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Exigências dispensáveis

Juízes não se submetem às regras do Estatuto do Desarmamento

Comentários de leitores

7 comentários

Tem muita gente com inveja da magistratura!!!!

anselmocortez (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Tem muita gente com inveja da magistratura!!!!

Fica dificil acrescentar muito mais dep...

hammer eduardo (Consultor)

Fica dificil acrescentar muito mais depois deste show de equilibrio ja demonstrado pelos participantes anteriores , mas vamos la assim mesmo. Mais uma vez somos confrontados com a nauseante realidade de 2 paises diferentes dentro de um só. Com todo o respeito que a nobre classe dos Juizes merece, gostaria de saber se receberam algum fax ou email de Nossa Senhora da Aparecida comunicando-os de sua promoção a uma categoria de cidadania acima da plebe ignara a sua volta. É no minimo nojento , principalmente depois daquele "show" dado pela Rede Globo ano passado quando empurraram goela abaixo do des-governo e da População aquele infame "plebiscito pleo desarmamento" que foi espetacularmente derrotado. Assim mesmo , num Pais em que a População esta entregue a propria sorte a muitas decadas num quadro que piora de forma galopante no dia a dia , a infame proposta foi rejeitada, afinal a conta é simples, o estado não consegue prover segurança para NINGUEM a menos que sejam pessoas abonada$ ou politicamente proximas ao poder, aos demais o terror das ruas em qualquer hora, em qualquer lugar. Apesar de tudo isso , o Cidadão dito de bem que desejar um porte de arma , terá que se submeter a um humilhante e quase impossivel processo para obter a autorização. Existem estados dentro dos Estados Unidos , mormente no sul , onde é mais facil tirar um porte de arma do que uma carteira de motorista. Tenho uma certeza a nivel pessoal que nessas regiões o criminoso eventual deverá ser bem cauteloso em face da grande possibilidade de ter uma "surpresa". Nem por isso as pessoas se matam em plena rua por motivos futeis conforme os mais afoitos podem convenientemente querer achar. Reafirmo que mais uma vez o Brasil perdeu uma excelente oportunidade de dar algum tipo de exemplo , venceu mais uma vez o nauseabundo corporativismo oriundo de onde originalmente deveria ter vindo o exemplo. De Gaulle estava certissimo!

Pois é, meu caro "Comentarista", aí é que a que...

Armando do Prado (Professor)

Pois é, meu caro "Comentarista", aí é que a questão pega: todos deveriam fazer os testes de capacitação técnica e psicológica, principalmente os policiais, pois você bem sabe que, em 3, 4, 10 meses, qualquer um pode ter alterada sua habilidade, ou mesmo elouquecer. No mais, estamos concordes. Apenas, entendo que pequenos privilégios somam grandes diferenças que separam "os deuses" dos pobres mortais. A isonomia é constitucional e serve apenas para os do andar de cima... Aliás, a Constituição tem sido a "cereja" do bolo! Fraternalmente, Armando

Caro Professor Armando do Prado, Data máxima...

Comentarista (Outros)

Caro Professor Armando do Prado, Data máxima vênia, tenho algumas observações a fazer, propondo uma reflexão mais profunda sobre o tema: Em primeiro lugar, é óbvio que os testes de capacitação técnica e psicológica, ao menos quando da aquisição da arma de fogo, são absolutamente necessários. No entanto, quando da "renovação" do porte, penso que seja desnecessário. Explico: Se os juízem devem fazer tais testes, os policiais civis e militares também deveriam fazê-lo, mas é cediço que não são obrigados a cumprir tal exigência legal. Mais que isso! Se agentes penitenciários podem andar armados, inclusive fora do horário de serviço, e não são obrigados a realizarem tais testes, por que os juízes deveriam fazê-lo? O que me parece injustificável e absolutamente eleitoreiro é a imposição absurda de que o cidadão que queira adquirir uma arma seja obrigado a renovar periodicamente o seu registro e seja obrigado a refazer todos os testes quando da renovação. Neste ponto, aliás, poderíamos "copiar" a tão invejada (por alguns) e citada legislação yankee, que conede ao cidadão acima de 21 anos, devidamente aprovado nos testes de aptidão técnica e psicológica, o direito de obter quantas e quais armas quiser, sem a necessidade de renovar os seus registros. Mas essa norma da legislação yankee parece não agradar aos nossos "defensores da paz", que preferem o discurso fácil e sofista do desarmamento. Portanto, penso que deveríamos lutar pela derrubada de nossa legislação injusta e irrreal quanto à aquisição e porte de armas de fogo, para, somente então, falarmos em isonomia. Isonomia sim, mas daquilo que beneficia o cidadão! Eu sou da paz! Os bandidos não! Esta é, data vênia, a minha opinião. Um grande abraço.

A Loman está acima das demais leis, inclusive d...

Armando do Prado (Professor)

A Loman está acima das demais leis, inclusive da Constituição? Os juízes são mais iguais que os demais cidadãos? Por que as armas são mais importantes para os juízes sem os pré-requisitos necessários a todos os demais? Seria, como disse o pai desembargador ao filho delegado preso, porque "sou vitalício"? Isonomia fica bonito e bem apenas no papel, pois na prática são decisões corporativistas como essa que Conjur em boa hora mostra aos habitantes de Pindorama.

E o artigo 5ºda CF/88? é letra morta? "Art. 5º...

Mauro Garcia (Advogado Autônomo)

E o artigo 5ºda CF/88? é letra morta? "Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, ..." Que triste sina do Brasil, se livra da ditadura dos militares e cai na ditadura da toga.

Não vou entrar no mérito se os juízes têm ou nã...

Neto (Advogado Autônomo - Dano Moral)

Não vou entrar no mérito se os juízes têm ou não o justo direito de portar armas. Mas é muito difícil explicar ao cidadão comum que ele precisa realizar testes técnicos e psicológicos para portar armas e os juízes não necessitam de tal exigência. Aliás, é uma questão de coerência. Como pode o mesmo juiz que não necessita de realizar testes para portar armas exigir e analisar do cidadão tal exigência? Pelo que se sabe nos concursos para magistratura não há provas de tiros e teste psicológico para tanto. É por essa e outras que o Brasil é o país dos paradoxos. Francisco da Cunha e Silva Neto Advogado nas cidades de Curitiba e do Rio de Janeiro. Mestre em Direito

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