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Aposentadoria na cadeia

Juíza aposentada do Pará é condenada por desvio de recursos

A desembargadora aposentada Ana Tereza Sereni Murrieta, do Tribunal de Justiça do Pará, foi condenada a 12 anos e quatro meses de prisão. Ela foi acusada pelo Ministério Público de desviar dinheiro de 157 contas da Justiça de 1995 a 2000, enquanto era juíza da 1ª Vara Cível de Belém.

A primeira denúncia de desvio de recursos por Ana Tereza foi feita pela seccional paraense da OAB, em 2002. Segundo a entidade, a juíza deveria ser responsabilizada pelo desvio de mais de R$ 3 milhões em proveito próprio, por meio de ofícios assinados por ela mesma.

"A OAB cumpriu seu papel apresentando uma denúncia consistente, fundada em fatos e documentos", afirmou o presidente da OAB-PA, Ophir Cavalcante Junior.

Os advogados de defesa de Ana Tereza chegaram a alegar a insanidade mental da acusada, mas um laudo pericial divulgado pela polícia técnica do Pará desmontou o argumento.

A OAB do Pará sugeriu às pessoas que se sentiram lesadas por atos da desembargadora aposentada que ajuízem ações contra o estado, requerendo o ressarcimento de suas perdas. Quem não tiver condições financeiras para contratar um advogado, está sendo orientado pela OAB a procurar a Defensoria Pública.

Revista Consultor Jurídico, 6 de fevereiro de 2006, 21h01

Comentários de leitores

2 comentários

Desejo aqui, efetuar uma correção ortografica n...

José Brenand (Outros)

Desejo aqui, efetuar uma correção ortografica na palavra ser - se entenda e leia-se: ver, em lugar ser -

Depoimento Publico: Louvo o ESTADÃO, família Me...

José Brenand (Outros)

Depoimento Publico: Louvo o ESTADÃO, família Mesquita, que por certo sempre desejaram que esse Brasil, em certo momento fosse passado a limpo, e se passar a limpo, seria que alguém a exemplo da família Mesquita, empregavam em seu Jornal, cujos editoriais sempre carregados de verdades e responsabilidade, levavam e levam diuturnamente fatos que possam contribuir com um desenvolvimento social, educacional e politico, de maneira seria e responsavel, certamente essa família e seu jornal, desejaram a meu exemplo, ser um dia, marginais de toga, ou não, mas marginais que usam do poder, para massacrem gentes simples, porem trabalhadoras, que com suor e lágrimas, constroem a riqueza dessa nação. Portanto nada mais justo, que a cadeia para essa marginal, segundo a midia, que usava do poder judiciário, para explorar gente pobres, e pobre mais ainda, por serem analfabetas. Parabens ao Poder de Justiça do PA, que mandou essa mulher sem valor moral, segundo a midia, para a cadeia, pena, que não seja jogada em cadeia comum

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