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Justiça rápida

Homem que massacrou família é condenado a 156 anos de prisão

Comentários de leitores

6 comentários

Todos os dias nos deparamos com manchetes em jo...

RE (Estagiário)

Todos os dias nos deparamos com manchetes em jornais de crimes cada vez mais bárbaros. No caso em comento, trata-se de crime extremante violento, no qual percebe-se requintes de crueldade e frieza por partes de seus agentes. Haja vista tais acontecimentos, cada vez mais rotineiros, nos vemos diante de questionamentos nos quais parece não haver respostas. Qual seria a pena eficaz para combater a criminalidade em seu núcleo, em sua raiz? A sociedade se indigna ao comparar a crueldade dos criminosos com as sanções a eles imputadas. Todavia, como já bem dizem: “não se combate violência com violência”. A pena de morte não resolveria o problema da criminalidade, como já comprovado nos países que a adotam. Seria apenas um ato de vingança. As sanções nos primórdios da humanidade eram voltadas para o corpo, como bem assevera Michael Focault, no entanto, com o correr dos anos passa-se para uma pena voltada para a alma do indivíduo. Ao se fazer uma análise técnica do tema em pauta, temos que levar em conta que o Direito Positivo vigente tem, dentre outras, função retributiva. Desta forma, a pessoa que incorre nos tipos penais elencados no Código Penal Brasileiro estará sujeita às sanções ali cominadas. O agente de infração penal, durante a execução da reprimenda ficará sujeito a deveres, entretanto, manterá seus direitos como ser humano, apesar de muitas vezes agir como um ser irracional. O objetivo é reinserir o indivíduo a sociedade. Benefícios como Livramento Condicional, saídas temporárias, Indulto, são formas encontradas para dar ao reeducando condições de voltar ao meio social e ali permanecer como um ser de bem. A quantidade da pena deve ser considerada respeitando o caso concreto. Entretanto, não é ela que irá mudar uma mente criminosa, mas, sim, a capacidade de regeneração do agente. Esse texto não se objetiva a defender criminosos, mas, tão somente, a respeitar os princípios e regras que compõem nossa Constituição, nossa Carta Magna, eis que o Direito é uma das formas de organização da sociedade. Rejane Paula Campos Feitosa.

Fico aqui me perguntando se a justiça de fato e...

Paulo Fuentes (Outros - Administrativa)

Fico aqui me perguntando se a justiça de fato existe neste imenso e maravilhoso país e assim me perguntando vejo as injustiças que em nome da Lei, por aqui, nas terras de Cabral são cometidas. Vamos aos fatos... VILMA MARTINS COSTA Profissão: Supostamente empresária Cor: Branca - Simplesmente tomou para si a guarda de duas crianças, ainda quando bebês e contra a vontade dos país legítimos, cuidou deles, como se fossem seus. Hoje: Está em prisão semi-aberta. Pode passar todo o período do dia nas ruas. NICOLAU DOS SANTOS NETO Cor: Branca Profissão: Juiz trabalhista - Lesou os cofres públicos em mais de R$ 160 milhões. Hoje: Está em prisão domiciliar em sua mansão na cidade de São Paulo PIMENTA NEVES Cor: Branca Profissão: Jornalista - Réu confesso de sua amante, a também jornalista Sandra. Hoje: Está confortavelmente em sua rica residência aguardando julgamento. EDSON CHOLBI DO NASCIMENTO Cor: Pardo, porém é filho do Pelé Profissão: Filho do Pelé - Réu confesso no envolvimento com o narcotráfico. Hoje: Encontra-se em liberdade condicional e talvez vá fazer tratamento em alguma clínica. RONALDO DUARTE BARSOTTI, vulgo Naldinho Profissão: Empresário Cor: Branca - Réu confesso como um dos maiores traficantes do estado de São Paulo. Hoje: Encontra-se em liberdade condicional aguardando julgamento. SUZANA RICHTHOFEN Cor: Branca Profissão: Dondoquinha mimada - Ré confessa no assassinato dos próprios pais. Hoje: Encontra-se em liberdade condicional aguardando julgamento. CRISTIAN e DANIEL CRAVINHOS Profissão: Desocupados Cor: Branca - Réus confessos no assassinato do casal Richthofen Hoje: Encontram-se em liberdade condicional aguardando julgamento. PAULO SÉRGIO ROSA - Viola Profissão: Jogador de futebol Cor: Pardo - Réu confesso como colecionador de uma arma só (uma carabina calibre 12) Hoje: Foi colocado em liberdade por ser jogador de futebol. MARCELO PIRES VIEIRA, o Belo Profissão: Cantor de pagode Cor: Pardo - SUSPEITO de envolvimento com o narcotráfico. Hoje: Condenado a oito anos de prisão e está a um ano recluso na penitenciária. Indo aos fatos, esquecendo é claro que Marcelo Pires, o Belo seja semi-negro, pois seguindo-se por este caminho, poderíamos considerar que acima de tudo existe um crime de racismo contra ele, a suspeita de seu envolvimento com traficantes se deve a uma conversa entre ele, Belo e o cantor e Waldir Ferreira, o Vado, apontado pela polícia como gerente do tráfico na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, o qual ironicamente foi morto em agosto de 2002, durante confronto com policiais militares na favela. Se fossem gravadas todas as conversas destes parlamentosos lá da Ilha da Fantasia, bem como de todo o território nacional, a conversa de Belo seria o mesmo que um garoto confessando para a mãe que quebrou o carrinho que ganhou de presente de natal. Temos um outro exemplo de nossa "justa" justiça. Alexandre Frota, o "papa tudo" dos filmes pornôs foi acusado estes dias pelo mesmo delito e está solto. Paulo Sérgio Rosa, o jogador Viola, caso não fosse jogador de futebol estaria em liberdade ??? O duro neste país não é ser pobre, preto, ou puta, mas sim ser um bode expiatório de um bando de pessoas má intencionadas que querem usar de um cidadão que cometeu apenas um erro na vida, ter nascido pobre e em uma favela e por assim ser, caso não tivesse amizade com os bandidos, poderia acabar sendo eliminado onde cresceu. Paulo Fuentes www.paulofuentes.com.br

Será que pela cabeça de alguém não passou a idé...

A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)

Será que pela cabeça de alguém não passou a idéia de se ter, para casos como este, a pena de morte ? Pela minha passou ; e bem forte !!! acdinamarco@adv.oabsp.org.br

Engraçado, qual será o critério usado para a Ju...

Hilda Leal (Funcionário público)

Engraçado, qual será o critério usado para a Justiça agir com tanta rapidez? A mulher (Susane) que matou os pais com a ajuda do namorado e irmão, estão livres, os três. Por que? Aqui ou em qualquer lugar, quem morre é quem se lasca. Os vivos reivindicam, são protegidos pelas ongs de direitos humanos e acabam que nem sofrem uma punição que o valha. Por que não botam esses marginais para ralar? Por que o Estado gasta uma verdadeira fortuna com a manutenção desses celerados? Por que não há uma forma de fazê-los batalhar pelo pão, como acontece com pessoas de bem, os honestos e trabalhadores em geral? Ficam de cara para cima, viçando, esgaravatando os dentes, vivendo às custas de quem trabalha honestamente. Quem sabe até, o infeliz pensa: "sou um lascado, não tenho coragem de batalhar pela sobrevivência, vou praticar crimes e viver enjaulado, mas sem preocupação". Quando vejo na TV aquela montoeira de homens confinados em celas de prisão, fico pensando no desperdício; tanta mão-de-obra, tanta força, tanto vigor, tanta disposição (ao menos para delinqüir), tanta juventude, ali, desperdiçada, ociosa, espremidos uns nos outros. Cadê a inteligência? Esse modelo está caduco e só compensa a quem se dá bem bem, a quem lucra com o velho e arcaico sistema...!FALA SÉRIO!

Fico impressionado ao ver tanta crueldade na aç...

felipe_rodr (Estudante de Direito)

Fico impressionado ao ver tanta crueldade na ação destes "agentes", bem como horrorizado ao saber que um deles era amigo da vítima. Sinceramente, a punição destas pessoas ao invés de ser "156" anos, seria melhor colocar eles para trabalharem, duro e integral, sem direito de remição, pois quem sabe assim eles percebão como é fácil roubar dinheiro e bens, mas como é difícil adquirir os mesmos (para a maioria da população Brasileira). É uma pena mas, nossa justiça criminal não é muito rigorosa e tanto quanto retributiva, nem se quer preventiva ......

Não sou a favor da pena de morte. Sabemos que p...

DANIEL B. BARBOSA (Estudante de Direito - Empresarial)

Não sou a favor da pena de morte. Sabemos que países que a adotaram não têm diminuído sua violência, entretanto, quando nós, seres humanos, nos deparamos com tal situação, como a descrita acima, com uma ação tão covarde por este agente, fico sinceramente na dúvida quanto a esse critério para punir tais delinquentes, se seria cabivel ou não. Reintegrar um indivíduo como esse na sociedade, infelismente, está longe da minha visão e acredito da visão desse próprio ser que também já deve ter perdido seu sentido de viver em sociedade.

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