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Isonomia mineira

Suspensa regra que dá vantagens em concurso de cartório de MG

O plenário do Supremo Tribunal Federal suspendeu liminarmente dispositivos da Lei 12.919/98, de Minas Gerais, que tratam sobre concursos para cartórios. A decisão foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade, proposta pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza.

A ação contestou o inciso I do artigo 17 da lei, e a expressão “e apresentação de temas em congressos relacionados com serviços notariais e registrais”, prevista no inciso II do mesmo artigo.

Os incisos impugnados previam que candidatos que desempenhassem atividades em cartórios extrajudiciais ou apresentassem trabalhos em congressos relacionados aos serviços notariais de registro teriam uma melhor classificação no concurso. Para o procurador-geral, a lei mineira desiguala os candidatos e concede privilégios injustificáveis com as normas constitucionais.

Na análise liminar, o relator da ADI, ministro Gilmar Mendes, entendeu haver violação ao princípio constitucional da isonomia, e deferiu o pedido, sendo acompanhado pelos demais ministros.

ADI 3.580.

Revista Consultor Jurídico, 8 de fevereiro de 2006, 17h33

Comentários de leitores

2 comentários

O último não foi, está sendo. A prova foi apli...

Fábio de Oliveira Bassetto (Advogado Autônomo)

O último não foi, está sendo. A prova foi aplicada no último domingo; ainda não foi concluída a primeira fase.

Por favor, desculpem minha ignorância? Mas, al...

Ageu de Holanda Alves de Brito (Professor Universitário - Empresarial)

Por favor, desculpem minha ignorância? Mas, alguém aí poderia me informar quando foi o último concurso para os cargos mencionados na reportagem acima?(risos) aliás, "rolando de rir".

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