALAN ROSA HORMIGO

ALBERTO SCHER

ALCENIR RANGEL MANHAES PEREIRA

ALDILENE FERNANDES SOARES

ALEANE CRISTINA DE SOUZA MACIEL

ALECSON PEGINI

ALERCIO RETT NETO

ALESSANDRA APARECIDA FOGACA ANTUNES

ALESSANDRA APARECIDA IAZZETTI

ALESSANDRA YUMI S. YASSAKA

ALESSANDRO PAULINO

ALESSANDRO RAFAEL DO NASCIMENTO

ALESSANDRO ROBERTO COVRE

ALEX CAMPOS RODRIGUES

ALEX COSTA PASSOS

ALEXANDER BRENER

ALEXANDRA DE QUEIROZ MENEZES RAPOSO

ALEXANDRA FURLANETTI DE MEDEIROS

ALEXANDRE CANEVAZZI PARRA VILLAR

ALEXANDRE CARVAJAL MOURAO

ALEXANDRE EUGENIO NAVARRO

ALEXANDRE FAUSTINO JOZALA

ALEXANDRE JOSE RIBEIRO

ALEXANDRE MACHADO DA SILVA

ALEXANDRE MARQUES

ALEXANDRE MELHEM ABOU ANNI

ALEXANDRE RAMOS PAIXAO

ALEXANDRE RODRIGUES FAGUNDES

ALEXANDRE TAVARES DE GOUVEA

ALEXANDRE VASCONCELOS ESMERALDO

ALEXANDRE WOLF JANNINI

ALEXANDRE XAVIER DE MIRANDA

ALEXANDRINA LOPES CAJE

ALHANDRA GARCIA FARIA DE ALMEIDA

ALINE ARRUDA FIGUEIREDO

ALINE BARBOSA PEREIRA

ALINE DE ANDRADE CAPITO

ALINE DE SIQUEIRA

ALINE FERNANDES DOURADO SANTOS

ALINE GUTIERREZ DE MENEZES

ALINE RIBEIRO PINHO

ALINE SBORGI

ALISON LOLI

ALITT HILDA FRANSLEY BASSO PRADO

ALLAN SATO HORITA

ALLINE AMELIA GARCIA COSTA

ALUANA REGINA RIUL

ALUISIO IUNES MONTI RUGGERI RE

ALUISIO LADEIRA AZANHA

ALVARO ZUIANI NETO

AMANDA APARECIDA DE ALENCAR

AMANDA CRISTINA DE CARVALHO BARBOSA

AMANDA CRISTINA DE OLIVEIRA BERGAMINI

AMANDA MARQUES GATTAS

AMARILDO ANTONIO FORCA

ANA BEATRIZ DE CARVALHO GOMES

ANA CAMILLE PENA

ANA CARINA BORGES

ANA CAROLINA BRUNETTI SILVEIRA

ANA CAROLINA FIGUEIREDO POLITANO

ANA CAROLINA MALTA DE AZEVEDO

ANA CLAUDIA AURICCHIO SACRAMENTO

ANA CLAUDIA ESPOSITO DE LIMA

ANA CLAUDIA FREIRE DA COSTA BEZERRA

ANA CLAUDIA IGNACIO

ANA CRISTINA MAIA DO AMARAL

ANA ELISA MARIN CASSEB

ANA FLAVIA LONGO LOMBARDI

ANA KARINA TEIXEIRA

ANA LETICIA DE ARAUJO CARVALHO

ANA LETICIA MAZZINI CALEGARO

ANA LIA FERRO DE SOUSA TOUSO

ANA LUCIA DE JESUS BARRINHAS

ANA LUCIA GIANINNI GOBATO

ANA LUCIA LIMA CASTILHO

ANA LUCIA MELO

ANA LUISA BANNWART SOARES

ANA LUIZA BACCARAT DA MOTTA PINTO

ANA LUIZA DE PAIVA BAPTISTELLA

ANA LUIZA SABBAG DECARO

ANA MARCIA DUTRA DO NASCIMENTO

ANA PAULA ARAUJO

ANA PAULA BAZIQUETTO

ANA PAULA BOZOLI

ANA PAULA CERRI BUDOIA

ANA PAULA CICCONE DE LEO

ANA PAULA DE OLIVEIRA ROCHA

ANA PAULA DESTRI PAVAN

ANA PAULA FERREIRA DOS SANTOS

ANA PAULA MATTOS SILVA

ANA PAULA NASCIMENTO DOS REIS SOUSA

ANA PAULA PIRES DE CAMARGO

ANA PAULA RODRIGUES ANTONELLI

ANA PAULA ZANQUETTA

ANA SYLVIA BANDONI SANCHES DE LAURENTIS

ANDERCLEITON DONIZETE BASILIO

ANDERSON AUGUSTO COCO

ANDERSON BISPO DA SILVA

ANDERSON CHICORIA JARDIM

ANDERSON DE CASTRO FIGUEIREDO

ANDERSON DE CASTRO OGRIZO

ANDERSON LOPES VICENTIN

ANDERSON PEREZ DOS SANTOS

ANDERSON ROMAO POLVEIRO

ANDRE CALDEIRA BRANDT ALMEIDA

ANDRE CARLOS CORSI

ANDRE DOS SANTOS SIMOES

ANDRE GUERREIRO

ANDRE GUSTAVO DE MORAES GIACOMELLI

ANDRE LUIS DE PAULA BORGES

ANDRE LUIZ FERREIRA

ANDRE LUIZ PIRES DE FARIA

Revista Consultor Jurídico, 5 de julho de 2006, 19h30

Comentários de leitores

13 comentários

Economista Sousa, primeiro não é Doutora e Sim ...

efabrini (Advogado Autônomo)

Economista Sousa, primeiro não é Doutora e Sim Senhor, não tenho doutorado e sou ele e não ela. Segundo, assim como existem economistas que entendem de um jeito e outros entendem de outro, não podemos voltar ao tempo em que não podíamos ter opiniões. Isto tb faz parte da democracia. Terceiro, minha faculdade não foi feita em uma "boca de porco", e eu com certeza não dei umas escapadinhas para os churrascos, se bem que ir a um ou outro não faz ninguém ser melhor ou pior, vc, Senhora ou Senhor não entendeu a "estimativa dos 90%" foi apenas uma forma de expressar o que ví enquanto cursei a faculdade, modéstia parte, Senhora ou Senhor eu fui aprovado com nota máxima na prova da OAB (10), aliás no estado de uma das mais difíceis do País. Apenas disse, e volto a afirmar, que muitos, ou melhor, a maioria não leva o direito, a economia, a contabilidade etc., como deveriam levar, muitos fazem confiando mais no "chute" do que no conhecimento. Isso eu afirmo com conhecimento de causa. Aliás Senhora ou Senhor, vc já deu uma olhada no nível dos concursos nacionais? A OAB precisa sim manter um nível difícil para aqueles que acabaram de sair da faculdade. Existem exageros? Sem dúvida que sim. Mas não é impossível, e se houvessem nas outras profissões tb existiriam exageros. Isso tb ocorre nos concursos. Acho que deveriam fazer provas do mesmo nível da OAB na medicina, economia, contabilidade etc. Quem sabe melhoraria o nível. Quanto a inconsticionalidade da citada lei pela Senhora ou pelo Senhor, acho que devemos deixar isso para os Tribunais decidir, não acha? Aliás, apenas uma sugestão, como a Senhora ou Senhor, conhece a matéria constitucional tão fundo, poderia dar umas opiniões aos constitucionalistas de como acabar com a CPMF, que claro, um super economista como a senhora ou senhor conhece tão bem, e deve saber que esta, embora "dita" constitucional pelo STF, é repleta de inconstitucionalidade. Acho que a "aula" sobre a CPMF será muito mais construtiva ao País e a economia do que querer ficar aparecendo com palavras ofensivas à profissionais que vêm nesse site jurídico expor suas simples opiniões. Mas se quiser aparecer mais ainda, de umas "aulas" tb aos criminalistas sobre a inconstitucionalidade da Lei de Crimes Hediondos. São muitas, dessa forma a senhora ou senhor tem um leque de leis inconstitucionais para explicar. Sem ressentimentos, fico por aqui. Espero que da próxima tenha mais respeito e humildade. Ps: se conhece alguém que não consegue passar na OAB dou uma dica: ESTUDE.

Doutora Efabrini, fale por seus pares! Mesmo co...

sousa (Economista)

Doutora Efabrini, fale por seus pares! Mesmo com toda deficiência que vivemos em nosso país, seja na área política, social e econômica, não consigo imaginar uma situação tal, onde, por exemplo, numa sala de aulas com cinqüenta alunos, quarenta e cinco levassem o curso “nas coxas”, como a Senhora alega. A generalização como se coloca em seu comentário, não apenas ofende aos quase vinte e dois mil bacharéis reprovados apenas em São Paulo, como também compactua com um comportamento que afronta completamente o Estado Democrático de Direito, situação que foi veementemente defendida pela OAB durante o regime militar, e, que deveria estar sendo combatido pelos poderes instituídos. Não posso também imaginar onde tenha feito seu curso de direito. Com certeza numa “boca de porco”, onde a senhora e mais quatro colegas – apenas – tenham aproveitado o curso, conforme sua própria estatística. Com o devido respeito, acredito que a senhora tenha dado suas escapadelas para o churrasco, pelo menos nas aulas de direito constitucional, porque com um mínimo de conhecimento nessa área daria para perceber o embuste que é o exame de ordem. Vou me permitir transcrever o trabalho do eminente professor de Direito Constitucional, Fernando Lima, da Unama, sobre a inconstitucionalidade do regulamento da OAB, que por um lado pode servir de consolo a todos os colegas reprovados e para a Senhora e seus quatro colegas de classe, que com certeza, TAMBÉM, lhe aproveitarão: “O Regulamento Geral da Ordem dos Advogados do Brasil, aprovado há quase dez anos, em novembro de 1994, pelo seu Conselho Federal, é inteiramente inconstitucional. São 158 artigos nulos, que de acordo com a melhor doutrina nunca existiram, e que tratam dos mais diversos assuntos, desde o exercício da advocacia, as prerrogativas e os direitos dos advogados, a inscrição na OAB, o estágio, a cobrança das anuidades e taxas, até a fiscalização dos cursos jurídicos, o exame de ordem e as eleições para os conselhos dessa autarquia corporativa. O Regulamento Geral é inconstitucional porque foi elaborado pelo Conselho Federal da Ordem, que não teria competência para regulamentar a Lei nº. 8906, de 04.07.1994, exatamente o Estatuto da Advocacia, porque compete privativamente ao Presidente da República, de acordo com a Constituição Federal (art. 84, IV), expedir decretos e regulamentos para a fiel execução das leis. É verdade que a Lei nº. 8906/94 disse, em seu art. 54, V, que compete ao Conselho Federal da OAB “editar e alterar o Regulamento Geral, o Código de Ética e Disciplina e os provimentos que julgar necessários”, e que o art. 78 dessa mesma Lei determinou que “Cabe ao Conselho Federal da OAB, por deliberação de dois terços, pelo menos, das delegações, editar o regulamento geral deste Estatuto, no prazo de seis meses, contados da publicação desta lei”. No entanto, é evidente que esses dispositivos do Estatuto da OAB conflitam frontalmente com a norma constitucional, do art. 84, IV, que atribuiu privativamente ao Presidente da República o poder de regulamentar as leis federais. Além disso, cabe esclarecer que nem mesmo o Presidente da República poderia delegar esse poder que lhe é constitucionalmente atribuído, haja vista que o parágrafo único do mesmo art. 84 estabelece que o Presidente poderá delegar aos Ministros de Estado, ao Procurador Geral da República ou ao Advogado Geral da União, as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII, e XXV, primeira parte, desse artigo. Não se refere, portanto, ao poder regulamentar, constante do inciso IV, nem se refere, muito menos, à Ordem dos Advogados. É princípio inconteste, em nosso ordenamento jurídico, a supremacia constitucional, de modo que, ocorrendo o conflito entre a norma constitucional e a Lei 8906/94 (arts. 54, V e 78), que pretendeu atribuir ao Conselho Federal da OAB uma competência que é privativa do Presidente da República, não resta outra solução: a norma infraconstitucional não poderá produzir efeitos jurídicos. Por essa razão, é nulo e de nenhum efeito todo o Regulamento Geral da OAB, aprovado em 1994 pelo Conselho Federal, em obediência a essas normas inconstitucionais do Estatuto da OAB. Mas como seria possível que, durante dez anos, fossem aplicadas essas normas inconstitucionais, sem que nenhuma providência fosse tomada? Não foi a primeira, nem será a última vez. Ocorre que somente o Judiciário, se provocado através da propositura de uma ação, poderia decidir a respeito dessa inconstitucionalidade, e até mesmo retirar da ordem jurídica os dispositivos que conflitam com a Constituição Federal, provavelmente depois de alguns anos de tramitação processual, devido à tradicional morosidade de nossa Justiça. No Supremo Tribunal Federal, apenas para que se tenha uma idéia, existem mais de mil ações diretas de inconstitucionalidade aguardando julgamento, além dos outros milhares de processos que congestionam esse Órgão. Por essa razão, como tem ocorrido em inúmeros outros casos, a nossa Constituição se torna inefetiva, porque costumam prevalecer, durante décadas, as normas inconstitucionais. A Constituição se torna letra morta, porque a nossa jurisdição constitucional tem sido incapaz de impedir os freqüentes atentados contra a sua supremacia. No entanto, em pelo menos uma oportunidade, a questão já foi levada até o Supremo Tribunal Federal, através da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1.194, ajuizada em 1.996, pela Confederação Nacional da Indústria, que argüiu a inconstitucionalidade de diversos dispositivos do Estatuto da Advocacia, entre eles o do art. 78, que pretendeu transferir o poder regulamentar ao Conselho Federal da OAB. O Supremo julgou inconstitucionais alguns desses dispositivos, mas acatou a preliminar de ilegitimidade ativa da Confederação Nacional da Indústria, em relação ao art. 78, por falta de pertinência temática. Em outras palavras: devido a certos detalhes técnico-processuais, o Supremo se negou a examinar o art. 78 do Estatuto da OAB, para decidir se ele é ou não inconstitucional, porque a Confederação da Indústria somente poderia argüir a inconstitucionalidade desse artigo se ficasse comprovada a pertinência temática, isto é, a existência de uma relação entre a norma impugnada e as atividades da requerente. Apesar disso, todos sabem que essa norma é inconstitucional, assim como a do art. 54, V, também do Estatuto, porque nenhuma lei poderia atribuir ao Conselho Federal da OAB uma competência, a de regulamentar as leis, que é privativa do Presidente da República, de acordo com o art. 84, IV, da Constituição Federal, e todos sabem, também, que o Regulamento Geral é nulo, porque não poderia ter sido aprovado pelo Conselho Federal da OAB. É estranho que a própria OAB, que também deveria saber dessa inconstitucionalidade, tenha preferido utilizar a competência que lhe foi irregularmente atribuída, ao em vez de defender a Constituição, conforme previsto no art. 44 de nosso Estatuto”

Defendo um exame igual para todos os Estados. N...

Funabashi (Engenheiro)

Defendo um exame igual para todos os Estados. Não há como criticar ou deixar de criticar as Universidades de São Paulo, e alguns outros poucos Estados que também apresentam índices altos de reprovação. Unifiquem o Exame e após isso, vamos ver quem realmente está formando Bacharéis preparados; pode ser que teremos gratas surpresas no novo "Ranking"... Discussões à parte e controvérsias de outro, acho que se todos esses bacharéis se unissem e fizessem um abaixo assinado encaminhando ao Congresso Nacional, acredito que alguma coisa poderia mudar nesse verdadeiro Corporativismo que se tornou o Exame da OAB. Cursos e mais cursos, além das Universidades e Faculdades, abrem a todo dia, e formou-se aí uma grande fonte de renda e emprego para muitos advogados... O que fazer? Falta-nos talvez um pouco mais de civismo, e bater no peito e dizer: "Eu sou brasileiro" e quero mudar isso... Até lá, bom exame da Ordem a todos os "Bacharéis"...

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