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Eleição honesta depende da população e não só da lei

Comentários de leitores

8 comentários

Caro professor Renato Ventura Ribeiro, esta mui...

Zito (Consultor)

Caro professor Renato Ventura Ribeiro, esta muito equivocada, o Senhor quer dizer que o Eleitor não é limpo. Ele é muito LIMPO, mais de que certo políticos que estão envolvidos com o MENSALÃO, o ex-presidente da Câmara João Paulo da Cunha, que sua Senhora foi ao banco pagar uma assinatura de Tv a Cabo com um cheque de R$50 mil reias. Nós, professor é que sujamos a política. Tenha santa paciência. O Senhor deve voltar a estuda. Para poder falar melhor.

De estranhar que o Prof. Renato Ventura Ribeiro...

Costa Assunção (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

De estranhar que o Prof. Renato Ventura Ribeiro não tenha comentado sobre três temas da maior importância: o "voto do analfabeto" , o grande número de cargos políticos preenchidos por pessoas sem a mínima instrução, e o "voto facultativo". O professor, estranhamente, passou ao largo desses temas. Se discorda da importância deles (seria lastimável), pelo menos deveria enfrentá-los numa entrevista desse porte. Os três temas devem fazer parte de uma reforma política urgente. Foi um retrocesso permitir o voto do analfatbeto. Quem não tem o mínimo de conhecimento, por exemplo, o 1° grau completo, não tem condição de escolher seus representantes, pois também lhe falta a capacidade para discernir quem está em condições de governar ou fazer leis. Fica mais fácil corromper quem nada entende. Portanto, ponto básico numa reforma política, seria a exigência do 1° grau completo do eleitor, através do preenchimento de uma ficha, com dados mínimos, contendo o nome completo, filiação, endereço e documento de identidade, perante a Justiça Eleitoral, momento em que demonstraria sua capacidade para escrever, onde deveria estar munido do certificado de conclusão do 1° grau. Hoje, tornaram-se obrigatórias as disciplinas Filosofia e Sociologia no ensino fundamental. Isso já permitiria ao eleitor que terminasse o 1° grau (e só então poderia votar) ter alguma noção dos instrumentos que o levassem a pensar melhor e entender a vida social. Mas é ainda imprescindível que, já no ensino fundamental, também se torne obrigatória a disciplina Noções de Direito, a partir 7ª ou 8ª série. Outro problema diz respeito às condições do candidato. O que se pode esperar de um candidato, seja a vereador, seja a senador ou presidente da República, que não tem o 2° grau completo? É um desastre! Por isso, todo candidato a um cargo político devia ter, pelo menos, o 2° grau completo. Isso estaria condizente com as reais condições para conhecer o mínimo possível da vida e legislação do seu povo, sobretudo a Constituição da República e as leis ordinárias básicas: Código Civil, Código Penal, CLT, Código Tributário, Código Nacional de Trânsito e Estatuto da Criança e do Adolescente (esta, aliás, uma das leis que fogem à realidade do Brasil, merecedora de reforma). Que esperar de um parlamentar ou governante que não conhece essas leis básicas? Que esperar de um governante ou parlamentar que não tem o 2° grau completo? O outro grande tema é o "voto facultativo". Esse não pode ficar de fora quando se trata de reforma política. Devemos entender que ninguém deve ser obrigado a votar. Isso não é democrático. Nossos políticos temem que a instituição do "voto facultativo" represente uma debandada do eleitor. Ora, sem dúvida isso ocorrerá, o que será muito bom, pois só irá comparecer às urnas quem realmente tiver um candidato em quem confie. Mas isso não diminuirá o nacionalismo ou a cidadania; ao contrário, incentivará o espírito de cidadania, porque somente o eleitor consciente, somente o eleitor politizado comparecerá às urnas. Isso trará qualidade ao voto, hoje um exercício tão banalizado e pouco eficaz, pois vemos que os representantes do povo são cada vez piores. Quem não comparecer às urnas, com o voto facultativo, saberá que, com ele ou sem ele, poderemos eleger representantes de todos. Portanto, quem não votar saberá que terá de aceitar o eleito. Arcará com as conseqüências. Não vejo nenhum inconveniente nisso. Isso tonificaria nossas instituições, pois o voto com mais qualidade daria melhores representantes do povo. Certamente teríamos melhores leis e a comunidade, os municípios, os estados e a União só ganhariam . Uma reforma politica séria deve passar pela aprovação desses temas. Educar o povo é a base de tudo. Se exigirmos um determinado grau de escolaridade para a pessoa se tornar eleitor e melhor grau de escolaridade para ser eleito, quem ganha com isso é a sociedade global. A medida obrigará a todos ter uma melhor escolaridade, a ter mais conhecimentos.

Só corrigir, o médico Dr. Geraldo, disse que va...

Jornalistaverdade (Estudante de Direito)

Só corrigir, o médico Dr. Geraldo, disse que vai acabar com a corrupção, só acaba quando os partidos resolver tirar de seus quadros todo aquele politico que for denunciado por ladroagem, ai sim os politicos desonesto estarão fora, só os partidos politicos podem faser isto.

Nós só vamos melhorar a qualidade dos nossos re...

Jornalistaverdade (Estudante de Direito)

Nós só vamos melhorar a qualidade dos nossos representantes quando a imprensa for menos parcial e mais autentica. enquanto a impresa usar a mesma so vale o quanto paga os eleitores continuarão votando em pilantras e sacans, veja bem o caso de Roberto Freire, um idealista socialista de esquerda juntar-se ao neoliberais de direita. Foi a idologia que acabou ou o dinheiro falou mais alto. O médo Dr. Geraldo, disse ontem no debate que vai acabar com a corrupção, então tem que expulsar de seu partido v´rios politicos entre eles o Senador por Minas Gerais Eduardo Azeredo, e o secretário geral Bonifácio Andrada um sanguessuga da educação, que usa os Prédio Públicos para enriquecer com suas unidades educacional. O JB publicou esta matéria em 2 e 3 de abril deste ano nenhum orgão de massa como rádio e tv não dera uma nota sequer.

Concordo com o Professor. Realmente, essas proi...

LUÍS  (Advogado Sócio de Escritório)

Concordo com o Professor. Realmente, essas proibições favoreceram os candidatos conhecidos em detrimento dos demais. O povo vai continuar vendendo o voto enquanto só for lembrado no momento da eleição. Se o povo tivesse educação, vendia mais não entregava: votava em outro, já que o voto é secreto. Quem não quiser vender o voto, vai ter dificuldade de opção, eis que os novos candidatos são desconhecidos. Sou radicalmente contra a legislação em vigor. Para começar, a Justiça Eleitoral deveria acabar. Sua estrutura deveria ser incorporada pela Justiça Federal, gerando grande economia à Nação. Em segundo lugar, as punições deveriam estar concentradas nos gastos e arrecadações irregulares. Com publicidade absoluta e rígida punição ao caixa dois. As demais práticas proibitivas de campanha são inúteis.

Gostaria de saber mais sobre as fraudes eletrôn...

Luís da Velosa (Bacharel)

Gostaria de saber mais sobre as fraudes eletrônicas. Até que ponto o engodo vence as boas intenções?!

Gostaria de poder entender o pensamento dos sáb...

José Brenand (Outros)

Gostaria de poder entender o pensamento dos sábios de plantão, de certo sabemos todos, que não basta uma Lei, para que as coisas peguem de fato, mas a Lei é realmente importante. O sábios de plantão, não deveriam ficar criticando a Lei em se, porem cobrando dos Governantes maior investimento em educação, porque um povo culto, não se deixará ser lesado pelo canto da sereia. Estive visitando uma favela em sampa dias passado, quando em casa de um certo líder, abordei o tema corrupção, que estava no Espírito da Lei, e ele sorrindo comentou, os "sábios', defendem determinadas regras, porem quem vai fiscalizar sua implantação, quem irar pedir a proscedencia de dinheiro, quando o estômago estar vazio, e a família desempregada, quem vai pedir a proscedencia do dinheiro, quando Um LALAU, rouba a Nação, e depois faz de conta que estar preso em sua própria casa, com mordomia e tudo, enquanto o trabalhador que furta uma galinha para matar a fome, de se próprio, e da familia,e fica preso em um deposito de excremento humano. O Marcola tem razão, o crime se organiza, e manda matar, sequestrar e tudo mais, tão somente via celular, enquanto o Estado perdulário, com uma equipe de incompetente e corruptos, se esfacelam na desorganização do caos do Estado mal gerenciador ?, fui obrigado a engolir a seco, porque em suma, estava de certo modo, correto e coerente seu pensamento. Se faz preciso que cobremos acções, mas que apresentemos soluções, e a solução mais coerente, é investimento em Educação. Brenand 4073

Não se pode esfacelar a lei maior em nome de in...

Armando do Prado (Professor)

Não se pode esfacelar a lei maior em nome de interesses menores. A possibilidade de expressão - direito constitucional - não é a causa, temos que combater as causas maiores e não ficarmos atacando no varejo. Temos que olhar com muito cuidado as causas maiores que todos sabem quais são: o absurdo da exclusão social e diferenças entre os mais iguais e a maioria que está orfã de direitos. Se não é isso que queremos que façamos uma ampla reforma constitucional, mas não com o Congresso atual. Ainda é tempo de agirmos dentro da lei e da Constiuição. Daqui a pouco será tarde demais!

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