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Denúncia no tribunal

Servidor não é citado pelo MPF nas investigações no TRT-2

O servidor Ivan Freddi, que chefiou a distribuição de processos do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo), não está entre os investigados ou mesmo entre as testemunhas das investigações do Ministério Público Federal sobre um suposto esquema de fraudes na distribuição.

A informação foi confirmada pelo Ministério Público Federal, depois de Freddi ter enviado uma carta à revista Consultor Jurídico em que esclarecia não ter relação com o caso, apesar de seu nome ter sido citado pela imprensa. O funcionário afirma que a citação de seu nome induz o leitor a erro, porque faz crer que ele tem algum envolvimento com as supostas irregularidades denunciadas.

O Ministério Público analisou 160 processos que tramitaram no tribunal entre 1994 e 2004 e afirma ter encontrado indícios de irregularidades em 22 deles. O TRT sofreu ação de busca e apreensão nesta terça-feira (18/10) a pedido do Ministério Público.

A ordem foi dada pela juíza Tânia Zauhy, da 16ª Vara Federal Cível de São Paulo. A juíza determinou a cópia dos discos rígidos (memória dos computadores do TRT paulista e a apreensão das cópias de segurança do sistema do tribunal.

Segundo investigação do MPF, o sistema de distribuição de processos do TRT paulista é vulnerável e pode ter sido manipulado para garantir a escolha de determinados juízes ou turmas para atuar em causas específicas.

Revista Consultor Jurídico, 19 de outubro de 2005, 17h10

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