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Em busca da celeridade

CNJ firma convênio para estados terem processo virtual

A presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, assinou dois termos de cooperação técnica com os presidentes dos Tribunais de Justiça do Espírito Santo e do Sergipe para a implantação do sistema de processo virtual.

Um dos acordos prevê o estudo, o desenvolvimento e a implementação da virtualização nos trâmites processuais, com o objetivo de promover maior rapidez, qualidade, segurança, eficiência e transparência no andamento dos processos. O segundo termo de cooperação trata do desenvolvimento de padronização e uniformização de classes e nomes a ser empregada nos sistemas processuais do poder Judiciário. A assinatura foi feita nesta terça-feira (4/7), na abertura da 22ª sessão ordinária do CNJ.

O processo virtual prevê a tramitação digital dos processos judiciais, dispensando o uso de papel. Com isso, o Judiciário conseguirá maior celeridade, mais facilidade de acesso e economia, entre outras vantagens. A uniformização de nomenclatura, por sua vez, também irá ajudar na redução do trabalho na Justiça. O objetivo deste projeto é criar uma padronização de dados para possibilitar uma integração de informações entre os diferentes tribunais do Brasil, sejam eles trabalhistas, federais, militares ou estaduais. A padronização vai possibilitar a centralização de informações e a racionalização de processos.

Revista Consultor Jurídico, 4 de julho de 2006, 19h50

Comentários de leitores

1 comentário

A idéia é linda e sempre fui a favor - Contudo,...

Gilberto Andrade (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

A idéia é linda e sempre fui a favor - Contudo, nesse País é inviável, pois o que fazer com as centenas de milhares de cartorários, e seus inestimáveis carimbos. Pedi-los para trabalharem seria algo muito injusto, vindo de um Estado que os ensinou a não fazer nada, a não ser criar dificuldades, para a posterior venda de facilidades... Entretanto, tomara que dê certo, mas como tudo por aqui, só dá prá acreditar na viabilidade daqui há umas duas gerações, desde que, nesse interregno, Educação Moral e Cívica seja matéria de maior peso, desde o pré-primário até a pós-graduação...

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