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Culto presbiteriano

Jornalista Hélio Contreiras é homenageado no domingo

Em homenagem ao jornalista Hélio Contreiras, que morreu no dia 14 de novembro, a sua família marcou um culto presbiteriano para o próximo domingo (17/12). O culto acontece, às 18 horas, no Hotel Sol Ipanema, no Rio de Janeiro. O carioca morreu aos 67 anos, quatro dias depois de seu aniversário, de câncer de vesícula.

Hélio Contreiras trabalhou em grandes jornais e revistas do país, como Jornal da Tarde, Manchete, O Globo, O Estado de S. Paulo e IstoÉ. Começou como estagiário no Correio da Manhã, em 1967. Um ano depois viajou para França, onde trabalhou dois anos como correspondente do jornal e estudou sociologia. De volta ao Brasil, foi trabalhar na revista O Cruzeiro. A partir daí, passou pelos maiores veículos de imprensa brasileiros.

Foi dele o furo de que Fernando Collor renunciaria à presidência da República para tentar escapar da punição do Supremo Tribunal Federal. Além de ter confirmado, através de documentos, as conspirações em 1984 contra a posse do presidente Tancredo Neves.

Com amplo acesso a fontes militares, especialmente do período da Ditadura, Contreiras escreveu os livros Militares: confissões — histórias secretas do Brasil (Editora Mauad, 1998) e AI-5 — A opressão no Brasil (Editora Record, 2005).

O jornalista era viúvo e deixou três filhos. Já com a saúde debilitada, Contreiras ficou dois meses no hospital e voltou para sua casa em Copacabana. Ele está enterrado no Cemitério de São João Baptista, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 14 de dezembro de 2006, 17h09

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