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Massacre do Carandiru

Julgamento do coronel Ubiratan Guimarães pode ser adiado

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo apreciará nesta quarta-feira (8/2) o pedido de adiamento do julgamento da apelação do coronel da reserva da Polícia Militar Ubiratan Guimarães, condenado a 632 anos de prisão pela acusação de ter comandado o massacre do Carandiru.

A defesa de Guimarães entrou com uma petição para adiar o julgamento. O Ministério Público de São Paulo concordou com o adiamento por uma semana. Informalmente, desembargadores demonstraram que devem acolher o pedido.

O coronel afirma que seu julgamento foi ilegal. Sua apelação foi distribuída ao desembargador Mohamed Amaro, integrante do Órgão Especial. O Ministério Público de São Paulo será representado pelo procurador Antonio Visconti.

A intervenção policial no Carandiru resultou na morte de 111 presos. O massacre ocorreu em 2 de outubro de 1992, após a Polícia Militar invadir o Pavilhão 9 da penitenciária, na Zona Norte da capital paulista, com o objetivo de conter uma rebelião. De todos os acusados, apenas o coronel Ubiratan Guimarães, hoje deputado estadual, foi condenado.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 7 de fevereiro de 2006, 19h33

Comentários de leitores

1 comentário

Lamento a sorte do CEL.; todos sabemos que ambo...

José Brenand (Outros)

Lamento a sorte do CEL.; todos sabemos que ambos são vitima de uma sociedade, que prega uma coisa, e congrega, outra. Como já antes havia comentado; naquele deposito de "monstros" humano, não havia sequer, alguém do colarinho branco, esses, os piores marginais,usam da lei, em beneficio proprio, e lá, alguém que certamente furtara uma galinha para matar a fome de se próprio, ou de filhos. No dia, em que os Malufs da vida, Juiz Lalau, um certo Senador cassado, e tantos outros marginais de diploma de nível superior, caírem nos mesmos xadrez, a exemplo , de paises muçulmanos, certamente não haverá Cel. Ubiratan, algum para em defesa da sociedade, "efetuar tal trabalho de LIMPEZA" - ele Ubiratan, é tão vitima, como vitimas são todos aqueles que perderam a vida.

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