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O que nos precisamos aprender é lidar com a pol...

Anselmo Duarte (Outros)

O que nos precisamos aprender é lidar com a politica, pois não existe relações inte-humanas sem politica, ou seja é a politica que gerencia as atividades humanas. O fato de denominarmos membros do parlamento e do executivo de politicos e, em razão das atividades pouco éticas, é que dá ao termo político uma conotação pejorativa. O fato do Presidente da República escolher um nome e o Senado referendá-lo é indiferente, pois a atuação do magistrado deverá ser sempre técnico e interpletativo e em acordo com a legislação do País, pois nas várias fases de julgamento dos processos estes serão votados pelos membros do Supremo. O que nós temos hoje no País é a imbecilidade genelarizada no congresso nacional, onde politicos idiotas atiram para todo lado achando que ganharão votos se, por acaso, atingirem algo ou alguém, esquecendo-se de que estão atirando nos próprios pés.

O General Ernesto Geisel, em 1967, foi momeado ...

Luís da Velosa (Advogado Autônomo)

O General Ernesto Geisel, em 1967, foi momeado ministro do Pretório Excelso pelo Gal. Castello Branco e, salvo engano, presidiu aquela Corte Suprema. Sinceramente, não sei qual a melhor forma de indicá-los para evitar a conotação política do ato. Acho, também, que um homem conspícuo, afastado o notório saber jurídico,bem assessorado, poderia assumir uma das estadelas.

Por favor, alguém me diga como se faz para um c...

Ana Só (Outros)

Por favor, alguém me diga como se faz para um cidadão reivindicar a condição de refugiado político e conseguir asilo em outro país.

A grande diferença entre a escolha aqui e lá de...

Fabrício (Advogado Autônomo)

A grande diferença entre a escolha aqui e lá de quem irá ocupar uma vaga na corte suprema é que nos Estados Unidos a American Bar Association (associação que reúne desde advogados até juízes e promotores) exerce fundamental influência na escolha do indicado. Geralmente ela é consultada oficiosamente e emite uma opinião preliminar sobre o indicado. A desparovação pela BAR geralmente provoca a desistência do próprio executivo na indicação, pois ele sabe que essa opinião é levada em consideração pelo Senado quando da sabatina. Talvez os nossos senadores pudessem consultar a OAB, AMB, Ajufe, Anamatra, entre outras entidades de classe e associações, antes de realizar a sabatina e levar em consideração a opinião dessas. Fica a sugestão.

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