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Dias de greve

Sindicato não pode barrar entrada de funcionários em empresa

O Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Maranhão (Sintel) está proibido de impedir a entrada de funcionários na empresa Relacom Prestadora de Serviços de Engenharia e Telecomunicações, que é terceirizada da Telemar.

A liminar foi concedida à empresa pela juíza Fernanda Franklin da Costa Ramos, da 2ª Vara do Trabalho de São Luís. A ação foi protocolada pela Relacom, no fórum Astolfo Serra, após receber comunicado do Sintel informando que a greve da categoria seria iniciada por tempo indeterminado.

Para garantir o acesso dos empregados que não aderiram ao movimento grevista, a Relacom recorreu à Justiça do Trabalho. A juíza explicou que, por ser uma medida de urgência, o pedido de liminar foi apreciado durante o recesso forense que se estende até o dia 6 de janeiro. Neste período, a Justiça do Trabalho mantém plantão na primeira e segunda instâncias.

Revista Consultor Jurídico, 28 de dezembro de 2006, 16h17

Comentários de leitores

4 comentários

JB. - MG. Gente, o Sindicato são os próprios ...

JB (Outros)

JB. - MG. Gente, o Sindicato são os próprios trabalhadores, se Eles querem greve vão ter greve, se querem trabalhar vão tra balhar, não é o Presidente ou a Diretoria do Sindicato que decide isso, são os próprios trabalhadores que decidem em assembléia e a assembléia é soberana. Não tem nada a ver com acordo, com desconto, com carro do Sindicato e muito menos com fascismo, corporativismo ou arrecadação. Acorda pessoal, cada caso tem o seu forum legal para as discussões.

No fascismo o sindicato cumpria sua função corp...

allmirante (Advogado Autônomo)

No fascismo o sindicato cumpria sua função corporativa. Na democracia, para que serve os sindicatos, senão para uma arrecadação acentuada gerida sabe-se lá como pelos seus eternos dirigentes?

Sempre foi assim. O direito de ir e vir nunca f...

Bira (Industrial)

Sempre foi assim. O direito de ir e vir nunca foi cumprido, sem falar nos acordos marotos, como aqueles que determinavam! 10% de taxação por uma negociação que contemplava 30% para alguns e 10% para outros. Alias, sempre foi mais importante a taxação para manutenção da entidade que tadinha, precisa de dinheiro para continuar a luta!. O carro do sindicaro sempre foi mais novo que o meu.

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