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Ninguém é obrigado a respeitar feriado religioso

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35 comentários

Sr. Richard Smith, Estive viajando e, só ag...

Carlos Eugenio Garcia (Bancário)

Sr. Richard Smith, Estive viajando e, só agora ao voltar, li seus comentários a respeito do que escrevi sobre os malfadados "feriados religiosos" (diga-se bem: católicos em sua maioria). Embora sejam por vezes vazados em termos pouco respeitosos, por minha formação, tenho que os respeitar, mas não os posso aceitar na íntegra, por diversas razões. a) Usar a palavra desonesto, não é educado de sua parte. O senhor não me conhece. Assim, e não a posso aceitar, por sempre caracterizar minha vida por estrito respeito à ética, à moral e a honestidade; b) De fato, sou contra os feriados católicos, e nem poderia ser diferente, pois não os há de outras religiões (ou se há, não os conheço). Minha indignação, como senhor a denomina, é exatamente por isso: uma prevalecendo sobre as outras e obrigando-as em seus efeitos; c) O Estado é laico e, como tal, não pode privilegiar uma religião em detrimento de outras, ou sobre as crenças de outras; d) Por último, afirmar que "Existem alguns que, em não conseguindo edificar o seu, põem-se a querer derrubar o dos outros", não é nada edificante de sua parte. O próprio conceito do site que ora nos abriga, é de livre pensadores, onde as manifestações das idéias são a tônica do debate. E assim devem ser tratadas por todos os "comentaristas" adicionais, não se aceitando ofensas ou comentários que não se afinem com o espírito de oporem-se às idéias postas pelo escrito original ou pelos demais.

Ok. Outro para você.

Richard Smith (Consultor)

Ok. Outro para você.

Caro Richard Smith, Saiba que jamais usaria ...

Comentarista (Outros)

Caro Richard Smith, Saiba que jamais usaria do subterfúgio de me referir a você de forma indireta, pois, além de considerá-lo com distinção, creio que nenhum de nós necessite disso. Um grande abraço.

Caro Comentarista: Pretendendo que você ...

Richard Smith (Consultor)

Caro Comentarista: Pretendendo que você tenha entendido o que eu solicitei a você no "post" lá de baixo, vou procurar entender o que voc~e disse abaixo como não endereçado à minha pessoa, porque senão seria muito baixo e deseducado, defeitos que procuro não atribuir à você (afora, também na hipótese, de serem de uma falta de senso atroz). Um abraço.

O espírito dos fariseus ainda parece estar vivo...

Comentarista (Outros)

O espírito dos fariseus ainda parece estar vivo em muitos... Mas isto é absolutamente natural, pois quem está em franca decadência sempre busca a auto-afirmação.

Caro Sr. Carlos Eugenio Garcia: O se...

Richard Smith (Consultor)

Caro Sr. Carlos Eugenio Garcia: O senhor disse: "O fato de estabelecer uma comemoração ou data religiosa por meio de lei é uma inconstitucionalidade; equivale a afirmar que o Estado adota oficialmente a religião ou a celebração religiosa legalmente instituída. Procedimentos dessa natureza levam à criação de vínculos oficiais entre instituições e entes estatais e religiosos, que a lei maior não reconhece." Refuto: De onde o senhor tirou esta ilação falaciosa? O governo municipal de São Paulo incentiva e até patrocina a chamada "Parada Gay", poderiamos por isso suspeitar da falta de masculindade do nosso querido Alcaide? Da sua plena adesão e de todo o seu governo à plena boiolagem? Depois: "Um feriado nacional, como todos sabemos, impõe a paralisação de todas as atividades comerciais, industriais, de prestação de serviço e outras, em todo o território nacional. Isso faz cessar todo o fluxo de produção de riquezas, com prejuízos incalculáveis que, em sua esmagadora maioria, são irrecuperáveis. Forçou um pouquinho! "Prejuízos incalculáveis", hum, nem tanto, a improdutividade e a falta de lucros advindo da paralisação podem muito bem ser calculados sim. Mas, por outro lado, o senhor esqueçeu de contabilizar os GANHOS, aquels espirituais, para os que são crentes, o incremento da ind´sutrua de lazer e refeições, as compras nos shoppings para aqueles que não "dão bola" para a religião, etc. Um pouquinho desonesto de sua parte. Uma nação rica se constrói com muito trabalho, idéias, produção e poupança. Não se pode aceitar a interrupção de atividades produtivas sem que haja uma motivação justa a ampará-la. E esta, como procuramos demonstrar acima, não é legalmente aceitável. Mas o snheor não esclareceu. Nessa sua conclamação verdadeiramente "japonesa", o senhor também é contra os feriados de Tiradentes, da Proclamação da República, da Consciência Negra, do Trabalho, da Independencia, também? Por favor me esclareça. Ou o senhor é contra apenas aqueles que tenham como base histórica e cultural a religiosidade CATÓLICA do povo brasileiro? E se amanhã os evangélicos pentecostais conseguissem a aprovação de uma Lei que determinasse o, digamos, "Dia da Louvação Nacional do Povo Evangélico" ou até o "Dia do Espirito Santo", como dias de Feriado nacional, o senhor ficaria igualmente indignado? Mesmo que o senhor não goste ou rejeite, não somos filhos de chocadeira, temos raízes e elas são Católicas, pela Graça de Deus; reverenciá-las (quem não quiser, de modo algum é obrigado) pois, é agir com gratidão e justiça (palavras tão esquecidas nos dias de hoje) e fazer não como o mau passarinho, aquele que faz no seu próprio ninho, ou aquele que cospe no retrato dos pais. Passe bem. Existem alguns que, em não conseguindo edificar o seu, põem-se a querer derrubar o dos outros.

Perdão, "pelos quais". Além da pressa e da ...

Richard Smith (Consultor)

Perdão, "pelos quais". Além da pressa e da má digitação, deve-me ter dado um surto de emir sáderzite.

É, meu caro Bira, existem coisas e valores ...

Richard Smith (Consultor)

É, meu caro Bira, existem coisas e valores Absolutos (Verdade, Ética, Moral, etc.) pelas quais vale a pena brigar, senão que homens, dignos desse nome, seremos? Saudações.

Ô amigo Comentarista seja educado! Dirij...

Richard Smith (Consultor)

Ô amigo Comentarista seja educado! Dirija-se a mim diretamente nos seus comentários, como eu faço a você. Você pode não gostar e, mais ainda, até maliciosamente tentar impugnar o argumento com falácias prévias, mas que ele é correto é. Senão como poderiamos avaliar o comportamento de pessoas de antanho, se as separamos do seu contexto histórico. Se num futuro próximo (queira Deus!), aonde não existisse escassez e aonde o "salário mínimo", fosse efetivamente digno deste nome, como será que os historiadores julgariam os governos de ontem (e de hoje!) que permitem que a paga mínima seja de apenas poucos reias, insuficientes para o sustento familiar? Julgariam talvez que o Sr. Lulla fosse um sádico, não? É...complicado, não? Um abraço.

Como mencionaram, uma fé que chega as vias de f...

Bira (Industrial)

Como mencionaram, uma fé que chega as vias de fato.

A vós, protestantes e ateus comunistas, cabe-vo...

A.G. Moreira (Consultor)

A vós, protestantes e ateus comunistas, cabe-vos, apenas, espernear . O vosso passado não criou história e as vossa teses não prosperaram . Portanto, terão de conviver com a FRUSTRAÇÃO do fracasso ! ! !

Agnósticos, panteístas, cristãos, judeus, muçul...

Comentarista (Outros)

Agnósticos, panteístas, cristãos, judeus, muçulmanos, ateus, etc... É lamentável, mas todos tentam justificar as barbáries do passado com a mesma "tese" de sempre, ou seja, de que "os fatos devem ser analisados à luz das leis e das circunstâncias da época"... Tentem explicar isto aos milhares de mortos em nome da fé. Mais que isto! Tentem explicar que a morte, por ter sido em nome da fé, talvez tenha tido outro "gosto"... Menos, amigos, menos... "El sueño de la razón produce monstruos" (A.D.).

Curitiba, domingo, 10 de outubro de 20...

Carlos Eugenio Garcia (Bancário)

Curitiba, domingo, 10 de outubro de 2004. À Coluna do Leitor Gazeta do Povo Praça Carlos Gomes, 4 CEP 80010-140 – Curitiba - PR Prezado Senhor Editor, Ref.: Estado laico e feriado religioso Constitucionalmente (art. 19, I), o Brasil adota o princípio republicano da laicidade, onde não há religião oficial. Logo, há completa separação entre Igreja e Estado, excluindo-se estas (as diversas Igrejas) do exercício de qualquer poder político e administrativo. O princípio do Estado laico é típico das nações que vivem sob a égide do Estado Democrático de Direito. Só não é observado hoje nas teocracias, como as que existem em algumas nações, sobretudo do mundo islâmico, e em nações e sociedades tribais. E é bem sabido o preço que se paga nos regimes teocráticos pela mistura das razões de Estado com as de crença e culto religioso. A concepção de um estado laico, como o brasileiro, não nega ou rejeita a religião, apenas determina que não haverá uma religião oficial adotada e financiada pelo Estado. Todas as pessoas têm o direito de seguirem uma religião, mas todas têm o direito, também, de não seguirem religião alguma. A opção é individual. Durante séculos a Igreja Católica tem influenciado o estado brasileiro, tentando impor normas de conduta à população. Não faz sentido, no entanto, que uma nação, possuidora de uma diversidade religiosa tão variada, deva seguir normas impostas por uma crença específica. Desta forma, não tem qualquer cabimento o feriado religioso do próximo dia 12 de Outubro, assim considerado como dedicado a Nossa Senhora Aparecida, que uns atribuem ser Padroeira do Brasil. Estabelecer um feriado baseado neste princípio é uma ofensa, também, ao pluralismo de ideologias. O fato de estabelecer uma comemoração ou data religiosa por meio de lei é uma inconstitucionalidade; equivale a afirmar que o Estado adota oficialmente a religião ou a celebração religiosa legalmente instituída. Procedimentos dessa natureza levam à criação de vínculos oficiais entre instituições e entes estatais e religiosos, que a lei maior não reconhece. Um feriado nacional, como todos sabemos, impõe a paralisação de todas as atividades comerciais, industriais, de prestação de serviço e outras, em todo o território nacional. Isso faz cessar todo o fluxo de produção de riquezas, com prejuízos incalculáveis que, em sua esmagadora maioria, são irrecuperáveis. Uma nação rica se constrói com muito trabalho, idéias, produção e poupança. Não se pode aceitar a interrupção de atividades produtivas sem que haja uma motivação justa a ampará-la. E esta, como procuramos demonstrar acima, não é legalmente aceitável. Concluindo, conclamo a que todos repensemos este e outros feriados que existem em nosso calendário e que remetem ao mesmo princípio ora questionado. Carlos Eugenio Garcia RG 5012512512/RG Rua Emiliano Perneta, 837 – ap. 1701 Fone: 3014-7493 carlosegarcia@uol.com.br

A.G. Moreira, ao que parece o senhor não entend...

José Carlos Portella Jr (Advogado Autônomo - Criminal)

A.G. Moreira, ao que parece o senhor não entendeu nada do que escrevi. Não critico nenhuma religião (eu mesmo também tenho a minha fé e respeito as demais), mas o que quero dizer é que não cabe ao Estado a promoção de qualquer uma delas. Se você é católico e quer comemorar as datas religiosas, ninguém pode impedir (é direito fundamental a liberdade de culto), mas não cabe ao Estado impor a toda população a comemoração desta ou daquela data. Isso sim fere a Constituição (laicidade do Estado, princípio da isonomia, etc). Ademais, o fato de a tradição da comemoração dos feriados reliogiosos existir no Brasil antes de eu nascer não significa que não possa julgá-la. Ora, se tudo no Brasil deve-se permanecer como está porque sempre foi assim, a escravidão, o nepotismo, as penas cruéis e a corrupção não deveriam ser erradicadas? Quanto a sua última colocação, creio que, de fato, o país me serve. O que não me serve é essa mentalidade retrógrada tupiniquim.

Caro amigo Comentarista: Como o seu come...

Richard Smith (Consultor)

Caro amigo Comentarista: Como o seu comentário faz duas afirmativas e uma insinuação, sou obrigado, pela defesa á minha Igreja, Corpo Místico de Jesus Cristo na terra e pela amizade a contestar todas as três, senão vejamos: começando pela última: "O Brasil somente começou a sair do seu histório poço de ignorância e atraso mundial quando o Estado se tornou laico" Que barbaridade! De onde vem a veracidade ou a lógica de tais afirmações? O Brasil, justamente pelas sua sintocadas raízes fincadas no continente europeu sempre teve uma semente de progresso em sí mesmo, haja vista que nem os extremamente ruinosos governos "laicos" (anti-religiosos) da primeira e da segunda repúblicas não conseguiram destruir o País, (assim como não conseguirá, este "que aí está"!). O Brasil foi o país no mundo que alcançou maior crescimento no menor espaço de tempo. E isso foi um verdadeiro MILAGRE, mais ou menos como você sair de um poço puxando-se pelos próprios cabelos! E isso se deveu a uma série de fatores, ente os quais a base religiosa/cultural desenvolvida pelos padres jesuítas que aqui aportaram desde a tenra infãncia e também aos métodos tecnológigos de produção trazidos pelos imigrantes no século retrasado, principalmente os italianos (industria) e japoneses (agricultura). Aonde você consegue enxergar os Floriano Peixotos, os Campos Salles, os Sarneys neste processo é que eu gostaria de saber. Em segundo lugar a insinuação maliciosa: "...igreja primitiva, da conversão de Constantino e seu reino..." O que você quis dizer com isso? A velha tese protestante/gnóstica ("iluminada, lembra-se?)de quie havia uma Igreja "primitiva", apostólica e pura e depois, a Igeja CAtólica, por maquinação e adesão ao poder, por causa do Imperador Constantino? Se sim, além de pobre, nada mais mentiroso, pois o edito de COnstantino apenas tornou a Igreja livre e o cristianismo (= Catolicismo, lembre-se) religião de estado (ao lado de todas as outras, é bom lembrar também). A Igreja Católica Apostólica Romana pode e deve ser "julgada" por TODA a sua história e trajetória, as quais, em bem observadas, poderão facilemnte demonstrar ao observador HONESTO e isento, toda a sua santidade. Por último: "'teses' explicando - por exemplo - qual foi a 'santidade' da inquisição..." Para isto nem é necessário o recurso a quaisquer "teses", mas sim apenas a raciocínios lógicos e aos fatos: A Santa Inquisição foi um movimento, absolutamente legitimo dentro da Igreja para o combate às heresias, que repudiavam ao povo e tinham o potencial de causar tremenda comoção social (observe-se o caso dos "Cataros" ou "Albigenses", que adotando posturas maniqueísta repudiavam a "matéria", como coisa do demônio, opondo-se ao casamento, ao sexo e à procriação) e contra os cripto-judeus infiltrados na Igreja e que contra ela conspiravam. Tratou-se de um simples movimento de auto-defesa e de defesa da integridade da Fé, contra inimigos que são de dificil compreensão às pessoas de hoje em dias, nos atribulados e relativistas dias em que vivemos. Menos, amigo Comentarista, menos. Um abraço.

1 - O Comentarista equivoca-se , quando afirma ...

A.G. Moreira (Consultor)

1 - O Comentarista equivoca-se , quando afirma que o Estado é laico ; 2 - Recomendo ao comentarista que, antes, de julgar, com a cultura e conceitos hodiernos, ocorrências da Idade Média , tente descobrir e julgar o corportamento e os crimes que cometeram os seus (PAIS) ancestrais, da mesma época, à luz das leis atuais . 3 - Finalmente, tem gente que acha "chic" mostrar-se agnóstico . Mas quando a coisa aperta, lembram de pronunciar o nome de Deus !

O artigo é interessante. Os críticos, por su...

Comentarista (Outros)

O artigo é interessante. Os críticos, por sua vez, poderiam começar suas "teses" explicando - por exemplo - qual foi a "santidade" da inquisição... Por outro lado, nem devemos entrar no assunto da igreja primitiva, da conversão de Constantino e seu reino, etc, pois seria aprofundar demais o debate. Mas um fato é incontestável: O Brasil somente começou a sair do seu histório poço de ignorância e atraso mundial quando o Estado se tornou laico (em que pesem os equívocos ainda existentes, como aponta - por exemplo - o próprio autor). Coincidência? Talvez...

A matéria acima, ora sob comentário, é algo l...

Richard Smith (Consultor)

A matéria acima, ora sob comentário, é algo lastimável, a começar pelo seu próprio e equivocado título, posto que pela lei, um feriado oficial, definido POR LEI (e assim o são os de cunho religioso) é um FERIADO de fato e de direito, devendo ser respeitado como tal. Imagine-se, por exemplo, alguém na Justiça do Trabalho alegando que não pagou o adicional de 100% ao funcionário por trabalho no dia, porque "não é católico"! Os comentários posteriores somente vem de encontro ao que eu já afirmei por algumas vezes neste espaço: a) Estado "laico" significa, necessáriamente, estado "anti-religioso"! b) Alguns, entre os quais parece se inscrever o Autor, pretendem a imposição de uma visão "iluminista" de domesticação da Igreja, reduzindo a Fé Cristã a um mero conjunto de ideais "ético-humanisticos" e filantrópicos, sem qualquer ingerência na vida pública. Em outras palavras: o ser "cristão" deve ser relegado ao culto particular e privado, sem qualquer repercussão na vida pessoal e muito menos na vida social, quanto mais a política; c) O Estado não deve ser LAICO, mas sim NEUTRAL, garantindo a plena liberdade de culto, mas, principalmente, RESPEITANDO a crença religiosa da MAIORIA da população brasileira (lembremos novamente: DEMOCRACIA = "ditadura da maioria") d) De resto, como maravilhosamente retratado por Eça na sua obra "Os Maias", simplesmente não existem Ética e Moral desligadas da religião, da visão transcendental do Homem em relação a um Ser Superior, que nós cristãos reconhecemos na Santíssima Trindade. Sem a visão transcendental, principalmente a Escatológica (relativa ao fim último das coisas e da História, com o Julgamento Final dos maus e dosn bons) é impossível ao ser humano, mormente nos dias atuais, de desorientação, de cruel relativismo, de hedonismo desenfreado, de TOTAL inversão de valores, ser "bom", ser "ético", ser "moral" (moralidade qual, aliás?), como aliás vimos observando, em toda a nossa Sociedade, inclusive no (des)governo "que aí está"; e) Dessa forma, entendo que o acolhimento de demandas da Igreja e dos católicos e o respeito pela religiosidade do povo constitui, não só um Dever do Estado, como verdadeira homenagem ao cidadão brasileiro, que a ninguém de boa intenção deveria ofender ou perplexizar; f) E a propugnação de algo diferente disso, ainda mais sob o rótulo de "defesa" do Direito, da Lei e das instituições, constitui rematado cinismo.

Ô meu caro Esls, porque este juízo tão seve...

Richard Smith (Consultor)

Ô meu caro Esls, porque este juízo tão severo a meu respeito se eu justamente defendi o inalienável direito do ignorante de ser ignorante e de exercer livremente a sua ignorância? Em segundo lugar: acaba por parecer, que para você o inciso VI do art. 5º. se aplica a todas as religiões, menos a Católica. Será? Por último, de onde a lógica da sua afirmação: "Se a liberdade de crença é inviolável, não há que se falar em ignorância daqueles que acreditam em árvores, dudas..." (para seu proveito mesmo, procurei evitar a sua chula menção a Cristo com letra minúscula, "sábio" senhor)? Aonde está a necessária conexão lógica entre "liberdade de crença" e "ausência de ignorância"? Passar bem.

Na minha ausência, por algumas horas, pude vêr ...

A.G. Moreira (Consultor)

Na minha ausência, por algumas horas, pude vêr que tive citações de apoio, que agradeço e de contestação, que respondo : 1 - Siscari (Funcionário público ) : O Sr., com certeza, me confundiu com outro comentador ; Eu sou católico e defendo que os católicos deverão respeitar os dias consagrados pela Igreja . 2 - José Carlos Portella Jr : A Igreja Católica ( nem o Estado) não obrigam a pessoas de outras crenças ou religiões, a se absterem de trabalhar ou dedicar aquelas datas para outras finalidades. Por outro lado, estes, têm o direito de destinarem outras datas para as comemorações religiosas que desejarem, como fazem, livremente, os árabes, judeus, budistas, etc. . 3 - esls (Assessor Técnico) : O Sr. leu os comentários, mas, esqueceu de ler o que os motivou. Por isto, tudo o que expressa, é o que ninguém contesta . 4 - José Carlos Portella Jr (Criminal): Infelizmente, o Sr. necessita avaliar se o país está errado para o Sr. ou se o Sr. está esrrado para o país. É preciso decidir . Porque quando o Sr. nasceu, no Brasil, já , há muito tempo, que estas tradições estavam implantadas, com o consenso geral. Agora, para se implantarem "inovações" , terão, também , de ter o consenso da maioria .

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