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Crime hediondo

Estudante da USP é denunciado por homicídio qualificado

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A promotora Mildred González Campi denunciou, nesta segunda-feira (31/10) o estudante de Jornalismo da USP Fábio Le Senechal Nanni, de 20 anos, por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e por meio que impossibilitou a defesa da vítima. O homicídio qualificado é considerado crime hediondo no Brasil e os condenados por este tipo de crime cumprem a pena em regime integralmente fechado.

Nanni confessou ter matado a facadas o colega Rafael Azevedo Fortes Alves, de 21 anos, dentro da Rádio USP. Além da confissão, há testemunhas do crime. Os dois estudavam na mesma classe e moravam na mesma república.

A juíza Silvia Maria Facchina Espósito Martinez, do 5º Tribunal do Júri, deverá analisar a denúncia nos próximos dias. Ela já rejeitou um pedido de transferência de Nanni do Centro de Detenção Provisória de Osasco para um sanatório, para receber tratamento psiquiátrico.

A Justiça espera o resultado de um laudo psiquiátrico do Imesc – Instituto de Medicina Social e Criminologia de São Paulo para saber se Nanni é completamente responsável por seus atos, parcialmente ou inimputável. Caso seja considerado inimputável, o estudante será transferido para um sanatório, para tratamento.

Leonardo Fuhrmann é repórter da revista Consutor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 31 de outubro de 2005, 21h02

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