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Subsídios irreais não superam as desigualdades

Comentários de leitores

8 comentários

Subsídios irreais??????? Pelo jeito, a hipocris...

Wilson (Funcionário público)

Subsídios irreais??????? Pelo jeito, a hipocrisia está imperando entre as autoridades do Poder Judiciário!! Espero que essa revolta dos juízes seja um sinal de que a máscara do Judiciário esteja caindo e o feudalismo finalmente está acabando no Brasil. Chega de arrogância, prepotência, falta de ética, corrupção e o descaso de juízes, desembargadores e ministros com a população! Juízes preguiços que dão uma sentença por mês e faltam às audiências, vocês devem se preparar, pois muita gente já não aguenta mais esta pouca vergonha com o dinheiro público! E esse conto da carochinha, vangloriando-se de que estudaram muito é puro papo furado! Se fosse assim, um cientista renomado, que realmente tem doutorado deveria ganhar muito mais que os falsos doutores que vivem encastelados em seus gabinetes esperando que os funcionários trabalhem e preencham as suas estatísticas! A casa caiu, senhores! O corporativismo e os privilégios do Judiciário estão sendo escancarados... felizmente.

Pelo jeito, só os juízes pagam tributos neste P...

FREUD (Professor Universitário)

Pelo jeito, só os juízes pagam tributos neste País. Esta estória de querer discutir salário pelo líquido é uma falácia das boas...

Parece, com todo o respeito, que ninguém conseg...

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Parece, com todo o respeito, que ninguém consegue entender as mudanças que estão ocorrendo neste país. A sociedade, principalmente após a ditadura militar, a promulgação da atual Constituição, a globalização, etc, vem num processo de mudanças e de ajustamento as reais condições, mas as nossas instituições públicas não têm acompanhado como deveria; daí as crises contínuas dos serviços públicos neste país, que não funciona, e quando funciona, funciona mal. A h á algum tempo atrás ( sem querer diminuir ou menosprezar a função ou cargo ), se encontrava em nossas estatais empregado “caixa” ganhando um salário de ministro. Fiscais ganhavam “comissão” sobre multas. Procuradores públicos ganhavam “honorários sucumbenciais”. No serviço público leis denominadas “geni´s” (foi crítica até em música do cantor Chico Buarque), que era moda, surrupiavam os cofres públicos direcionando recursos para fins outros ou imorais. Muitos ainda dizem que as privatizações de estatais foi um erro (de e para quem?); certamente para aqueles que sempre usufruiram das suas benesses (sem controle, sem fiscalização, sem pagar impostos, etc), em detrimento da sociedade brasileira. O serviço público não é (e nem deve ser) local para se ganhar dinheiro. Quem realmente deseja ganhar bem, tem que correr os riscos da atividade e isto é próprio da atividade econômica e privada. É um erro fazer referência o que ganha um advogado e um magistrado, seja qual for o seu posto (p.e. Ministro do STF). É sabido que alguns advogados bem sucedidos ganham fortunas, mas isso é próprio de sua atividade econômica (serviços jurídicos), que não muito diferente de qualquer outro negócio. O próprio mercado regula e ajusta quase que instantaneamente as atividades econômicas a realidade conjuntural (fatores como concorrência, tecnologia, etc). Hoje ricos, amanhã podem se encontrar na rua da amargura, sem emprego ou trabalho, o que não acontece no serviço público, no qual a sociedade brasileira tem garantido a estabilidade, irredutibilidade de vencimentos e, principalmente, aposentadoria integral, até além da realidade nacional. O CNJ, que é um mal necessário, seu controle é pelo próprio Judiciário. Isto o STF já deixou claro. Mas não se pode negar da sua ação moralizadora no Poder Judiciário, ajustando as discrepâncias e até ilegalidades. Salários altos, impostos também altos. Paga imposto de renda quem ganha e/ou tem renda. Essa é a uma regra geral, para toda a sociedade. Entretanto, quanto aos encargos para a previdência social, são módicos em relação aos da atividade privada, mormente quanto aos benefícios. É preciso entender que para que os salários e vencimentos melhorem ou até mesmos sejam mantidos, é indispensável fazer crescer este País. Enquanto não houver crescimento econômico, não há como manter as irrealidades e inconveniências. O “morro” está descendo e se nada for feito, nem os salários/vencimentos serão mais sustentados e mantidos. O servidor público sempre foi o último a sentir as nuances das crises das gestões públicas neste país; sempre em razão de políticas públicas governamentais mal elaboradas e implementadas. Governo é a gestão dos poderes da república, Executivo, Legislativo e o Judiciário, e não apenas o Poder Executivo, como muitos pensam e desejam. A má gestão é dos três e é por isso que este País assim se encontra. Os três, como a historia tem demonstrado, trabalham muito mal e não fazem nada para mudar isso tudo. Esses os mesmos que permitiram, apesar das expressas disposições constitucionais, a criação dos grandes negócios públicos (que não são entidades públicas) que foi a terceirização do ensino fundamental neste país, em face da omissão dolosa desses poderes da república. Se pensavam que a crise não iria atingir aqueles que até então eram intocáveis, se enganaram. O que está ocorrendo é justamente um processo de ajustamento a realidade nacional atual e dêem graças que é só isso. Basta verificar os nº de desempregados (quase vinte milhões) sem que o país possa garantir um mínimo de subsistências dessas famílias e, principalmente, de perspectivas de melhoras a curto prazo. Economia e Direito devem andar juntos, mas aquela se sobrepõe pelas próprias circunstâncias de uma realidade, quando uma legalidade não pode, em determinado instante, ser sustentada, deve necessariamente ser alterada para ser respeitada. Não se trata de conveniência ou ruptura do sistema jurídico, mas de uma legítima exigência social.

Amigo meu trabalha em Taboão da Serra e dá test...

Michael Crichton (Médico)

Amigo meu trabalha em Taboão da Serra e dá testemunho a respeito do trabalho das juízas de lá. O articulista que as atacou, pelo que vi, nada falou a respeito da resposta do Corregedor Geral de Justiça. Nem o jornal que publicou o comentário dele. Será que esse é o apreço que a verdade merece?

A implantanção do teto remuneratório teve por o...

Ricardo (Outros)

A implantanção do teto remuneratório teve por objetivo o fim dos altos salários no serviço público. Agora, pelas notícias veiculadas na imprensa e comentadas neste espaço, quem ganha até o limite do teto tem super-salário. É muita incoerência, mais ainda achar que, com subsídio que atinge no máximo R$ 13.000,00 líquidos, alguém possa ser tachado de marajá. É só pesquisar: qualquer advogado de bom nível, com dez anos de carreira, ganha muito mais do que isso. Bom, se é prá falar de ganhos exorbitantes, que tal se a imprensa fosse pesquisar a renda dos notários e registradores, que exercem serviço público por delegação e ganham fortunas, dos dirigentes de estatais (petrobrás, etc) que acumulam cargos em diretorias de fundos de pensão, as indenizações milionárias e pensões pagas aos perseguidos pela ditadura, a aplicação de juros compensatórios nas condenações contra a fazenda pública; a remuneração indireta dos deputados e senadores. O Judiciário tem muitos defeitos; a maioria deles, para ser sanado, depende de investimentos, inclusive na remuneração do seu pessoal. Com o volume de trabalho atual, e o nível de investimentos, o problema nunca será resolvido, mas sim agravado, com o passar dos anos, pelo aumento da demanda que é refleto do crescimento da população. Afinal, a quem interessa um Judiciário fraco e incapaz de cumprir a sua missão constitucional de solucionar litígios?

Pois é, Prosecutor. Infelizmente, no brasi...

Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório)

Pois é, Prosecutor. Infelizmente, no brasil impera a inversão de valores. Uma delas é tomar por cultura as manias. A mais nova é (tentar) nivelar todos rasteiramente. Como se execrando quem, notoriamente, merece toda a prosperidade conquistada aumentasse os rendimentos dos plantadores de arroz. Tomam por refutação uma gritante antítese. Ab absurdo. Aos n. Desembargadores, parabéns. Pela titulação e pelo texto.

Achei o artigo muito bem escrito, lúcido e equi...

Carlos Frederico (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Achei o artigo muito bem escrito, lúcido e equilibrado. Afirmo que nenhum cidadão ganha com um Aparelho Judiciário fraco, sendo que referida expressão, da maneira como pretendo me expressar agora, abrange OAB, MP, Defensorias, servidores e Magistrados membros do Poder. No mundo inteiro bons profissionais do direito são extremamente valorizados. Aristóteles já falava que a justiça é a base da sociedade. É a realidade. A quem servem as críticas feitas para as pessoas que muito se esforçaram? Com certeza, não servem ao Estado Democrático de Direito. Parabéns aos articulistas. Temos que nos esforçar é para que a remuneração melhore para todos.

Como se observa, a cada artigo lúcido, ponderad...

prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

Como se observa, a cada artigo lúcido, ponderado, moderado, escrito por integrantes do TJ-SP, sobrevem enxurrada de cometários desairosos escritos por quem não conhece NADA do assunto. Daí porque fiz questão de cumprimentá-los antes que sejam comparados a "plantadores de arroz", como foi o Dr. Carlão dias atrás. Em 20 anos o Brasil arruinou a educação, em 10 anos, acabou com a saúde e em 5 anos tenta destruir a Justiça.

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