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Ligações perigosas

Veja sugere que presidente do STJ deve ser investigado

Comentários de leitores

5 comentários

O caso exige apuração rigorosa, porém, isenta d...

Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)

O caso exige apuração rigorosa, porém, isenta de preconceitos. A generalização negativa a cada caso isolado em se que suspeita do envolvimento de um magistrado, é prática negativa e que desmerece, injustamente no mais das vezes, uma classe de profiussionais que, no anonimato de seu gabinete, procura distribuir Justiça. Humanos, estão submetidos aos mesmos defeitos que podem atingir os homens. O colega Nivaldo (Outros) talvez não tenha contato mais intenso com os problemas do Judiciário, dai a generalização acenada. Tanto sob o prisma dos valores absolutos, como o dos relativos, os problemas morais do Judiciário não podem ser comparados com os dos demais poderes como estamos vendo atualmente.

Em que nosso judiciário é diferente dos demais ...

Nivaldo (Outros)

Em que nosso judiciário é diferente dos demais Poderes (Executivo e Legislativo)?? Os magistrados que deveriam coibir esse tipos de abuso acabam sendo aqueles que os cometem na maior surdina. Ainda bem que imprensa está em cima. Não é o caso do ministro Vidigal, que ainda não foi condenado. Mas é o caso do Lalau (ex-presidente do TRT2) - que desviou dinheiro, do Rocha Mattos (juiz Fedral) - que vendia sentenças, e dos juizes Eurico Cruz Neto (ex-presidente do TRT 15) e Luis Carlos Cândido Sotero da Silva (atual corregedor do TRT 15)que contrataram a esposa deste último para trabalhar no gabinete do marido em caso grave de NEPOTISMO, como já noticiou o "Conjur" em http://conjur.estadao.com.br/static/text/37864,1 Para começar a acabar com a politicagem no Poder Judiciário, devem ser extintos os cargos de confiança sem necessidade de concurso e DEVE TER UM FIM A NOMEÇÃO DE JUIZES SEM CONCURSO, PELO QUINTO CONSTITUCIONAL, COMO É O CASO DO LALAU DE CORREGEDOR DO TRT 15. JUSTIÇA!

As acusações são graves: tanto a materialidade ...

João Roberto de Napolis (Advogado Autônomo)

As acusações são graves: tanto a materialidade quanto os indícios de cometimento estão presentes, portanto uma investigação séria, transparente, pública se faz necessária, sem corporativismo.

Tendo em vista que o Poder Judiciário passa por...

Dalben (Advogado Autônomo)

Tendo em vista que o Poder Judiciário passa por momentos delicados, onde sentenças são vistas com desconfianças pela sociedade por conta da discrepância quando compradas com a Lei, me parece que há de se fazer uma imediata investigação à respeito do assunto, dado ao reflexo da matéria publicada. Como já vimos, as primeiras declaraçoes do Exmo. Sr. Ministro não diferiram muitos das dos políticos envolvidos na prática de crimes. Não sei; não sabia; não saiu do meu gabinete o fax'não conheço as pessoas; vou investigar... Em suma, defesa própria de quem já se sente, e não acuado, ao menos sem saber exatamente o que responder. Assim foram os políticos, e no final, estamos assistindo a esse fúnebre espetáculo. Para que não paire nenhuma dúvida acerca do comportamento do Sr. Ministro, o processo de apuraçao deverá ser de conhecimento público. Não há nenhum motivo que justifique seu escamoteamento da sociedade. Quanto maior for a transparência, seus pares juizes mais força terão em suas decisões. Espero, para o bem da sociedade e da sobrevivência do Estado Democrático de Direito que ainda acreditamos estarmos vivendo que tal fato não seja verdadeiro, muito embora as evidências teimem em mostrar o contrário.

Uma investigação rigorosa deve ter início com a...

uiran (Advogado Autônomo)

Uma investigação rigorosa deve ter início com as gravíssimas denúncias da REVISTA SEMANAL VEJA,sobre o Min.VIDIGAL.Deferido o contraditório,a sociedade deve ser informadada sobre o processo.A investigação tem que ser celére .UIRAN FREITAS ADVOGADO-BRASÍLIA.

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